Atualidades

Viúvas de ex-governadores recebem pensão de até R$ 30 mil por mês

Em um dos casos, político ficou no cargo por menos de um mês e mulher tem, desde 2002, direito a receber pagamento vitalício de R$ 15 mil

Ao menos 46 viúvas e uma filha de ex-governadores recebem pensões pagas pelos Estados. Para garantir o benefício, 13 unidades da federação desembolsam R$ 1.036.917,22, somados, todos os meses. Por ano, considerando o 13º, os gastos ultrapassam R$ 13 milhões.

O R7 localizou os nomes das viúvas nos portais da transparência ou junto aos governos estaduais. Em alguns casos, as mulheres têm direito a receber pensão de políticos que chefiaram o Executivo estadual por alguns dias ou meses.

Treze delas acumulam os rendimentos com outras pensões pagas pela Câmara dos Deputados ou pelo Senado Federal. Em um caso, a viúva chega a receber R$ 65.153,03 mensais.

Na quarta-feira (19), o R7 mostrou que 18 Estados gastam cerca de R$ 25 milhões por ano com pensões a ex-governadores, muitos deles com outros cargos, como deputado ou senador e que acumulam rendimentos.

Somadas, as despesas com pensões para ex-governadores e viúvas se aproximam de R$ 40 milhões ao ano no país.

Acre

O Acre é onde mais se gasta com pensões a mulheres de ex-governadores: R$ 274.239,98 por mês. Constam na folha de pagamento oito viúvas, todas com direito a R$ 30.471,11 mensais. Uma delas, chegou a receber R$ 60.942,21 em julho e agosto.

A mulher do ex-governador Rui Lino (outubro de 1961 a junho de 1962) tem o benefício desde a morte dele, em 1987.

O governador seguinte foi Aníbal Miranda (junho de 1962 a março de 1963), que morreu em 2004, também deixando pensão. O cargo foi então ocupado por José Augusto de Araújo durante 434 dias. Com o falecimento dele, em 1971, a viúva passou a receber o benefício.

O ex-governador Wanderley Dantas (1971-1974) também foi deputado federal. Ele morreu em 1982 e a viúva ficou com a pensão de ex-governador, além de outra de R$ 4.389,19 da Câmara dos Deputados.

Também usufruem da pensão as viúvas de Jorge Kalume, Pedro Neiva de Santana, Orleir Cameli e Edmundo Pinto.

Maranhão

Em segundo lugar na lista de Estados que mais gastam com pensões a viúvas está o Maranhão. São R$ 182.826,66 mensais e seis mulheres que recebem R$ 30.471,11.

As viúvas dos ex-governadores Luís Rocha (1983-1987) e Epitácio Cafeteira (1987-1990) ainda recebem pensões adicionais de R$ 6.583,78, porque os maridos foram deputado e senador, respectivamente.

Antonio Dino governou o Maranhão de maio de 1970 a março de 1971. Morreu em 1976 e a esposa dele recebe até hoje.

Outras pensionistas são as mulheres de João Castelo (1979-1982) e Jackson Lago (2007-2009). A reportagem não conseguiu identificar a sexta integrante da lista de beneficiárias.

O pagamento da pensão continua em vigor no Maranhão.

Rio de Janeiro

O Estado do Rio de Janeiro paga R$ 118.087,98 a seis viúvas de ex-governadores. Cada uma delas têm direito aos mesmos vencimentos do atual governador: R$ 19.681,33.

Chama atenção o caso da ex-companheira de Leonel Brizola, falecido em 2004, aos 82 anos. Além da pensão de ex-governador do Rio de Janeiro, Marília Guilhermina Martins Pinheiro ainda recebe o mesmo benefício do governo do Rio Grande do Sul (R$ 32.675,52) e da Câmara dos Deputados (R$ 12.796,18), já que o político governou os dois Estados e foi deputado. A soma dos proventos chega a R$ 65.153,03.

