Noticias

11 deputados faltaram a mais de metade das sessões no primeiro semestre

Plenário da Câmara dos Deputados

Dos 548 deputados que exerceram mandato na Câmara dos Deputados no primeiro semestre de 2018, 11 faltaram a mais da metade das sessões realizadas entre fevereiro e julho deste ano. Pelo menos oito deles, contudo, se ausentaram por motivos de saúde. Excluídas as faltas justificadas, eles deixaram 79 ausências sem esclarecimentos. Levantamento do Congresso em Foco aponta que esses parlamentares registraram 27 faltas ou mais nas 53 sessões realizadas durante o período.

Entre os que mais faltaram sem ser por questões de saúde está o deputado Gabriel Guimarães (PT-MG), que tem 19 de suas 41 faltas sem justificativa. Cinco das ausências foram por atestados médicos. As outras 14 estão sob a justificativa de “decisão da mesa” e “missão autorizada”. Até a publicação deste texto, o deputado não havia respondido aos contatos da reportagem.

Apesar de Guimarães ser o quarto mais faltoso, ele ainda perde em número de faltas sem justificativa para Irajá Abreu (PSD-TO), cujas 20 faltas nos primeiros meses do ano foram injustificadas.

Missões autorizadas

Wladimir Costa (SD-PA) faltou 32 vezes, e apresentou justificativa para 31 ausências. Segundo o portal da Câmara dos Deputados, o parlamentar se ausentou por estar em “missões autorizadas”.

O paraense ficou conhecido por ser o “deputado do confete” na votação do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016, e como o “deputado da tatuagem” de henna com o nome de Michel Temer, em 2017.

Procurada, a assessoria de Wladimir não se manifestou sobre as viagens até a publicação desta reportagem.

De acordo com assessoria da Câmara dos Deputados, as missões autorizadas são diferentes das oficiais. No caso das autorizadas, o deputado tem a permissão de se ausentar das sessões, mas não em nome da Casa, diferentemente do que ocorre com as “missões oficiais”.

Presos

Entre os que não se ausentaram para cuidar da saúde estão os dois deputados que foram presos durante o mandato. João Rodrigues (PSD-SC) foi o vice-campeão de faltas no total, com 43 ausências. O catarinense foi preso, em fevereiro, após ser condenado em segunda instância por fraude em licitação.

Rodrigues passou quatro meses na prisão, entre fevereiro e junho, até ser autorizado a progredir para o regime semiaberto pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso. Em 11 de junho, voltou a exercer seu mandato na Câmara, regressando para a penitenciária da Papuda para dormir.

Em tese, Celso Jacob (MDB-RJ), que também foi preso no ano passado, poderia ter ido a 41 sessões no primeiro semestre, segundo informações do site da Câmara. Ele compareceu a 14.

Contudo, apenas no início de junho ele foi autorizado a cumprir o resto de sua pena, de 7 anos e 2 meses de prisão, em sua casa e voltar a exercer seu mandato. Jacob foi condenado por dispensa de licitação fora das previsões na Lei das Licitações para construir uma creche no município de Três Rios (RJ), quando era prefeito.

Questões de saúde

Outros oito deputados tiveram de se ausentar para cuidar da saúde. Enfrentando problemas de saúde, o mato-grossense Carlos Bezerra (MDB) foi quem mais registrou faltas no período, com 52 ausências por licença-saúde. O deputado chegou a ser internado na UTI de um hospital em Cuiabá, no início de maio, após passar mal. Em fevereiro, ele já havia sido internado por insuficiência respiratória.

O paulista Antonio Carlos Mendes Thame (PV), que também enfrenta problemas de saúde, registrou 42 faltas com licença médica.

Também estão na lista dos que faltaram a mais de metade das sessões por questão de saúde a deputada Brunny (PR-MG), que estava de licença-maternidade. As faltas dela aparecem como “decisão da Mesa” no portal da Câmara, mas a assessoria de imprensa da deputada e da Casa esclareceram que a mineira gozou da licença-maternidade entre abril e junho.

