Esporte

Sérgio Morooo!!! O Eletrolão é aqui em Rondônia!!!!

José Dirceu andou por aqui na época da construção das usinas. Até o prefeito de Porto Velho tinha contrato

Relembrar é viver

Quem acompanha o cotidiano político do Estado vai lembrar, e quem estava por fora na época, vai ficar sabendo agora. No dia 25 de novembro de 2009, a coluna PAINEL POLÍTICO informava com exclusividade que o já ex-ministro Chefe da Casa Civil havia estado em Porto Velho entre os dias 20 e 21 daquele mês, para tratar de articular a eleição de Eduardo Valverde, pela Assembléia Legislativa, para ser o governador tampão, caso Ivo Cassol fosse afastado do cargo pelo TSE (o que não aconteceu). O PT contaria com 9 votos, distribuídos da seguinte forma: 3 do próprio partido, Neri Firigolo, Professor Dantas e Ribamar Araújo; 3 do PMDB, Amaury, Marcos Donadon e Edson Martins; 2 do PPS, Ezequiel Neiva e Jair Miotto e o de Daniela Amorim (PTB); Luizinho Goebel estaria sendo sondado também.

Naquele ano

José Dirceu já havia estado aqui na capital, mais precisamente em 3 de abril à pretexto de participar de um evento promovido pelo Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores, o Seminário Construindo um Novo Brasil. Na época, Roberto Sobrinho havia sido recém-eleito e a capital enfrentava um problema gravíssimo, as obras inacabadas deixadas por uma empresa que deu calite até em vendedor de churrasquinho, a UNI Engenharia que mantinha fortes relações com os petistas e falava-se, era “cliente” da empresa de consultoria de José Dirceu. A UNI não concluiu as obras da Avenida Vieira Caúla, quem fez uma maquiagem foi a própria prefeitura na época.

Em 27 de outubro de 2011

Uma reportagem exclusiva feita por mim e Paulo Andreoli revelava à população de Porto Velho que o então prefeito Roberto Sobrinho  (PT) era proprietário (de fato) de uma empresa que prestava serviços para a usina de Santo Antônio. Era a V.R. Madeira, que funcionava na casa do próprio Roberto. A princípio ele desconversou, evitava falar sobre o assunto e não atendia os pedidos da reportagem. Até que no dia 4 de novembro daquele ano, durante uma solenidade de inauguração, ele assumiu publicamente, “quer saber se a empresa é minha? Eu sou o dono sim!”. E repetiu, diante de dezenas de testemunhas atônitas, “é minha! Apenas isso, pode anotar no seu caderno que eu sou o dono”. Roberto seria preso dois anos depois, no dia 9 de abril de 2013 e disse, “isso é uma injustiça”.

Esse flashback

Caro leitor, é para fazer com que você pense o seguinte, se Roberto Sobrinho, que era considerado “café pequeno” no jogo do PT tinha uma empresa, cujo valor do contrato com a Santo Antônio nunca foi revelado, e recebia seus pixulecos “legalmente”, imagine quanto dinheiro não circulou por essas terras de Rondon naquele período. E principalmente, o que fazia tanto por aqui o “companheiro” José Dirceu, se não fosse para articular alguma mutreta? Ou você realmente acredita que ele veio tratar de articulação política de Eduardo Valverde ou evento do PT regional? Naquela época a gente acreditava. Agora, com o avanço da Lava-Jato, a conta começa a fechar. Quero ver quando aportar aqui de uma vez por todas.

Quer saber mais?

O pixuleco rolou solto na época da construção das usinas. E teve pixuleco para todo mundo. Os detalhes devem começar a ser divulgados nas próximas semanas quando a Lava-Jato chegar aprofundar no “Eletrolão”. Em Belo Monte já começou a aparecer propina. A empresa Engevix revelou ter pago uma merreca de pouco mais de R$ 500 mil para o PT. A mesma Engevix atuou aqui em Rondônia, e garanto, se ela deu um pixuleco em Belo Monte, ela deu um caminhão de pixulecos nessas bandas…Fica olhando.

