Teia Digital

Festa do servidor público estadual será na sexta-feira – Por Sílvio Persivo

E garanto que capaz de minha gargalhada melhorar. “Posso viver sem a maioria das pessoas. Elas não me completam, me esvaziam” (Charles Bukowski). 

FEIRÃO DO COMÉRCIO 

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia-Fecomércio/RO e Sindicato dos Alimentos do Estado de Rondônia-Sinalimentos-RO estarão realizando nos dias 29 e 30 de novembro, no Espaço Bingool Eventos, o Feirão do Comércio-Preço Baixo de Verdade onde 30 estandes dos sindicatos ligados à Federação irão oferecer ofertas de seus produtos e serviços, bem como o Sesc e Senac farão atendimentos gratuitos para a população. 

FESTA DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL SERÁ NA SEXTA-FEIRA

Os servidores estaduais terão momentos de recreação e atendimento de saúde na comemoração antecipada na próxima sexta-feira (25), a partir das 7h30, na escadaria e na praça do Palácio do Governo, em Porto Velho. O Dia do Servidor, feriado nacional, será lembrado na segunda-feira (28).  A comemoração da data teve lei promulgada em 1943 pelo ex-presidente Getúlio Vargas. O superintendente estadual de Gestão de Pessoas, coronel Sílvio Luiz Rodrigues da Silva disse que“Convidamos a todos para que se façam presentes nessa celebração, que materializa nosso respeito ao trabalho cotidiano de cada um dos nossos 56 mil servidores na capital e nas cidades do interior”.  Teste de glicemia, aferição de pressão arterial, aplicação de vacinas, ginástica laboral fazem parte da programação. Tendas abrigarão servidores, médicos, técnicos em saúde e demais organizadores. “Será uma festa feita com simplicidade e meios próprios, esperamos que seja significativa para cada um”, acrescentou o superintendente. A homenagem conta com o apoio das Secretarias de Saúde, Educação, das Superintendências de Comunicação Social e de Orçamento e Gastos Públicos, e Cerimonial.

AUDIÊNCIA PÚBLICA CONJUNTA SOBRE A PEC Nº 45/2019

A Assembleia Legislativa de Rondônia e a Comissão Especial da Reforma Tributária da Câmara Federal farão uma Audiência Pública Conjunta com o objetivo de debater a PEC nº 45/2019,  no dia 24 de outubro de 2019 (quinta-feira), no horário de 15 horas, na sede da ALE/RO, no Auditório Amizael Gomes da Silva, Palácio Marechal Rondon-Av. Farquar, 2562-Olaria, em Porto Velho-Rondônia. Na ocasião estarão presentes o presidente da Comissão Especial destinada a proferir parecer à Proposta de Emenda nº 45/2019, Hildo Rocha (MDB/MA) e o relator Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) e o membro da comissão da bancada de Rondônia,  deputado Léo Moraes. A PEC n° 45, de autoria original do Sr. Baleia Rossi e outros, “altera o Sistema Tributário Nacional e dá outras providências” e propõe a extinção de cinco tributos muito conhecidos dos brasileiros: Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e Contribuição para o Programa de Integração Social (PIS), para no lugar desses tributos que seriam extintos, surgiria um imposto unificado: o Imposto sobre operações com bens e serviços (IBS), nos moldes de um imposto sobre valor agregado.

AMAZONAS TEM A MAIOR MORTALIDADE DE EMPRESAS EM DEZ ANOS 

O Estado do Amazonas aumentou o número de suas empresas, entre 2008 e 2017, porém, mesmo assim perdeu participação na Região Norte por ter  a menor taxa de sobrevivência de pessoas jurídicas atuantes no mercado em todo o Brasil, segundo a pesquisa de Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo, divulgada pelo IBGE. Numa década, a quantidade de empresas no Estado passou de 27.175 (2008) para 31.153 (2017), uma diferença de 3.978 unidades.  Em 2017 nasceram 5.012 novas unidades e reentraram outras 1.680. Com isTo, o número total de empresas que ingressaram no mercado local alcançou 6.692, ou 19,6% das entradas da Região Norte. Por outro lado, as saídas de unidades de empresa no mesmo ano quase alcançaram o número de entradas (6.667), uma diferença de apenas 25 unidades. Do total de companhias ativas em 2017, 78,5% (24,4 mil) eram sobreviventes e 21,4% correspondiam a entradas (6.600), das quais 16% referentes a nascimentos (5.000) e 5,3% a reentradas (1.600). As pessoas jurídicas que saíram do mercado totalizaram 27,2% (6.600 empresas).  O Amazonas (78,5%) foi um dos Estados brasileiros com menor taxa de sobrevivência de empresas, sendo seguido por Maranhão (80,1%), Pará (80,5%) e Amapá (81,1%). Em contraste, as maiores taxas de estabelecimentos que permaneceram no mercado foram registradas no Rio Grande do Sul (87,4%), Santa Catarina (87,2%) e Minas Gerais (86,2%).

IPCA-15 É O MENOR PARA OUTUBRO DESDE 1998

Segundo a prévia da inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) de outubro, a inflação é de 0,09%. É o menor já registrado para outubro desde 1998, quando foi de 0,01%. O IPCA-15 é a inflação oficial do país. Para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a alta acumulada este ano foi de 2,69%. Nos últimos 12 meses, ficou em 2,72%. Os grupos de saúde e cuidados pessoais, com 0,85%, e transportes, com 0,35%,  puxaram o IPCA-15 para cima em outubro, mas, os grupos de alimentação e bebidas (-0,25%), habitação (-0,23%) e artigos de residência (-0,21%) determinaram as principais quedas e o resultado final. 

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by

Sobre nós

Folha Rondoniense todos os Direitos Reservados @ Endereço: Rua Nicaraguá 7246, Centro, Candeias do Jamari

facebook: folha Rondoniense.folha Rondoniense.