Teia Digital

2º Edição de Porto Velho capital da navegação – Por Sílvio Persivo

Discutam com ele. Eu não sei de nada. “Para quem tem dinheiro não existe trânsito em julgado. O processo prescreve e não se fala mais nisso. Sairia mais barato para a sociedade nem começar o processo” (Júlio Marcelo de Oliveira).

2ª EDIÇÃO DE PORTO VELHO CAPITAL DA NAVEGAÇÃO

A FENAVEGA-Federação Nacional das Empresas de Navegação Aquaviária e seus sindicatos afiliados em conjunto com a SOHP-Sociedade de Hidrovias e Portos do Estado de Rondônia promovem, no dia 06 de novembro de 2019, no Auditório da OAB/RO, Rua Paulo Leal, 1232-1330, às 14:00 horas, a 2ª Edição do movimento Capital da Navegação. A proposta é a de promover o protagonismo nos estados da navegação e a discussão e a adoção de medidas para o setor. O evento tem o apoio da Enfine-Assessoria e Consultoria. Maiores informações e/ou inscrições podem ser feitas pelos telefones (69) 3229-1091; 98146-5000 e 99993-1302 ou pelos e-mails: [email protected] e [email protected]. 

NA COMEMORAÇÃO DE 33 ANOS DETRAN HOMENAGEIA PERSONALIDADES DE SUA HISTÓRIA 

Para comemorar os seus 33 anos de criação, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) Rondônia resolveu reconhecer os serviços prestados ao órgão por personalidades, servidores ou não,  à causa da segurança do trânsito, mobilidade humana, sustentabilidade ambiental ou na defesa da vida, nas diversas modalidades. O diretor geral do Detran, coronel Neil Aldrin Faria Gonzaga disse que o evento de outorga de 50 medalhas, divididas em cinco modalidades é um reconhecimento por parte do Detran aos servidores, autoridades e pessoas da sociedade que contribuíram de forma significativa com a segurança dos usuários no trânsito. “É um reconhecimento que o Detran fez e continuará fazendo para com os servidores, autoridades e sociedade, afinal o trânsito é formado por pessoas e todos nós somos responsáveis”, ressaltou o coronel Gonzaga. O evento de concessão de medalhas ocorreu na quinta-feira (24) no auditório do Tribunal Regional Federal de Rondônia, em Porto Velho e contou com a presença de servidores da capital e do interior e de autoridades. A programação contou com um bate papo entre os servidores mais antigos do Detran, que fizeram um resgate dos principais acontecimentos nesses 33 anos de existência do órgão.  Participaram do bate papo o procurador do Detran, Claudino Sergio de Alencar Ribeiro, os servidores, Edvar José Modesto, Maria Aparecida Izidoro dos Santos, José Costa Campos e tantos outros que se alternaram numa conversa gostosa resgatando a história do Detran. O mediador Welton Roney, que é diretor de Fiscalização, disse que foi um privilégio ter mediado a conversa e saber de fatos ocorridos há 20, 30 anos. “É um resgate muito interessante da história do Detran”, afirmou.

POLO ELETROELETRÔNICO SE DIVIDE SOBRE OS RESULTADOS DE 2019

Os fabricantes de eletroeletrônicos do PIM estão divididos sobre os resultados de 2019. É que, enquanto a linha de áudio e vídeo, eletroportáteis e linha branca devem chegar ao fim do ano com 5% a 10% de alta, com destaque para os condicionadores de ar, estão otimistas, a majoritária linha marrom perdeu posições para a branca. Itens tradicionais tiveram uma baixa significativa, como é o caso dos televisores com tela LCD, que tiveram fabricação menor (-1,93% e 6.410.879 unidades) na mesma comparação, assim como receptores de sinal de TV (-9,86% e 2.477.033). É preciso verificar, no entanto, que no ano passado foi ano de Copa do Mundo, quando aumentam fortemente a venda de televisores. De qualquer forma a estimativa é da Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos) é que vão fechar 2019 com, pelo menos, um empate na produção e vendas de TVs em relação aos resultados do ano passado.  Melhor sorte teve a divisão de bens de informática do polo eletroeletrônico, que conseguiu avançar em dólares, ao contabilizar US$ 2.77 bilhões no acumulado dos seis meses iniciais de 2019, 8,23% a mais do que o apresentado em igual intervalo de 2018 (US$ 2.56 bilhões). Em reais, o resultado foi mais expressivo (+20,10%), com R$ 10,65 bilhões (2019) contra R$ 8,87 bilhões (2018). O balanço positivo nas vendas não se refletiu nos índices de produção, que apresentaram retração nos bens de informática mais importantes do PIM. O maior tombo foi sentido na linha de microcomputadores portáteis, que entregou apenas 196.977 unidades no semestre, 50,91% a menos do que em igual período de 2018 (401.229). Celulares (-6,66% e 6.858.469) e tablets (-35,06% e 199.897) também amargaram quedas.

BRASIL PIORA 15 POSIÇÕES EM RANKING DE AMBIENTE DE NEGÓCIOS 

O Brasil caiu 15 posições no Doing Business 2020, ranking do Banco Mundial que analisa o ambiente de negócios. Entre 190 economias, o país foi da 109º para 124º colocação, aproximando-se da posição que ocupou durante 2017 e 2018, depois de ter melhorado em 2019. Nações como México (60º), Índia (63º) e África do Sul (84º) estão à nossa frente. Os dados são relativos ao mês de maio de 2019 e apontam  dois pontos como avanços importante neste quesito de abertura de empresas em relação a 2018. O primeiro deles foi a facilitação dos processos de registro de empresas e, o segundo, a redução do custo do certificado digital. O grande problema permanece sendo o  pilar pagamento de tributos, onde o Brasil manteve-se entre os 10 piores países do mundo, ocupando o 184º lugar. A nossa classificação permanece a mesma nos indicadores “número de pagamentos por ano”, “carga sobre o lucro” e “índice de pós declaração”, com exceção do número de horas gastas para o pagamento de tributos, que caiu por volta de 25%, de 1.958 (2018) para 1.500 horas (2019). O relatório não traz explicações para esta redução. Uma análise por base de tributação (consumo, renda e folha) revela que todas sofreram uma redução similar, por volta de 25%.

SÓ 25 DOS JOVENS REALIZAM CONTROLE FINANCEIRO 

Segundo a Agência Brasil, uma pesquisa do SPC Brasil mostra que 47% das pessoas da Geração Z, os que de 18 a 25 anos, não fazem controle de seus gastos. A SPC Brasil é uma empresa vinculada à Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) que processa e armazena as operações de crédito realizadas pelas empresas no país. As justificativas para a falta de controle das finanças vão de não saber fazer (19%) à preguiça (18%), falta de hábito ou disciplina (18%) e não ter rendimentos (16%). Os dados revelam um endividamento recorde dos mais jovens, diz a economista-chefe do SPC Brasil Marcela Kawauti. Para ela,  “As principais dívidas são as tradicionais, e o cartão de crédito ainda é muito presente. Vale lembrar que, nessa fase da vida, o cartão de crédito provavelmente é usado para pagamento de contas do dia a dia, e não de contas básicas”, destaca. “Então, esse jovem também se endivida com coisas que ele não deveria pagar a prazo, e sim à vista.”

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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