Teia Digital

Percentual das famílias endividadas recua pelo terceiro mês seguido – Por Sílvio Persivo

As mulheres são sempre melhores em tudo. “Nada é tão flexível como a língua da mulher, nada é tão pérfido como os seus remorsos, nada é mais terrível do que a sua maldade, nada é mais sensível do que as suas lágrimas” (Plutarco).

EXPOSIÇÃO “AMAZÔNIA A NATUREZA EM FORMA DE POESIA”

O artista plástico Botôto (Júlio Cesar) escreveu o poema e inspirado nele criou 16 obras, que a partir dessa sexta-feira (6), entra em exposição no Museu da Memória Rondoniense (Avenida Dom Pedro II, Caiari-Antigo Palácio do Governo). Das 16 obras, apenas dez estão com o artista, e juntas com outros trabalhos da mesma técnica fazem parte da exposição “Amazônia a natureza em forma de Poesia”. O restante do acervo foi comercializado. O artista conta que quando fez o poema, pensou na passagem da mata, dos pássaros voando e quis passar a “harmonia” que sentiu naquele momento para o poema. Logo depois Botôto, pintou os quadros. Segundo ele, “Quando eu pinto, eu retrato a alegria das pessoas e os rostos coloridos eu vou atribuindo cores por dentro de cores. Saio de uma cor e entro em outra mais no mesmo objeto”. O museu é gerenciado pela Fundação Cultural do Estado de Rondônia (Funcer), e tem horário de funcionamento de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 17h, para essa exposição o público terá interação direta com o artista e com um olhar especial dado a Amazônia. A entrada é gratuita e a exposição se inicia nesta sexta-feira (6).

QUEDA NA ARRECADAÇÃO FAZ GOVERNO CONTER DESPESAS

Uma queda considerável na arrecadação própria, que até maio já é superior a R$ 114 milhões, conforme a Secretaria de Finanças (Sefin), causa preocupação ao Governo de Rondônia que promete uma gestão ainda mais austera para fechar suas contas em dezembro. Esta foi a pauta da reunião de Governo realizada na manhã desta quinta-feira (5), no Palácio Rio Madeir, quando o secretário-chefe da Casa Civil, Eurípedes Miranda, alertou aos secretários sobre a necessidade da contenção e despesas. O titular da Secretaria de Planejamento e Gestão (Sepog), Pedro Pimentel, foi enfático ao afirmar que não sobra da arrecadação própria nenhum recurso para investimento – obras e serviços essenciais -, o que só está sendo possível por meio de outras fontes, com suporte em empréstimos e financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por

exemplo, além das transferências constitucionais. A explicação para a queda da arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) decorreu da crise gerada pela greve dos caminhoneiros pela redução do preço do óleo diesel e seus desdobramentos. Cabe destacar que os combustíveis são a principal fonte da receita do Rondônia, e ante o que se apresenta o Estado já está trabalhando com uma diminuição de receita da ordem de R$ 300 milhões em relação a estimativa de arrecadação (R$ 7,8 bilhões).

NOVA ZPE DO ESPÍRITO SANTO É VISTA COMO AMEAÇA À ZFM

Na terça-feira (3) foi aprovado o que é visto como uma nova ameaça à Zona Franca de Manaus que foi a criação de mais uma ZPE (Zona de Processamento de Exportação) no Espírito Santo. Esta foi a segunda ZPE aprovada em menos de um mês. No último dia 13, outra no Maranhão havia sido aprovada na CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania). A ZPE do Maranhão, no seu texto original tinha os moldes da ZFM, com incentivos fiscais e possibilidade de atrair indústrias. A mudança para polo exportador aconteceu depois de negociações entre as bancadas amazonense.

GOVERNO DEVE CONCEDER MAIS DOIS PROJETOS DE FERROVIAS PARA A INICIATIVA PRIVADA

O governo decidiu avançar em mais dois projetos ferroviários para concessão à iniciativa privada, por meio do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), da Secretaria-Geral da Presidência. O Conselho do PPI declarou que fará uma reunião extraordinária para qualificar o projeto da ferrovia EF-118, uma nova malha de transporte de carga prevista para ligar os Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. A ferrovia teria extensão total de 578 km, dos quais 404 cortariam o Rio de Janeiro. Seu objetivo é interligar os complexos portuários dos dois Estados. Em 2015, foi estimada em R$ 7,6 bilhões. Outro projeto antigo será objeto de um “projeto de engenharia”. O trecho final da Ferrovia Norte-Sul, que liga Açailândia (MA) ao Porto de Vila do Conde, em Barcarena, no Pará, vai figurar entre as prioridades do PPI. O traçado de 477 km de extensão é considerado um dos mais difíceis da ferrovia e estava previsto desde a retomada das obras da Norte-Sul, em 2006, no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O trecho já teve um estudo de viabilidade técnica e econômica concluído pela Valec. Em 2012, a estatal previu um investimento no trecho de R$ 3,7

milhões. Ao chegar ao porto de Vila do Conde, a Norte-Sul ganharia outra alternativa de saída portuária, saindo pelo Pará. Hoje seu acesso está restrito à Estrada de Ferro Carajás, que segue até o porto de Itaqui, no Maranhão.

PERCENTUAL DAS FAMÍLIAS ENDIVIDADAS RECUA PELO TERCEIRO MÊS SEGUIDO

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), revela que o percentual de famílias com dívidas alcançou 58,6% em junho, teve uma queda em relação aos 59,1% de maio. Houve redução também na comparação anual, quando o indicador alcançou 59,4% das famílias. O estudo mostra que a proporção das famílias com dívidas ou contas em atraso também diminuiu este mês, passando de 24,2% para 23,7% do total. Na comparação anual, houve redução de 1,9%. A proporção de famílias que declararam não ter condições de pagar as suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes passou de 9,9% em maio para 9,4% em junho de 2018, apresentando queda também em relação aos 10,1% verificados no mesmo período do ano passado. Para a economista da CNC, Marianne Hanson, a redução do endividamento nos últimos meses reflete um ritmo menor de recuperação do consumo das famílias. “Além disso, há também uma cautela maior na contratação de novos empréstimos e financiamentos”. O cartão de crédito continua sendo o principal tipo de dívida, apontado por 76,3% das famílias entrevistadas. Em seguida, vêm os carnês (15,2%) e, em terceiro lugar, o financiamento de carro (11,2%).

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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