Teia Digital

Baixa produtividade dos governos é causa de insatisfação dos cidadãos – por Silvio Persivo

Note bem, loucuras, mas, pequenas, my lord. “Para tornar a realidade suportável, todos temos de cultivar em nós certas pequenas loucuras” (Marcel Proust).

PRÊMIOS PROFESSOR SAMUEL BENCHIMOL E BANCO DA AMAZÔNIA EMPREENDEDORISMO CONSCIENTE 2017

As inscrições para os Prêmios Professor Samuel Benchimol e Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente de 2017 já se iniciaram desde 17 de maio e se estendem até 31/08/2017. O julgamento seria em 19/10/2017 e a Outorga em 24/11/2017. Este ano estão sendo homenageado os 75 anos do Banco da Amazônia; os  60 anos da Universidade Federal do Pará (UFPA) e o Ano Internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento. Maiores informações no site www.amazonia.ibict.br.

COMO É DIFERENTE O AMOR EM PORTUGAL

Não é só em Porto Velho que as manifestações de motoristas de táxi e mototáxis causaram problemas de engarrafamento e confusão no trânsito. No Amazonas, a Prefeitura de Manaus emitiu uma nota repudiando  a manifestação na medida em que sempre esteve de portas abertas e procura manter o diálogo com a categoria, sendo os representantes atendidos diversas vezes pelo poder público municipal. A Prefeitura disse lamentar a maneira desordeira com que os permissionários dos serviços de táxi e mototáxis agiram, causando transtornos ao trânsito e oferecendo risco à população ao atearem fogo em pneus em frente à sede da administração.  Mas, lá, ao contrário daqui, o Uber e o Yet Go  já começaram a operar e seu uso está sendo regulamentado.

 BOAS INTENÇÕES NEM SEMPRE DÃO BONS RESULTADOS

Há certas leis que não se entende bem o que pretendem. Não sei quem foi o autor, mas, o governador Confúcio Moura assinou um projeto que exige curso superior para ingresso na carreira de soldado, cabo e sargento e formação em ciências jurídicas para ingresso como oficial na Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. Nada contra. Claro que é excelente que a Polícia tenha a maior formação possível, mas, fazer isto também cria uma barreira para muitos jovens que desejam ser policiais e pode resultar na falta de interessados para suprir as vagas. Melhorar a segurança pública, me parece, exige sim que se melhore é a educação como um todo.

PRIMO LANCHE

Quem gosta de um bom quibe, uma boa esfirra, entre outros tipos de comida árabe, tem, agora, no Primo Lanche a oportunidade de receber suas delícias em casa. É só fazer seu pedido por um dos telefones (69) 99385-5052/99910-4668/98138-9905. A qualidade já comi, e comprovei, é ótima. Claro que para quem gosta deste tipo de comida.

VASILHAME DE ÁGUA TERÁ SELO FISCAL

Segundo anunciado, de acordo com a 4.062/2017, que instituiu a obrigatoriedade de aposição do Selo Fiscal de Controle em vasilhames de água mineral natural ou água adicionada de sais minerais, ainda que provenientes de outros estados. Segundo a justificativa trata-se de uma questão de controle sanitário e de combate à sonegação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), gerado a partir da comercialização clandestina de água mineral.

Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito (Abecs), que representa o setor de cartões, a taxa média de juros do rotativo do cartão de crédito chegou a 9,7% ao mês (203,2% ao ano) na semana de 29 de maio a 2 de junho, atingindo o seu menor patamar desde a alteração na regra desta modalidade, em 3 de abril. Antes da mudança, a taxa registrada na última semana de março foi de 15,4% ao mês (455,1% ao ano). Também os juros médios do rotativo caíram, considerando todas as semanas de maio, período em que a taxa ficou em 10,1% ao mês (219% ao ano). Em abril, a taxa era de 11,9% ao mês (289,5% a.a.), e em março, 15% ao mês (455% a.a.). O levantamento da Abecs é realizado com base em informações das seis principais instituições financeiras do país.

BAIXA PRODUTIVIDADE DOS GOVERNOS É CAUSA DE INSATISFAÇÃO DOS CIDADÃOS

O aumento de preços e de demanda provocou um crescimento dos gastos de governos com os serviços públicos básicos, como educação, saúde e transporte. Com orçamentos cada vez mais apertados, o déficit do setor público global é de cerca de US$ 4 trilhões por ano, mas, a satisfação com a qualidade dos serviços governamentais é baixa. Um estudo da McKinsey revela que melhorar a produtividade é a chave para poupar US$ 3,5 trilhões por ano para os governos até 2021 – e aumentar a qualidade dos serviços sem custos extras. O McKinsey Center for Government (MCG) construiu um banco de dados para avaliar a eficiência das despesas governamentais em 42 países que compõem 80% do Produto Interno Bruto (PIB) global. A pesquisa foi complementada com insights de mais de 50 entrevistas com líderes governamentais e mais de 200 estudos de caso. A análise indicou que os governos precisam adotar um papel de liderança estratégico e avançar em quatro áreas-chave: financeira, comercial, tecnologia digital e análise de dados, e gerenciamento de talentos. Governos precisam transformar a produtividade do Estado – e entregar mais aos cidadãos a cada dólar, euro, real ou peso gastos. Enquanto a maioria dos países tem apertado os cintos para conter o aumento de gastos, o levantamento da McKinsey identificou governos que não apenas reduziram as despesas como melhoraram os serviços. Por exemplo, 50% das nações pesquisadas reduziram o índice de fraude no pagamento de impostos graças a mudanças na política de fiscalização e uso de análises.  A adoção de melhores práticas na seleção e entrega de projetos de infraestrutura, e o melhor aproveitamento da infraestrutura já existente, por exemplo, poderiam proporcionar o mesmo valor por um custo 40% menor – ou, dito de outra forma, aumentar em 60% a produtividade. Este avanço é viável pela simples aplicação de práticas estabelecidas e comprovadas no mundo todo.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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