Marília Guilhermina consta como integrante do Diretório Nacional do PDT, mesmo partido de Brizola. A reportagem não conseguiu localizá-la.

Roberto Silveira (foto) morreu durante o governo

Roberto Silveira (foto) morreu durante o governo

Arquivo Nacional

Togo de Barros governou o Rio de 1958 a 1959 e morreu em 2007. A viúva consta na folha de pagamento de pensões especiais do Estado. Roberto Silveira, foi chefe do Executivo de 1959 a 1961, quando morreu em um acidente de helicóptero, aos 37 anos. A mulher dele também recebe até hoje.

A viúva de Macedo Soares, governador entre 1947 e 1951, também recebe. Outras beneficiárias são as mulheres de Teotônio Araújo (1966-1967) e Raimundo Padilha (1971-1975).

A Secretaria de Estado de Fazenda e Planejamento diz que a lei foi alterada e apenas quem já tinha o benefício continua a receber. A pensão do ex-governador Celso Peçanha, falecido em 2016, por exemplo, não pode ser repassada para ninguém porque a morte ocorreu após a mudança na Constituição estadual.

Rondônia

Quatro mulheres de ex-governadores falecidos recebem pensão do governo de Rondônia: R$ 25.322,25 mensais cada uma.

A viúva de Jerônimo Garcia de Santana, que também foi deputado federal, recebe ainda R$ 6.583,78 de pensão do Congresso.

Wadih Darwich Zacharias permaneceu no cargo de dezembro de 1962 a maio de 1963 e garantiu à esposa o direito de receber a pensão após a morte dele. Na folha de pagamento de Rondônia constam ainda as mulheres de Jorge Teixeira de Oliveira (1979-1982), morto em 1987; e João Carlos dos Santos Mader (1965-1967)

A lei nº 50, que garante esses benefícios em Rondônia, é de 1985. O artigo 3º diz o seguinte: “falecendo o ex-governador, beneficiário da pensão de que trata Lei, o direito à percepção transferir-se-á ao cônjuge supérstite ou aos filhos menores de 18 anos ou comprovadamente inválidos para o trabalho”.

Mato Grosso

Cruz (foto) ficou no cargo 16 dias e viúva recebe pensão

Cruz (foto) ficou no cargo 16 dias e viúva recebe pensão

Divulgação

O Estado de Mato Grosso paga pensão vitalícia a cinco mulheres. O caso mais emblemático é o da viúva do deputado estadual Evaristo Roberto Vieira da Cruz, que permaneceu interinamente no cargo de governador por 16 dias, em 1986.

A mulher dele foi beneficiada por uma decisão de outro governador interino (o deputado estadual Humberto Bosaipo), que nos dez dias em que ocupou a função editou um projeto de lei que garantiu o benefício à viúva.

As pensões no Estado foram extintas no ano seguinte, mas quem já tinha direito continua a receber. O valor atual pago à esposa do político é de R$ 15.083,79.

Jari Gomes era presidente da Assembleia Legislativa e assumiu após a renúncia do titular. Permaneceu no cargo entre julho de 1950 a janeiro de 1951. A viúva dele consta na folha de pagamento, com vencimentos de R$ 22.401,41 mensais.

José Garcia Neto foi eleito pela Assembleia Legislativa durante a ditadura e comandou o Estado entre 1975 e 1978. A mulher dele recebe R$ 16.443,55 do Estado e mais R$ 4.389,18 de pensão da Câmara, porque o político foi deputado federal entre 1967 e 1975.

Wilmar Peres Faria era vice do governador Júlio Campos, que renunciou em maio de 1986 para concorrer a uma vaga na Câmara. Ele comandou Mato Grosso até março do ano seguinte. Por dez meses como governador, a viúva dele recebe R$ 17.032,62 desde 2006, quando o político faleceu.

O ex-governador Dante de Oliveira também morreu em 2006. Ele ficou no poder de 1995 a 2002. A viúva tem uma pensão mensal de R$ 9.811,70.