Shéridan (PSDB-RR), Vicente Arruda (PR-CE), José Otávio Germano (PP-RS), Caio Narcio (PSDB-MG) e Vinícius Gurgel (PR-AP) também apresentaram atestados para a maior parte de suas faltas.

O gaúcho José Otávio Germano teve graves problemas renais durante 2017. A assessoria do deputado afirmou, por meio de nota (leia a íntegra mais abaixo), que as consequências da enfermidade o obrigaram a passar por 16 cirurgias desde então. “Sua saúde plena ainda não foi restaurada, lhe obrigando a permanecer em tratamento constante. Situação que dificulta, muitas vezes, o comparecimento assíduo à Câmara dos Deputados”, esclarece a assessoria.

Shéridan teve 24 de suas 32 faltas abonadas por licença-saúde. Arruda faltou a 29 sessões no primeiro semestre. Foram 21 faltas justificadas, das quais 16 foram atribuídas a licença-saúde. O mineiro Caio Narcio apresentou atestados para 21 de suas 27 ausências. Ao todo, ele faltou 28 vezes.

Vinícius também faltou 27 vezes, e apresentou atestado médico para 20 delas. Ao todo, ele justificou 23 ausências, sendo as demais por “decisão da Mesa”. Procurados, esses parlamentares não esclareceram que problemas tiveram para se afastar da Câmara.

Veja a íntegra da nota enviada por José Otávio Germano:

“Sobre a baixa assiduidade do Deputado José Otávio Germano às Sessões na Câmara dos Deputados é necessário repetir os fatos que já foram tornados públicos sobre sua saúde. Em 2017 o Deputado José Otávio foi acometido por uma doença renal que paralisou o funcionamento de seus rins, resultando em sérias consequências ao sistema circulatório, fato que lhe obrigou a se submeter a dezesseis cirurgias de restauração dos pés e parte inferiores das pernas, além de três cirurgias para a realização de enxertos de pele nos membros afetados. Sua saúde plena ainda não foi restaurada, lhe obrigando a permanecer em tratamento constante. Situação que dificulta, muitas vezes, o comparecimento assíduo à Câmara dos Deputados.

Por fim, relembramos que o Deputado está em seu quarto mandato de Deputado Federal, e fora o grave problema de saúde a que foi acometido nos últimos dois anos, sempre teve elevada assiduidade nas atividades na Câmara Federal.”

FONTE: CONGRESSO EM FOCO

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: Confiança Empresarial diminui com cenário econômico de incerteza – Por Silvio Persivo

