Resenha Politica

Zuza e José Neumar ajudaram a escrever a história rondoniense – Por Robson Oliveira

ENTREVISTA 

Depois de pouco mais de três meses recolhido da atividade parlamentar para se dedicar a responsabilidades familiares, o senador Marcos Rogério (PL), em entrevista a um veículo de comunicação em Vilhena, avaliou os motivos pelos quais foi derrotado no segundo turno para o governo de Rondônia pelo coronel Marcos Rocha (UB). Entre outras razões, justificou que muitos eleitores alegavam votar no adversário porque queriam que ele (Marcos) permanecesse no Senado Federal.  

SOBERBA  

Marcos Rogério confirmou que optou em não estabelecer alianças com outras forças políticas seja no primeiro, seja no segundo turno. Aproveitou para alfinetar o governador Marcos Rocha ao declarar que para vencer teve que colocar ao lado pessoas que o atacaram duramente, embora reconheça que governaria com outras forças políticas. Ao não dialogar, recebeu críticas pela decisão adotada na campanha e que muitos avaliam como sendo um dos principais motivos da derrota e que comprovou o lado soberbo que os adversários sempre realçam no senador.

ENTREVISTA 

Depois de pouco mais de três meses recolhido da atividade parlamentar para se dedicar a responsabilidades familiares, o senador Marcos Rogério (PL), em entrevista a um veículo de comunicação em Vilhena, avaliou os motivos pelos quais foi derrotado no segundo turno para o governo de Rondônia pelo coronel Marcos Rocha (UB). Entre outras razões, justificou que muitos eleitores alegavam votar no adversário porque queriam que ele (Marcos) permanecesse no Senado Federal.  

SOBERBA  

Marcos Rogério confirmou que optou em não estabelecer alianças com outras forças políticas seja no primeiro, seja no segundo turno. Aproveitou para alfinetar o governador Marcos Rocha ao declarar que para vencer teve que colocar ao lado pessoas que o atacaram duramente, embora reconheça que governaria com outras forças políticas. Ao não dialogar, recebeu críticas pela decisão adotada na campanha e que muitos avaliam como sendo

ENTREVISTA 

Depois de pouco mais de três meses recolhido da atividade parlamentar para se dedicar a responsabilidades familiares, o senador Marcos Rogério (PL), em entrevista a um veículo de comunicação em Vilhena, avaliou os motivos pelos quais foi derrotado no segundo turno para o governo de Rondônia pelo coronel Marcos Rocha (UB). Entre outras razões, justificou que muitos eleitores alegavam votar no adversário porque queriam que ele (Marcos) permanecesse no Senado Federal.  

SOBERBA  

Marcos Rogério confirmou que optou em não estabelecer alianças com outras forças políticas seja no primeiro, seja no segundo turno. Aproveitou para alfinetar o governador Marcos Rocha ao declarar que para vencer teve que colocar ao lado pessoas que o atacaram duramente, embora reconheça que governaria com outras forças políticas. Ao não dialogar, recebeu críticas pela decisão adotada na campanha e que muitos avaliam como sendo um dos principais motivos da derrota e que comprovou o lado soberbo que os adversários sempre realçam no senador. 

um dos principais motivos da derrota e que comprovou o lado soberbo que os adversários sempre realçam no senador. 

OPOSIÇÃO 

Aproveitou a entrevista para se dirigir aos bolsonaristas e informar que se manterá fiel ao discurso extremado contra o governo do presidente Lula. Reafirmou que, no Senado, vai estar na oposição, e classificou o início da administração de Lula de desgoverno. Confirmando seu lado belicoso contra Lula, creditou culpa pelos buracos nas rodovias federais, apesar de apenas quatro meses na condução da administração pública. Anunciou que em junho volta ao Senado com a mesma linha beligerante contra os petistas.  

SINALIZAÇÃO 

Pela entrevista, Marcos Rogério sinalizou que será candidato à reeleição ao descartar a especulação feita pela mídia nacional sobre uma eventual candidatura de Bolsonaro ao Senado por Rondônia. Especulação que esta coluna também refutou ao citar em avaliação passada.  