Movimentação

Desde a última terça-feira que estão todos alvoroçados com uma operação policial que aconteceria hoje (quarta) e não aconteceu, claro. Boatos de que mais de 200 homens da Polícia Federal estão espalhados pelo Estado, deixaram muita gente sem dormir de ontem para hoje. Acalmem, não vai ser assim, desse jeito que vocês vão ficar sabendo. Já dei a dica, acorda cedo, se arruma e espera. Às 6 horas eles chegam. Estão parecendo peru de véspera, sofrendo antes. Eu ligo o tic-tac primeiro.

Mas já vou avisando

Ir para o Espaço Alternativo disfarçar fazendo caminhada não adianta. Quando eles saem da superintendência agora, passam primeiro por lá. Eu sei, eu vi eles fazendo isso na última operação.

Não é verdade

Que Alex Testoni voltou ao cargo de prefeito esta semana em Ouro Preto do Oeste. A informação, irresponsável, partiu de um locutor da rádio do ex-senador Odacir Soares lá da região. Ele espalhou a notícia em seu programa de rádio, ninguém desmentiu e ficou o dito pelo não dito.

No tapetão

É tanto rolo na história da evasão fiscal que o governo resolveu se meter e extinguir a CPI que está em andamento na Assembleia Legislativa. O PMDB, alegando “não ter sido chamado” para compor a comissão quer acabar com o processo. Acontece que o PMDB foi chamado sim, só que o deputado novato Jesuíno Boabaid, inocente, chamou e não registrou nem em ata nem fez o comunicado no plenário, onde estaria gravado. O assunto voltará a ser debatido após a análise do pedido dos peemedebistas, que será feito pela procuradora da Casa. Depois deverá ir à plenário para votação nominal. O problema é que a “base aliada” está fechada. Por “base aliada” conte 21 dos 24 deputados que estão de tere-tê-tê com Confúcio Moura.

Bom lembrar

Que a companhia do governador atualmente não é das melhores. Que o diga Mauro Nazif que foi obrigado a dar explicações sobre o que ele não sabia à Polícia Federal. Minha vó já me dizia, “quem mal anda, mal acaba”.

Sabe o DER?

Pois é, continua igual. Tudo parado. Até o Anel Viário de Ji-Paraná. Mas os parentes “tá tudo’ empregado.

Em Ji-Paraná

A Polícia Federal colocou fim à baderna promovida pelo MST que confundiu o prédio da Receita Federal com a casa da mãe Joana. Em pouco mais de 6 minutos prendeu um monte e distribuiu uns empurrões, acabando com o tumulto. Passou da hora de encarar o MST como guerrilha e trazer esse povo para a realidade. É inadmissível a postura de alguns membros dessa facção petista, que age impunemente no país, ameaçando e depredando tudo sem o menor pudor. Chega de PT, e chega de MST.

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos nowww.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Ficar de pé melhora saúde do coração, diz estudo

Passar mais tempo em pé, em vez de sentado, pode melhorar os níveis do açúcar, gordura e colesterol no sangue, de acordo com um novo estudo publicado nesta sexta-feira no “European Heart Journal”. Pesquisadores da Austrália deram monitores de atividade a 782 homens e mulheres, com idades entre 36 e 80 anos. Os equipamentos podiam determinar quanto tempo cada participante passava dormindo, sentado ou deitado, além de caminhando e correndo. Foram analisadas amostras de sangue, altura, peso e circunferência da cintura. Os pesquisadores então estimaram o impacto na saúde de se substituir o período sentado para o em pé ou andando. Duas horas a mais por dia passadas em pé em vez de sentada reduz em 2% os níveis de açúcar no sangue e em 11% o de triglicerídeos (gordura). Já o resultado de se passar duas horas por dia caminhando em vez de sentado reduziu em 11% o índice de massa corpora e em 7,5 cm, em média, a circunferência da cintura. Além disso, os níveis de açúcar no sangue caíram 11% e os níveis de triglicerídios, em 14% por cada duas horas gastadas caminhando em vez de sentado.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: As perspectiva de inflação pioram segundo Boletim Focus – Por Silvio Persivo