    Insistir é preciso. “De tudo ficaram três coisas: A certeza de que estamos começando. A certeza de que precisamos continuar. A certeza de seremos interrompidos antes de terminar. Portanto, devemos fazer da interrupção um caminho novo. Da queda, um passo de dança. Do medo, uma escada. Do sonho, uma ponte. Da procura, um encontro” (Fernando Sabino). IV SIMPÓSIO DE CIÊNCIA E PESQUISA A da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero) com o objetivo de aproximar a sociedade da comunidade científica e apresentar os seus resultados nos projetos apoiados pela instituição,) realiza o IV Simpósio de Ciência e Pesquisa (Simfap), nos dias 5 e 6 de novembro. O evento reúne pesquisadores para compartilhar seus trabalhos, fortalecer a ciência, a tecnologia e a inovação no estado.. O evento om palestras, mesas-redondas, debates e apresentações de trabalhos científicos será realizado no Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), na Avenida Presidente Dutra, nº 1889, em Porto Velho, e as inscrições estão abertas até o dia 4 de novembro, O presidente da Fapero, Paulo Renato Haddad, disse que o Simfap já se tornou uma tradição “Mais do que apresentar resultados, o evento é uma forma de dar transparência aos investimentos realizados em ciência, tecnologia e inovação, aproximando a população das pesquisas e demonstrando como esses recursos estão contribuindo para o desenvolvimento de Rondônia”. COMEÇOU O PERÍDO DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA DE REBANHOS Começou neste último domingo (1º), o período para a segunda etapa da declaração obrigatória de rebanhos em Rondônia. A atualização cadastral deve ser realizada até 30 de novembro pelos produtores rurais que criam bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos, suínos, equídeos e aves. O procedimento é realizado junto à Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron). Durante o período, a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) fica condicionada à regularização das informações cadastrais e os produtores só poderão movimentar os animais para transporte ou comercialização depois de feitaa declaração do rebanho. No sistema Idaron Online, os pecuaristas vão classificar o gado como leiteiro ou de corte e informar os números de nascimentos e mortes desde maio. Também será necessário indicar a faixa etária dos animais, especificando quantos, entre os nascidos depois da primeira etapa da declaração, têm de quatro a seis meses e quantos têm de um a três meses de idade. Por fim deve ser feito o ajuste automático do total dos rebanhos no sistema, a partir das alterações informadas pelo produtor. A A atualização cadastral, como se sabe, é necessária para manter o status sanitário de Rondônia como área livre de febre aftosa sem vacinação. CONFIANÇA DOS EMPRESÁRIOS DIMINUI COM CENÁRIO ECONÔMICO DE INCERTEZA Segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os empresários do comércio, no último e mais forte trimestre para o setor no ano, estão menos otimistas, com menos planos de expansão e contratação. O Icec registrou um recuo de 2,7% em outubro, resultado das incertezas do cenário econômico e apresentou sua quarta queda consecutiva e a mais intensa desde julho, já descontados os efeitos sazonais. Com este resultado, o indicador reduziu para os 96,7 pontos, ficando abaixo do nível de neutralidade e atingindo o valor mais baixo desde maio de 2021, na pandemia, quando marcou 94,5 pontos. Para o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, “O comércio acende um alerta para todo o país ao entrar no período mais lucrativo do calendário, sob cautela. Quando o empresário pisa no freio das contratações e dos investimentos, toda economia desacelera, reflexo direto das incertezas nos âmbitos fiscal e monetário que travam as decisões de negócios neste último trimestre”, analisou. Em Rondônia, a situação é um pouco melhor mesmo com o Icec caindo de 107,3 pontos para 105,9 pontos, ou seja, uma queda de -1,3%. Rondônia, em geral, possui um comportamento mais otimista e resiliente, mas, ainda assim, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia-Fecomércio/RO, Raniery Araújo Coêlho, afirmou ser preciso “Maior previsibilidade, segurança jurídica e políticas monetárias que reduzam os custos das operações do nosso setor. O comércio, nas condições atuais, mesmo querendo expandir e gerar postos de trabalho sofre com a falta de um ambiente mais favorável para manter o crescimento”. E também aconselhou os empresários a realizarem promoções e facilidades maiores para atrair os clientes neste final de ano. REINCIDÊNCIA DE INADIMPLENTES BATE RECORDE Um sintoma deste problema é o fato do Indicador de Reincidência de Pessoas Físicas, apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em setembro, revelar que se verificou o maior recorde no número de consumidores negativados nas listas de inadimplentes. Em setembro de 2026, do total de negativações, 87,44% foram de devedores reincidentes, ou seja, consumidores que já tinham aparecido no cadastro de inadimplentes nos últimos 12 meses. Acrescente-se que no universo de reincidentes, a maior parte, 67,05%, ainda não havia quitado as pendências antigas e foi negativada novamente. Outros 20,38% tinham saído do cadastro de devedores nos últimos 12 meses, mas retornaram. Apenas 12,56% dos negativados em setembro não estiveram com restrições no CPF ao longo do último ano. Mais: o tempo médio decorrido entre o vencimento de uma dívida e o vencimento das demais pendências para os reincidentes foi de 72,5 dias. Isto significa que, em média, depois de cerca de 2,4 meses do vencimento de uma dívida negativada, outra dívida já vence. Também se observa que houve um crescimento de 18,28% no número de devedores reincidentes, os que já haviam aparecido no cadastro de inadimplentes, na comparação com os 12 meses anteriores. É uma forte indicação de que o programa Desenrola não deu certo. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by

Sobre nós

Folha Rondoniense todos os Direitos Reservados @ Endereço: Rua Nicaraguá 7246, Centro, Candeias do Jamari

facebook: folha Rondoniense.folha Rondoniense.