Interior

VALE DO PARAÍSO: Rodovia 470 está recebendo serviços de melhorias em 36 quilômetros

Para atender a população com qualidade de vida e garantir o fomento da economia através do setor produtivo

Dentre as rodovias atendidas neste final de semana, a RO-470 em Vale do Paraíso está recebendo melhorias em 36 km, trabalhos executados pelo Governo de Rondônia para garantir o acesso do município à BR-364 e Ouro Preto do Oeste.

Para atender a população com qualidade de vida e garantir o fomento da economia através do setor produtivo em todas as regiões, o Governo de Rondônia, por meio do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER-RO), tem priorizado os serviços de manutenção das rodovias. Prova disso, é a força-tarefa que tem sido realizada nos finais de semana e feriados pelas equipes do DER com diversas frentes de trabalho em estradas prioritárias sob responsabilidade estadual.

Acompanhando de perto a execução dos serviços, o coordenador de Operações e Fiscalização do DER, Adriano Fortunato e o coordenador de Usinas de Asfalto, engenheiro Sávio Ricardo, realizam uma verdadeira união entre as duas principais coordenadorias da autarquia na missão de organizar as equipes e garantir boas condições de trabalho aos servidores do DER, além do acompanhamento técnico que passa pela manutenção das estradas, usinagem e distribuição da massa asfáltica para evitar desperdícios dos recursos públicos e retrabalho nos próximos anos.

A RO-464 está entre as rodovias prioritárias que o DER tem trabalhado e fiscalizado para solucionar um problema de 12 anos na trafegabilidade da região

Segundo os coordenadores, os serviços avançaram em diversas rodovias neste final de semana. Dentre as rodovias atendidas estão a RO-470 em Vale do Paraíso, onde 36 km estão sendo executados pelo Governo de Rondônia para garantir o acesso do município à BR-364 e Ouro Preto do Oeste. Em outro trecho de Mirante da Serra à BR-364 na RO-470, o DER está realizando a manutenção do asfalto em pontos críticos das estradas. A RO-473, entre Urupá e a BR-364, também foi atendida com celeridade durante o feriado e final de semana; na ponte sobre o rio Urupá, a obra está na etapa final com a imprimação de uma das cabeceiras que faltava ser preparada para receber o asfalto e, assim, entregar a tão sonhada ponte à população de Ji-Paraná.

Seguindo a missão de trabalhar com técnica e celeridade, a força-tarefa das equipes também passa na RO-460, onde máquinas e homens trabalham na manutenção do asfalto para garantir o acesso de Buritis à BR-421. A RO-464 também está recebendo os serviços de preparação da base para pavimentação asfáltica, a rodovia está entre as prioritárias para solucionar um problema antigo na trafegabilidade do trecho que, há mais de 12 anos, prejudica moradores da região com acidentes e diversos transtornos no acesso dos distritos de Tarilândia, Colina Verde ao município de Mirante da Serra. Na RO-383, os serviços seguem com prioridade de Rolim de Moura a Alta Floresta d’Oeste, assim como a Rodovia da Soja, no Cone Sul, que está recebendo corte de morros dentre outros serviços que buscam evitar atoleiros, lamaçal e acidentes durante o período de chuvas.

Equipe do DER trabalhou com celeridade na aplicação de asfalto na noite do último sábado

Segundo o diretor-geral do DER, Elias Rezende, as equipes das 14 Residências Regionais e quatro Usinas de Asfalto estão empenhadas e encontram-se em uma verdadeira corrida contra o tempo para fechar 2020 de forma positiva. “Com qualidade na trafegabilidade, Rondônia fortalece no setor econômico e produtivo, sendo esse o caminho mais eficiente para combater os impactos econômicos pós-pandemia. Cumprindo determinações do governador, coronel Marcos Rocha, estamos trabalhando pela infraestrutura que serve como trunfo principal de fortalecimento do nosso Estado e municípios em diversas áreas, como: educação, saúde, agricultura e economia”, destaca o gestor da pasta.

O diretor da infraestrutura em Rondônia também destacou a importância de acompanhar de perto os trabalhos como garantia dos avanços. “Por determinação do nosso governador Marcos Rocha, estamos percorrendo as estradas sob responsabilidade do DER para garantir bons resultados. Fazer gestão in loco é a forma mais eficiente de tomar decisões corretas e lutar contra gargalos que muitas vezes podem ser resolvidos rapidamente, evitando atrasos das obras, gerando economicidade aos cofres públicos e resultados duráveis à população. Além disso, os guerreiros da estrada, servidores que estão na ponta dedicando-se na força-tarefa, recebem a devida estrutura como: diárias, reforço na alimentação e conforto no alojamento”, enfatiza Elias Rezende.

FONTE: SECOM/RO

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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