CONSERVADORISMO 

O eleitor rondoniense é historicamente conservador, especialmente no interior, onde predomina uma migração sulista e do sudeste. Isto não foi impedimento para eleger majoritariamente governadores do espectro do centro (Moura, Raupp e Bianco). Com a ajuda de administrações municipais desastrosas dos petistas, deslocou-se para a direita e, em seguida, boa parte para a extrema direita. Municípios polos como Jaru, Ouro Preto, Ji-Paraná, Cacoal, Guajará-Mirim e Porto Velho, governados pelo PT, foram tão mal avaliados que impediram o surgimento de novas lideranças, justa ou injustamente. Ao jogar no lixo êxitos sensacionais nas urnas, os petistas terminaram contribuindo para que o eleitor conservador de Rondônia demonizasse o partido e os seus candidatos. Daí o salto em direção contrária.  

CAPITULAÇÃO 

Mas o fato é que os erros destas administrações colaboraram para que Rondônia refutasse qualquer candidatura mais progressista. Isto fez com que muitos democratas readequassem o discurso em direção ao extremismo de direita para poder vencer algum pleito. Não é o caso do senador Marcos Rogério que, eleito inicialmente pelo PDT, partido mais à esquerda, sempre flertou com o campo conservador e, atualmente, aposta nesta linha extremada para manter o mandato em 2026. O governo não pode contar com sua eventual capitulação.  

PL 

Quanto à defenestração da direção estadual do PL para o senador Jaime Bagattoli, ele confirma que não foi avisado, conforme divulgou esta coluna na época. Contudo, adiantou que mantém relação amistosa com o colega de Senado e espera que o partido esteja pronto para as eleições municipais do ano que vem ao lembrar que caberá ao Bagattoli a obrigação de estruturar a legenda para as eleições. Quanto à permanência no PL, disse que ainda vai avaliar o cenário ao retornar às funções em junho, final da licença.  

IMPROPÉRIOS 

Ao que tudo indica o deputado estadual delegado Rodrigo Camargo (Republicanos) tem o senador emedebista Confúcio Moura como principal alvo da sua fúria política. Ao abordar as questões ambientais, Camargo acusa o senador de mentir para as pessoas que exploram economicamente em áreas de proteção legal. Não é a primeira vez que o deputado açula o senador. Também não é a primeira que ataca Confúcio Moura por regulamentar via decreto as onze áreas que o próprio legislativo destinou para preservação ao votar a lei ambiental. Por enquanto, o senador tem ignorado os impropérios do deputado.  

SAGACIDADE 

Confúcio Moura é um político com uma larga experiência na disputa eleitoral e de uma sagacidade apurada que sobreviveu ao tempo exatamente por saber desobstruir do seu caminho os adversários de plantão, incluídos aí aliados de longas datas. Conhece como ninguém os bastidores e sabe manipular com maestria os meios para sagra-se vencedor nos fins. O delegado Camargo, seu mais novo predador, que se cuide porque Moura quando é acuado busca um atalho seguro para contra-atacar os desafetos que colocam obstáculos na caminhada.  

RECONHECIMENTO 

A coluna abre espaço para registrar o passamento para o andar de cima de duas figuras ilustres que nos deixaram neste andar de baixo. Zuza Carneiro e José Neumar, cada qual com suas peculiaridades, ajudaram a escrever a história rondoniense. O primeiro, mestre dos grandes eventos, soube modernizar o colunismo social com tiradas inteligentes  e saindo daquela mesmice do elogio fácil para afagar o ego dos “bacanas” de ocasião. Além de um excelente profissional, Zuza era figura amável, agradável e de bom caráter. Já o segundo, um militante que nunca arredou um milímetro das convicções, mesmo quando elas eram difíceis de convencimento, apesar de radicalizar na defesa daquilo que acreditava ser o ideal, mesmo sendo utópico. Neumar era um gentleman no trato com aqueles que com ele divergiam.  

MEMÓRIA 

Nas mesas do antigo Bangalô, bar que nos anos 80 e 90 reunia toda espécie de gente na capital, Neumar e Odair Cordeiro eram os únicos petistas que a direita sentava na mesma mesa para travar uma boa discussão sem as ofensas mútuas que hoje enchem os espaços das mídias sociais. E Zuza, com seu colunismo vanguardista, reportava tudo no dia seguinte em sua festejada coluna. Faço esse registro em homenagem à memória de Rondônia nem sempre justa com figuras ilustres que ajudaram a escrever nossa história.

AUTOR: ROBSON OLIVEIRA –  COLUNA RESENHA POLITICA

 –  A OPINIÃO DOS COLUNISTAS COLABORADORES SÃO DE SUA INTEIRA RESPONSABILIDADE E NÃO REFLETE NECESSARIAMENTE A POSIÇÃO DA FOLHA RONDONIENSE

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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