Teia Digital

Vendas do Tesouro direto superam resgastes – Por Sílvio Persivo

Traduzir a que será que se destina? “Por princípio, todas as traduções são boas. Em qualquer caso, se passa com elas o mesmo que com as mulheres: de alguma maneira são necessárias, ainda que nem todas sejam perfeitas” (Augusto Monterroso).

DESAFIO INTERNATIONAL SPORT KICKBOXING 

Sob coordenação e realização oficial da International Sport Kickboxing Association (Iska), no próximo dia 2 (sábado), às 19h, no Ginásio Cláudio Coutinho, será realizado o  Desafio Internacional de Kicjboxing, em Porto Velho, com 12 lutas profissionais transmitidas ao vivo por TV para Rondônia e pelo You Tube para todo o planeta. As disputas pelas premiações começam com o espetáculo das pesagens dos lutadores, às 19h, do dia 1º, no Hotel Slaviero, conforme explicou Júnior Oliveira, diretor executivo da Iska – Rondônia, um dos entusiastas do esporte em toda a Amazônia. Segundo ele, a previsão é de que cinco mil pessoas assistam as lutas no Cláudio Coutinho (5ª edição do Desafio Internacional, em Rondônia), que reserva muita emoção, muita adrenalina nas 12 competições profissionais. Segundo ainda  o diretor da Iska em Rondônia, a programação oficial do evento no Ginásio Cláudio Coutinho começa com a solenidade de abertura, para apresentação dos atletas (lutadores), seguida de cerimônia com a presença do governador Marcos Rocha, que é faixa preta de karatê, 4º Dan, e convidados, para, enfim, iniciar as competições. A Superintendência de Turismo (Setur) do Governo de Rondônia que apoia a realização do evento. 

AUDIÊNCIA CONJUNTA DA PEC Nº 45/2019

Foi realizada, na tarde desta quinta-feira (24), na Assembleia Legislativa de Rondônia, a Audiência Pública Conjunta que discutiu sobre a Reforma Tributária, mais conhecida como PEC 45/2019. O evento da Comissão Especial da Câmara de Deputados foi proposto pelo Deputado Federal Léo Moraes e, na Assembleia de Rondônia, pelo deputado estadual Ezequiel Neiva, contando com o apoio do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac e da Confederação Nacional do Comércio-CNC.  Presente o vice-presidente da Comissão especial da Reforma Tributária, deputado Sidney Leite ressaltou que “É chegada a hora de nós termos uma reforma tributária que não só facilite o setor produtivo, mas, também seja um fator importante para o desenvolvimento do País”. E completou “Este é o nono encontro que realizamos nas capitais brasileiras. Nós temos esta responsabilidade coletiva de contribuir para o desenvolvimento econômico do país e de criar um sistema tributário mais simples e menos regressivo”. Já o deputado Léo Moraes disse que “Nós apresentamos uma emenda que visa estancar a possibilidade de aumento de impostos, ou seja, pretendemos assegurar que a reforma simplifique sim, porém, não aumente a carga tributária”. Algumas das falas dos presentes criticaram a falta de  precisão da emenda, o que pode resultar em judicialização, a convivência de dois regimes tributários durante o período de transição e a inexistência de previsões, de números que possibilitem prever os impactos da mudança. Para alguns dos presentes, a ausência de previsões, de números, pode resultar em que se tenha problemas maiores no futuro do que com o atual modelo, bem como que se desestimule os investimentos.

ARRECADAÇÃO FEDERAL DO AMAZONAS CRESCE ACIMA DA MÉDIA

A arrecadação federal do Amazonas voltou a crescer, em setembro, acima da média nacional, embora em um ritmo inferior ao de agosto. Cinco dos nove principais tributos administrados pela Receita Federal sustentaram a alta do recolhimento no Estado, três deles incidentes sobre as vendas. Sem descontar a inflação, a soma de tributos, receita previdenciária e recursos não administrados pelo órgão totalizou R$ 1,41 bilhão no mês passado, 14,63% a mais do que o obtido no mesmo mês de 2018 (R$ 1,23 bilhão) – bem abaixo dos 24,14% anteriores. O desempenho do Estado ficou novamente bem acima da média nacional (+2,95%), que passou de R$ 110,66 bilhões (2018) para R$ 113,93 bilhões (2019) na mesma comparação. Entre os tributos incidentes sobre o faturamento, a única baixa veio do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), um dos tributos que integram a cesta de incentivos da ZFM. Passou de R$ 15,60 milhões (2018) para R$ 11,97 milhões (2019), uma retração de 23,27%. Majoritário na composição das receitas do tributo, o IPI vinculado à importação (-26,25%) voltou a puxar os números para baixo.

VENDAS DO TESOURO DIRETO SUPERAM RESGASTES 

As vendas do Tesouro Direto superaram os resgates em R$ 302,6 milhões em setembro. De acordo com os dados do Tesouro Nacional, divulgados hoje (25), em Brasília, as vendas do programa atingiram R$ 1,923 bilhão no mês passado. Já os resgates somaram R$ 1,620 bilhão. Todos os resgates são de recompras de títulos públicos. Não houve resgates relativos a vencimentos, ou seja, quando o prazo do título acaba, e o Tesouro precisa reembolsar o investidor com juros.  Os títulos mais procurados pelos investidores foram os vinculados à taxa Selic (juros básicos da economia), cuja participação nas vendas atingiu 50,2%. Os títulos corrigidos pela inflação (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA) corresponderam a 30,5% do total das vendas, enquanto os prefixados, com juros definidos no momento da emissão, foram 19,2%. O estoque total do Tesouro Direto alcançou R$ 58,8 bilhões no fim de setembro, um aumento de 1,1% em relação a agosto (R$ 58,1 bilhões) e de 13,9% em relação a setembro do ano passado (R$ 51,6 bilhões).

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL –  JORNALISTA

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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