Mundo

8 pela taça

As quartas de final da Copa começam na sexta-feira com uma situação inédita: reúnem os primeiros colocados dos oito grupos da fase de classificação. Desde que a fórmula com 32 seleções foi adotada, na França’1998, a melhor performance conjunta dos líderes de chave havia sido há quatro anos, na África do Sul, onde sete deles chegaram às quartas, só ficando de fora os Estados Unidos. O confronto de maior destaque – França x Alemanha, sexta, às 13h, no Maracanã – é o único entre campeões mundiais. Brasil e Colômbia, no mesmo dia, às 17h, no Castelão, fazem duelo sul-americano. A Holanda, em busca do título inédito, pegará a maior surpresa da competição, a Costa Rica, sábado, às 17h, na Fonte Nova. Às 13h, no Mané Garrincha, a Argentina, de Messi, enfrentará a Bélgica, apontada como provável sensação.


1) BRASIL
POSITIVO

A Seleção Brasileira conta com um dos destaques da Copa, Neymar, autor de quatro gols. A equipe de Luiz Felipe Scolari tem uma base desde a Copa das Confederações no ano passado e também conta com o apoio da maioria dos torcedores nos estádios.

NEGATIVO
O time ainda não onseguiu repetir o futebol da Copa das Confederações. Jogadores importantes, como os laterais, não andam bem, e é grande a dependência do desempenho de Neymar. A pressão para ser campeão parece estar perturbando os jogadores, que se mostram emocionalmente instáveis.


2) COLÔMBIA
POSITIVO

O armador James Rodríguez, artilheiro da Copa com cinco gols, tem brilhado, compensando a ausência do atacante Falcao García. A equipe é forte na criação, ofensiva e tem 100% de aproveitamento. O técnico argentino José Pékerman jamais perdeu um jogo de Copa. O goleiro Ospina também tem-se destacado.

NEGATIVO

É a primeira vez que a Colômbia disputa as quartas de final de um Mundial. A falta de experiência nessas situações pode pesar num confronto contra a equipe da casa. O retrospecto negativo em jogos diante do Brasil também pode pesar psicologicamente.

3) FRANÇA
POSITIVO

À exceção do 0 a 0 com o Equador, na última rodada da primeira fase, a Seleção Francesa fez boas apresentações neste Mundial do Brasil. Mesmo sem o atacante Ribéry, cortado às vésperas da competição, o time tem mostrado força ofensiva graças a Pogba e Benzema.

NEGATIVO
O sistema defensivo ainda não foi inteiramente testado nesta competição. E no duelo com a Alemanha, o retrospecto em Mundiais, favorável aos germânicos, pode falar mais alto. A oscilação nas atuações de jogadores como o atacante Giroud também pode atrapalhar os Bleus.


4) ALEMANHA
POSITIVO

O destaque da Seleção Alemã está na frente, com jogadores como Özil e Müller, autor de quatro gols em quatro jogos. A força física é outro ponto forte da equipe, que ainda conta com um goleiro da qualidade de Neuer e boas opções no banco de reservas.

NEGATIVO
A Alemanha ainda não repetiu a atuação da estreia, quando goleou Portugal por 4 a 0. O favoritismo pode pesar contra para um país que não conquista o título desde 1990 e acabou batido nas semifinais em 2006 e 2010. A defesa, sem laterais de ofício, joga em linha e deixa espaços.


5) HOLANDA
POSITIVO

Os holandeses venceram as quatro partidas que disputaram, três delas de virada. O atacante Robben tem mostrado fôlego e habilidade para levar o time para a frente, e a seu lado estão Van Persie e Sneijder. Tanto que a Laranja tem o melhor ataque do torneio, com 12 gols.

NEGATIVO
A falta de tradição pode pesar num mata-mata – nas oitavas, a Costa Rica passou nos pênaltis pela Grécia, outra surpresa da primeira fase. O técnico Jorge Luís Pinto não terá o zagueiro Oscar Duarte, suspenso, nem o reserva imediato, Roy Miller, contundido.


6) COSTA RICA
POSITIVO

Como já fizeram mais do que era esperado, os jogadores do time entram em campo agora sem qualquer pressão pelo resultado. Eles já mostraram que não têm medo de enfrentar bichos-papões, como os campeões Itália, Uruguai e Inglaterra. O goleiro Navas está em excelente forma.

NEGATIVO
A falta de tradição pode pesar num mata-mata – nas oitavas, a Costa Rica passou nos pênaltis pela Grécia, outra surpresa da primeira fase. O técnico Jorge Luís Pinto não terá o zagueiro Oscar Duarte, suspenso, nem o reserva imediato, Roy Miller, contundido.


7) ARGENTINA
POSITIVO

A presença do craque Messi já mostrou ser suficiente para a Argentina chegar às vitórias, mesmo que no sufoco. Além dele, Di María se destaca na armação. Apontado como a principal deficiência da equipe antes da Copa, o goleiro Romero vem fazendo defesas importantes.

NEGATIVO
A falta de um título desde a Copa América de 1993 é um peso extra para os argentinos, que nas duas últimas Copas foram eliminados pelos alemães nas quartas de final. A contusão do atacante Agüero diminui a força ofensiva da equipe, que ainda não foi capaz de vencer por mais de um gol de vantagem.

8) BÉLGICA
POSITIVO

Finalmente, a Seleção apontada como sensação da Copa mostrou futebol convincente no confronto com os Estados Unidos, pelas oitavas de final. Qualidade individual não falta à equipe, que tem jogadores como o goleiro Courtois, o armador Hazard e o atacante Lukaku, entre outros.

NEGATIVO
A falta de tradição e a expectativa por finalmente voltar a conseguir resultado expressivo, como o quarto lugar no México’1986, podem aumentar a pressão sobre os jogadores belgas, que têm desperdiçado muitas chances de gol, algo preocupante em mata-matas equilibrados.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by

Sobre nós

Folha Rondoniense todos os Direitos Reservados @ Endereço: Rua Nicaraguá 7246, Centro, Candeias do Jamari

facebook: folha Rondoniense.folha Rondoniense.