Teia Digital

6ª FICOP mostrou desenvolvimento de Pimenta Bueno – Por Sílvio Persivo

Virtual e fisicamente é impossível, mas, há cabeças-duras que não se convencem. “Podemos não gostar do capitalismo. Mas, não podemos viver sem ele” (Yuval Noah Hanari)

6ª FICOP MOSTROU DESENVOLVIMENTO DE PIMENTA BUENO

Aconteceu, entre os dias 5 à 7 último, no município de Pimenta Bueno, 6ª Feira Comercial e Industrial de Pimenta Bueno e Região (Ficop). O governador Daniel Pereira fez a abertura afirmando que ‘‘Há anos Pimenta Bueno era uma cidade que se intimidava diante da grandeza de Cacoal e de Vilhena e, hoje, se tornou essa cidade onde foi retomada a autoestima, acredito que seja reflexo de um trabalho coletivo’’. O governador destacou que a Ficop é uma grande oportunidade de negócios e de valorizar a produção do município e região. Artesanato, gastronomia, oficinas e capacitações; talk show com empresários; apresentações culturais e esportivas foram alguns dos atrativos do evento. O público teve a oportunidade de acompanhar, através dos stands institucionais, os serviços prestados pelo município e o Estado, como a modernização da Policia Militar, e os trabalhos realizados pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater).

III CICLO DE DEBATES DO CONSELHO MUNICIPAL DA CIDADE NA UNIR CENTRO

O III Ciclo de Debates do Conselho Municipal da Cidade vai abordar o tema “Transporte Público, Trânsito e Mobilidade: Questões para a revisão do Plano Diretor do Município de Porto Velho”, e terá como objetivo dialogar sobre a situação dos deslocamentos das pessoas nos vários meios de transporte e as condições diveresas de acessibilidade, conforme o que estabeleceu a Lei 12.587/2012, que instituiu as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana. Mobilidade a pé, cicloviária, transporte público coletivo, transporte aquaviário, dentre outros modais, serão discutidos por gestores públicos, acadêmicos, organizações da sociedade civil e todos os interessados no tema da mobilidade. Participe e contribua com a construção participativa da revisão do Plano Diretor do Município de Porto Velho. Amanhã, dia 10, das 19:00 – 21:30, na UNIR- Centro (Avenida Presidente Dutra, 2965, Centro-Porto Velho).

I FESTIVAL MINALIVRE

Anunciado como o primeiro festival em Porto Velho produzido por mulheres para exaltar outras mulheres, o Festival MinaLivre, tem por objetivo mostrar o trabalho artístico e o empreendedorismo feminino portovelhense! Yeah, We can do It! Vai haver muita demonstração de arte, música, feirinha de produtos, palestras, exibição de negócios e o melhor? Tudo protagonizado por mulheres! Mas, todos podem entrar independente de gênero. Então, vem, marca teus amigos para participar de um lindo festival! Data: 10/07 (terça feira); Hora: 18hrs às 22hrs; Local: Lolla Karaoke Bar (Av. Carlos Gomes, 481 – Caiari); Entrada: R$ 5,00.

PALESTRA NO TJ/RO SOBRE CIDADES INTELIGENTES ABRE UMA DISCUSSÃO IMPORTANTE PARA O FUTURO DE PVH

A arquiteta Margarida Campolargo, chefe da unidade de cidades inteligentes da Porto Digital, da Câmara Municipal do Porto – Portugal, proferiu, na última sexta-feira (6), a convite do Escritório de inovação do Tribunal de Justiça de Rondônia, a palestra “Como podemos tornar nossas cidades mais inteligentes?”. Campolargo, que já trabalhou em vários projetos de inovação social, disse que, embora não seja especialista em tecnologia, deseja que “as cidades consigam, nas suas várias vertentes, trabalhar isto que é a nova era da digitalização”. Citou o orçamento participativo como uma das inovações e considerou o modelo brasileiro, criado em Porto Alegre, um dos melhores do mundo. Sobre o Hackacity, (hackacity.eu/portovelho) maratona de programação com características semelhantes ao Hackathon que busca, por meio de bancos de dados públicos, soluções inovadoras para as cidades, disse que “o Hackacity vai muito além do trabalho de programadores, pois, tem a missão de responder àquilo que a sociedade quer e, por esta razão, qualquer cidadão, independentemente da área em que atua, pode e deve participar, pois precisamos influenciar a inovação em nível global”. Para a palestrante, é importante que se entenda “qual a relação entre o que é o espaço urbano, o que é o espaço social, como é que nós conseguimos interagir com as pessoas e, neste conceito de tecnologia, saber como é que podemos fazer nossas cidades mais inteligentes”.

MOSTRA DE CACAU EM LIMA, NO PERU

A IX Mostra de Cacau e Chocolate, que acontece, anualmente, em Lima, no Peru, vai ser realizada de 19 a 21 de julho no Centro de Convenções 27 de Janeiro. O evento foi criado para os produtores de chocolates do Peru mostrarem ao público e a potenciais compradores a ampla gama de produtos feitos a partir do cacau. O objetivo do evento é mostrar a

qualidade, produtividade e oferta de exportação do cacau peruano para posicioná-lo nos mercados nacionais e internacionais. Isto me lembra que o cacau nosso se encontra numa fase muito difícil e já não tem, como no passado, a atenção do governo, embora chocolate seja um produto de mercado garantido e em alta.

APARTHEID ENERGÉTICO

O ministro Moreira Franco, defendendo a venda de seis distribuidoras de energia controladas pela Eletrobrás no Norte e Nordeste afirmou que os 14 milhões de consumidores dos estados atendidos por essas empresas – Acre, Alagoas, Amazonas, Piauí, Rondônia e Roraima – vivem um “apartheid energético”, devido à má qualidade dos serviços prestados. “A desigualdade na prestação de serviços é a mais injusta característica da distribuição de energia no Brasil. Estamos separando os brasileiros em duas classes de consumidores, ao não conseguirmos oferecer a mesma qualidade de serviços em todos os estados da federação. Essa dualidade acentua a desigualdade econômica e as disparidades na qualidade de vida entre as distintas regiões do país. Semelhante quadro constitui um verdadeiro “apartheid” energético”. E afirmou também que, em Rondônia, cada cidadão fica 32,3 horas por ano sem luz, contra uma média brasileira de apenas 14,4 horas por ano. E isto quando geramos e exportamos energia para o restante do País pagando uma das tarifas mais caras.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

PROFESSOR E ECONOMISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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