Atualidades

TCE expõe falhas graves na saúde e plano de Marcos Rogério propõe choque de gestão para enfrentar filas e regionalizar atendimento

Diagnóstico aponta problemas de planejamento, orçamento e gestão na Sesau; plano prevê Gabinete de Crise, operação de 180 dias contra filas e atendimento especializado mais perto dos municípios

O raio-X das contas públicas apresentado pelo Tribunal de Contas de Rondônia expôs fragilidades em várias áreas do Estado. Na saúde, um dos pontos mais preocupantes do diagnóstico, o TCE mostrou que boa parte dos problemas começa antes de o paciente chegar ao hospital: planejamento deficiente, orçamento abaixo das necessidades, falhas em contratos e dificuldade para transformar recursos em atendimento.

O Tribunal constatou que, nos últimos exercícios, o orçamento inicial da Sesau foi elaborado com valores inferiores às necessidades reais da rede. Isso obrigou o Estado a recorrer repetidamente a créditos adicionais e alimentou o que o próprio TCE classifica como um modelo de “gestão reativa”.

É justamente nesse ponto que o Plano de Governo de Marcos Rogério (PL) propõe começar a mudança.

“Saúde não é promessa; é acesso, agilidade e dignidade.”

A proposta prevê a instalação, logo no início do governo, de um Gabinete de Crise da Saúde, coordenado pelo governador. Nos primeiros 100 dias, a missão será auditar contratos, medicamentos, unidades hospitalares e, principalmente, identificar e organizar as filas de consultas, exames e cirurgias.

Com o tamanho real das filas identificado, Marcos propõe o S.O.S. Saúde, uma operação extraordinária de 180 dias para enfrentar o passivo validado de consultas especializadas, exames e cirurgias eletivas. O plano prevê utilização da capacidade pública e complementar, atendimento em horários ampliados, metas semanais e divulgação dos resultados.

Outro problema destacado pelo TCE é a concentração dos serviços. Na estrutura hospitalar, o Tribunal classificou a situação do João Paulo II como “Crítica” e apontou que outras unidades importantes também apresentam condições inferiores.

O plano de Marcos responde com a regionalização da saúde. O Saúde Perto de Casa prevê ampliar consultas e exames especializados no interior, criar ambulatórios regionais e polos de telessaúde, além de implantar uma nova regulação integrada aos 52 municípios.

Para Porto Velho, o novo Hospital de Urgência é colocado como primeira prioridade entre as novas obras hospitalares estaduais, com a proposta de substituir o João Paulo II e reorganizar a rede de urgência e emergência.

O diagnóstico do TCE e o plano de Marcos convergem em um ponto central: o problema da saúde não começa na porta do hospital. Começa na forma como o Estado planeja, administra e executa seus recursos.

A proposta de Marcos Rogério é atacar essa engrenagem para transformar fila em atendimento, distância em cuidado e orçamento em resultado para a população.

FONTE: ASSESSORIA ELEITORAL

FRNEWS TV: Intercâmbio técnico fortalece parceria entre SENAR Rondônia e SENAR Mato Grosso

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

COLUNISTAS

PUBLICIDADE

Acesse nossa Página do Facebook

RESENHA POLITICA

TEIA DIGITAL

  • Coluna Teia Digita: Micro e Pequenas empresas exige mudanças para enfrentar 2027 – Por Silvio Persivo

    Que nem promessa de político depois das eleições. “Estou tentando escrever uma autobiografia. Mas, não me lembro nem de ontem” (Keith Richard). BANCOS DE RONDÔNIA SUSPENDERAM ATENDIMENTO PRESENCIAL NA QUINTA-FEIRA Os bancários de Rondônia, que reivindicam reajuste salarial, mudanças nos benefícios, entre eles o vale-alimentação, e manutenção dos postos de trabalho, deixaram as agências bancárias […]