Teia Digital

Vídeos vão divulgar pesca esportiva de Porto Velho – Por Sílvio Persivo

Acorda dorminhoco! “A maioria das pessoas está ligada a um tempo anterior, mas você deve estar vivo em nosso próprio tempo” (Marshall McLuhan).

VÍDEOS VÃO DIVULGAR PESCA ESPORTIVA DE PORTO VELHO

Nelson Nakamura, pescador conhecido nacionalmente e padrinho do projeto Porto Velho Sport Fishing, chegou à Porto Velho, com o apoio do Consórcio Santo Antônio Energia e do Sicoob Portocredi, Sebrae e Fecomércio para gravar em vários pontos turísticos de pesca, em cenários encantadores, na região de Porto Velho. Nelson e sua equipe estão elaborando vídeos sobre a pesca esportiva nos rios Madeira, Jaci, Jamari e Candeias, mostrando todo o potencial de nossa região que possui mais de 880 espécies de peixes, e com pontos de pesca a apenas doze minutos do aeroporto da capital. Os vídeos serão divulgados através da rede social para alcançar o maior número possível de pescadores em nível mundial. A idéia é atrair turistas do Brasil e do Mundo e criar uma cultura turística de pesca em Porto Velho. Nelson Nakamura está sendo acompanhado pelo presidente do Sidiber – Sindicato dos Distribuidores de Bebidas do Estado de Rondônia, Cláudio Hikague.

EDITAL DA PREFEITURA FAZ CHAMAMENTO PARA BOXES DO MERCADO CULTURAL

A Prefeitura de Porto Velho lançou esta semana o edital de chamamento público (Nº 0004/2018) para credenciamento de interessados na locação de cinco boxes (salas) no Mercado Cultural. A documentação pode ser entregue até o dia 09 de agosto, das 8h às 14h, na Fundação de Cultura do Município (Funcultural), localizada na Rua Elias Gorayeb, nº 1514, Bairro São Cristóvão.

São cinco ambientes, sendo um destinado para pessoas que trabalham com estamparia e lembrancinhas com motivos regionais, um para ser usado como galeria cultural e um destinado a barbearia. Já as outras duas salas, os interessados devem apresentar projeto para ocupação. Para o presidente da Funcultural, Ocampo Fernandes, o chamamento veio para criar uma organização dentro do Mercado Cultural.

VACINAÇÃO CONTRA AFTOSA

Segundo o responsável pela gerência de Defesa Animal da Agência de Defesa Agrossilvopastoril (Idaron), Fabiano Alexandre dos Santos, Rondônia vacinou 14,5 milhões de cabeças de bovinos e bubalinos na 44ª Campanha de Vacinação contra a febre aftosa. Assim, com   esses números bem próximos dos 100% do rebanho de Rondônia, foi feita a vacinação e declaração dentro do período arbitrado desta exigência sanitária tão importante para a saúde da população, quanto para a saúde econômica do Estado.

A ESTRADA INTERMINÁVEL

O senador Eduardo Braga, do Amazonas, presidente da Comissão de Infraestrutura do Senado, onde também está o senador Acir Gurgacz, reclamando do Ministério do Transportes  e do Ministério do Meio Ambiente que impedem a conclusão das obras da BR 319 e também da BR 230 (a Transamazônica). Para Eduardo Braga, não há explicação para o que está sendo feito, em termos de prejuízos em relação a estas obras, vitais para Rondônia e Amazonas. No caso da BR 319, é inacreditável que os representantes da região, tanto senadores quanto deputados federais, segundo ele, estejam recebendo informações oficiais falsas, há longo tempo. Os órgãos oficiais informam há anos que está faltando apenas a autorização ambiental para a Manaus/Porto Velho, porém, a verdade é que desde 2008, quando foi autorizado o estudo até pouco tempo nada havia sido feito.  E, segundo o Ibama, só ficará pronto em meados de 2019. Também são desencontradas os detalhes sobre a existência de tribos indígenas, que poderiam ser afetadas pelas obras. Enquanto a burocracia emperra a recuperação da estrada mais de cem mil pessoas sofrem com o isolamento a que são submetidas por falta de uma ligação rodoviária.

NOVO DIRETOR-GERAL DO DNIT

Aliás, a Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) aprovou na quarta-feira (11) a indicação de José da Silva Tiago, para exercer o cargo de diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Durante a sabatina, José da Silva Tiago, que é servidor de carreira do Dnit, se comprometeu a trabalhar para resolver pendências na liberação de obras de recuperação e asfaltamento de rodovias como a BR-319, que liga Porto Velho a Manaus. Segundo ele, “É um compromisso que fazemos aqui. A BR-319 não é só do Norte, do Centro-Oeste, é do Brasil. Temos que lutar pela efetivação dessa pavimentação”.

BIG MAC MOSTRA DESVALORIZAÇÃO DE 20% DO REAL FRENTE AO DÓLAR

O índice Big Mac da The Economist mostra que o dólar americano está supervalorizado em relação à maioria das moedas do mundo, incluindo o Euro e a Libra Esterlina em 16% e 30%, respectivamente. Segundo o índice, apenas o franco suíço (19%) e a coroa sueca (6%) aparecem supervalorizados em relação ao dólar. O preço do Big Mac no Brasil é de R$16,90 e US$5,51 nos Estados Unidos. A taxa de câmbio implícita é de 3,07. A diferença entre esta e a taxa de câmbio real, 3,84, sugere que o real brasileiro está desvalorizado em 20,1%. A coroa norueguesa agora aparece desvalorizada em 5%, após uma supervalorização de 18% em janeiro. Isto deveu-se ao fato de o McDonald’s ter reduzido o preço dos Big Macs em 14%, e não por causa da força do dólar em relação à coroa. A maior queda em comparação a janeiro foi o peso argentino, cujo recente colapso em relação ao dólar o levou de uma subvalorização de 25% para 51% agora. Já a libra egípcia é agora a moeda mais barata do índice; 68% de subvalorização em relação ao dólar. Treze novas moedas foram adicionadas ao índice, todas com desvalorização em relação ao dólar. O índice Big Mac da The Economist foi criado em 1986 como um guia para saber se as moedas estão no nível “correto”. Ele se baseia na teoria da paridade do poder de compra (PPC), a noção de que no longo prazo as taxas de câmbio deveriam avançar em direção à taxa que igualaria os preços de uma cesta idêntica de bens e serviços (neste caso, um hambúrguer) em dois países.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

PROFESSOR E ECONOMISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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