Teia Digital

Setor produtivo de Rondônia pede solução para a BR-319 – por Silvio Persivo

Pode até não ser, mas, cinematograficamente, penso que está certo. “O acaso é o grande mestre de todas as coisas. A necessidade só vem depois, não tem a mesma pureza” (Luis Buñuel).

UNIR REALIZA SEMANA DE INTEGRAÇÃO BRASIL-BOLÍVIA

O Departamento de Ciências Sociais (DCS) da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR) vai realizar a Semana de Integração Brasil-Bolívia, de 3 a 5 de julho de 2017, no Auditório do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO). Com o objetivo de intercambiar experiências, estimular o debate sobre o desenvolvimento e a integração nas fronteiras do Brasil, em especial com a Bolívia, o Departamento de Ciências Sociais da UNIR, em parceria com Laboratório Amazônico de Estudos em América Latina (LabLat), com o Governo do Estado de Rondônia, com o Centro Cultural Boliviano, com a Federação das Indústrias do Estado de Rondônia e a Embaixada Boliviana no Brasil, pretende discutir, conhecer e refletir sobre os modos de integrar as regiões e as pessoas. Em pauta, o estímulo ao comércio, aos projetos de interligação de infraestrutura e, sobretudo, as dinâmicas sociais e políticas entre Brasil e Bolívia.

SETOR PRODUTIVO DE RONDÔNIA PEDE SOLUÇÃO PARA BR-319

Em audiência pública realizada na Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) do Senado, na terça-feira, 20, em Brasília, para debater o licenciamento ambiental para manutenção e conservação da BR-319, que liga Manaus (AM) a Porto Velho (RO), o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (Fiero), Marcelo Thomé, pediu uma solução para os problemas que envolvem a rodovia. Lembrou que, inaugurada há mais de 40 anos, constitui um eixo modal importante de integração nacional para garantir o direito constitucional da população de dois estados brasileiros que estão isolados da malha viária nacional: Amazonas e Roraima, além do impacto econômico que essa rodovia, como modal logístico, trará para o estado de Rondônia. “O Sistema Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (Fiero) entende que a obra é de maior relevância e sua plena recuperação nos permitirá acessar em dez horas um mercado consumidor de dois e meio milhões de pessoas, obviamente além de Roraima, e a possibilidade da consolidação de um eixo de exportação pela Venezuela. O senador Acir Gurgacz (PDT-RO), que participou da sessão, tem tido um papel de reivindicar, constantemente, uma solução para o processo de licenciamento ambiental que se encontra emperrado.

BOI EM PÉ NA PAUTA

Ontem, dia 21, na sala de reuniões da FAPERON, a federação de agricultura, a Câmara Setorial da Carne, se reuniu para discutir importantes assuntos do setor, como a redução da pauta do boi e a redução da alíquota do ICMS para o boi em pé, convocada pelo coordenador Hélio Dias de Souza.

RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS COM A UNIÃO REGULAMENTADA

A Receita Federal publicou ontem (21) no Diário Oficial da União a regulamentação do novo programa de renegociação de dívidas de pessoas físicas e empresas com a União. O Programa Especial de Regularização Tributária (Pert) cria reduções que podem chegar a 90% nos juros e 50% nas multas para quem pagar o débito à vista, podendo abater da dívida os créditos fiscais, recursos que tem direito a receber da Receita Federal.

SIMPLIFICANDO A SAÚDE

A Orizon, empresa que fornece tecnologia para o setor de saúde complementar, deve investir só este ano R$ 32,5 milhões em tecnologia da informação. Trata-se de uma empresa que tem como sócios a Cielo, a Bradesco Seguros e a Cassi, que vem se destacando no mercado por sua capacidade de tanto diminuir custos quanto melhorar a infraestrutura e novos produtos. Segundo se tem observado, pelo menos 20% das despesas médicas possui algum tipo de desperdício que vão desde erros simples até fraudes. Neste sentido a  área de Tecnologia da Informação da Orizon – empresa líder em serviços para os segmentos de saúde, seguros e benefícios – tem implantado e agilizado processos que a fazem ser uma referência em tecnologia inovadora na área da saúde com serviços de elevado grau de qualidade. O presidente da Orizon, Mario Martins, um executivo com visão de varejo e com ampla visão do setor financeiro, pretende aumentar significativamente a atuação da empresa em novos negócios e evolução de produtos; novas tecnologias e atualização de software; melhorias em sistemas de gestão e operacionais. Para o presidente, a empresa estará ainda mais preparada para o contínuo crescimento e para melhorar as margens de lucro das empresas por uma melhor análise de suas operações e dados.

AUMENTOU O NÚMERO DE COMPRAS ONLINE EM UM ANO

Que fazer compras pela internet está se tornando um hábito é o que revela um estudo do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) nas 27 capitais do país. Segundo a pesquisa, 89% dos internautas realizaram ao menos uma compra online no último ano, percentual que permanece elevado em todos os estratos sociais, mas, ganha destaque entre os homens (93%), pessoas de 35 a 49 anos (95%) e pertences às classes A e B (99%). Apenas 4% das pessoas que têm acesso à internet admitiram nunca ter feito qualquer compra online. Também a pesquisa comprovou que, mesmo com a crise, a maior parte (43%) dos consumidores online (43%) aumentou a quantidade de produtos adquiridos pela internet na comparação com 2016. Para 38%, o volume se manteve estável, enquanto 18% diminuíram o número de compras online.

CAGED REGISTRA SEGUNDO MÊS DE CRESCIMENTO DE VAGAS

O mercado brasileiro abriu 34.253 novos postos de trabalho em maio, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho. Este é o segundo mês consecutivo e a terceira vez no ano em que o país registra saldo positivo no índice de vagas abertas. Em abril, o país já havia criado outras 59.856 vagas de emprego formal. No acumulado do ano, o Caged já registra 48.543 postos de trabalho a mais, após dois anos de saldo negativo entre janeiro e maio. Neste período, em 2016, o balanço apontava o fechamento de 448.011 vagas de emprego e, em 2015, 243.948 foram suprimidas. Para o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, “Podemos constatar que a economia volta a dar sinais de recuperação, e um dos sintomas fundamentais para comprovação da recuperação econômica é a geração de emprego”.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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