Paraíba

João Suassuna governou a Paraíba nos anos de 1920

João Suassuna governou a Paraíba nos anos de 1920

Wikimedia Commons

Na Paraíba, até mesmo a filha do ex-governador João Suassuna, que ocupou o cargo de 1924 a 1928, consta como pensionista. O valor que ela recebe (R$ 2.850,75) é o menor entre as demais beneficiárias no Estado.

A viúva de Dorgival Neto (1978-1979), por exemplo, tem direito a R$ 12.661,75. A mulher de João Agripino (1966-1971) acumula a pensão estadual de R$ 11.403 com outra da Câmara dos Deputados, de R$ 16.273,77. O político faleceu em 1988.

Outra mulher que acumula pensões é a de Ivan Bichara, que governou a Paraíba de 1975 a 1978 e morreu em 1998. Ela recebe R$ 11.403 do Estado e R$ 8.778,38 da Câmara.

A esposa de Ronaldo Cunha Lima, mãe do senador Cássio Cunha Lima (PSDB), recebe R$ 11.403 desde 2012, quando o ex-governador morreu.

Também estão listadas na folha de pagamento de pensões na Paraíba as viúvas de Flávio Ribeiro Coutinho (1956-1958), Tarcísio Burity (1979-1982) e Antonio Mariz (janeiro a setembro de 1995).

O governo paraibano gasta por mês R$ 78.229 para arcar com as pensões vitalícias.

Outros Estados

Em SC, três viúvas recebem R$ 15 mil cada

Em SC, três viúvas recebem R$ 15 mil cada

Divulgação

As pensões de duas viúvas de ex-governadores do Mato Grosso do Sul custam R$ 59.970,04 aos cofres públicos. Ramez Tebet governou de maio de 1986 a março de 1987 e a mulher tem direito a R$ 32.599,14 mensais.

Pedro Pedrossian, falecido no ano passado, comandou o MS entre 1991 e 1994. A esposa dele recebe R$ 27.340,90.

Santa Catarina paga o benefício de R$ 15.000 a três viúvas. As mulheres de Vilson Kleinübing e Luiz Henrique da Silveira acumulam os ganhos com pensões do Senado (R$ 4.389,19) e da Câmara (R$ 11.648,23), respectivamente.

A cônjuge do ex-governador José Boabaid é a terceira da lista. Ele governou interinamente Santa Catarina de 1948 a 1950 e faleceu em 1972.

A viúva do ex-governador do Piauí Helvídio Nunes recebe pensão de R$ 12.481,40, segundo dados do Portal da Transparência do Estado. Ela ainda consta como pensionista do Senado Federal, com rendimentos mensais de R$ 8.788,38.

Além da viúva de Leonel Brizola (caso mencionado acima), o Rio Grande do Sul também paga pensão de R$ 32.624,56 à esposa do ex-governador Sinval Guazzelli, morto em 2001.

O Estado de Alagoas garante pensão de R$ 19.238,57 mensais à viúva de Divaldo Suruagy, falecido em 2015. O ex-governador também foi senador e a esposa tem direito a R$ 6.583,79 mensais.

Na folha do governo paraense consta apenas o nome da viúva de Almir Gabriel, que recebe R$ 19.496,96.

Em Roraima, o pagamento da pensão é para apenas um caso especial.

“Apenas a viúva do ex-governador Ottomar Pinto, ex-senadora Marluce Pinto, recebe mensalmente a ordem de R$ 12 mil [R$ 12.360], o que corresponde a 40% do salário atual de governador. Ottomar Pinto morreu em dezembro de 2007, em pleno exercício do cargo de governador do Estado de Roraima, o que garante o benefício à viúva”, informou a Secretaria de Fazenda do Estado.

Além disso, Marluce é aposentada pelo Senado, com direito a R$ 17.026,19 por mês. O R7 tentou contato com ela por meio do diretório do MDB em Roraima, partido ao qual foi filiada. No entanto, a informação foi de que a ex-senadora estaria morando no Ceará há muitos anos.

FONTE: R7.COM

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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