    Sobre os fatos hediondos e lamentáveis. “Aconteceu e, portanto, pode voltar a acontecer: está a essência do que temos para dizer” (Primo Levi). BLACK FRIDAY IMPULSIONA COMÉRCIO DE RONDÔNIA Segundo a  Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio/RO). a Black Friday de 2026 deve movimentar cerca de R$ 736 milhões em Rondônia. Para Porto Velho, a estimativa é de R$ 147 milhões em vendas, com um crescimento previsto de 3,2%.  No cenário nacional, um estudo da Stefanini Marketing estimou que a data poderá gerar R$ 14,47 bilhões em vendas e 18,3 milhões de pedidos. Uma sondagem da Fecomércio/RO aponta que 68,4% dos consumidores pretendem fazer compras. Entre os produtos mais procurados estão roupas (51,8%), eletrodomésticos (31,9%) e eletrônicos (23%). A pesquisa também aponta que 48,1% planejam pagar à vista, enquanto 50,9% pretendem antecipar as compras para a semana anterior à Black Friday. Para a Fecomércio/RO, a movimentação antecipada pode estender o período de promoções e contribuir para as vendas de fim de ano. “A antecipação das compras deve ampliar o período de promoções e, este ano, inclusive com o apoio direto do Sebrae de Rondônia, os empresários se prepararam mais. Daí a suposição de que a Black Friday deve impulsionar as vendas de fim de ano”, disse o presidente da entidade, Raniery Araújo Coêlho. PREÇO DO DIESEL AUMENTA QUASE 2% EM RONDÔNIA O Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), que acompanha o comportamento de preços nos postos de combustível, aponta que Rondônia registrou um cenário de alta nos preços dos combustíveis em outubro, na comparação com setembro, com exceção do etanol.  O diesel comum subiu 1,93%, custando em média R$ 7,39 já o S-10 ficou 1,87% mais caro, com preço médio de R$ 7,61, enquanto a gasolina subiu 0,13%, alcançando R$ 7,45. No sentido oposto, o etanol recuou 0,58%, cotado a R$ 5,14. Segundo Vinicios Fernandes, Diretor de Unidades de Negócios da Edenred Mobilidade, “Em outubro, Rondônia apresentou uma tendência de alta nos preços da maior parte dos combustíveis, com destaque para o diesel, que registrou os avanços mais expressivos no período. Com a queda registrada no período, o etanol se consolida como a opção mais econômica e sustentável para os motoristas rondonienses”. ENCONTRO DE CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS DE RONDÔNIA O governo do estado realizou na segunda-feira (2) o 4º Encontro Estadual de Catadores de Materiais Recicláveis, entre os municípios de Presidente Médici e Ji-Paraná. Durante o evento, encerrado na terça-feira (3), cerca de 100 profissionais organizados em cooperativas, associações ou de forma individual participaram da programação, coordenada pela Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), com palestras, visita técnica, atividades práticas e levantamento de demandas que ampliem a geração de renda, qualifiquem a atuação das cooperativas e associações, difundam práticas seguras de trabalho e consolidem propostas para o desenvolvimento da política pública de reciclagem inclusiva no estado.  A titular da Seas, Luana Rocha reforçou, que com estes encontros o governo, por meio da Seas, contribui com a organização dos catadores no estado para o fortalecimento das cooperativas e a construção de uma pauta unificada em defesa da reciclagem inclusiva em Rondônia. ““A escolha de Presidente Médici atendeu ao pedido dos próprios catadores, apresentado no Fórum Estadual de Lixo e Cidadania, pelo fato de o município estar mais centralizado, favorecendo a participação de um número maior de catadores. Nesta edição foi inserida pela primeira vez a oficina do projeto “Recicla ON”, do Instituto Gea, do estado de São Paulo, focada na capacitação e estruturação de cooperativas de catadores para a destinação correta de resíduos eletroeletrônicos (lixo eletrônico). AS PERSPECTIVAS DE INFLAÇÃO PIORAM SEGUNDO O BOLETIM FOCUS A mais recente edição do Boletim Focus mostra uma piora drástica das expectativas dos investidores com relação à inflação, aos juros e à taxa de câmbio. A piora se inicia pela inflação. Há quatro semanas, a estimativa este ano foi de 5,01%. Na semana passada, subiu para 5,19% e, nesta edição, avançou para 5,22%, bastante acima do teto da meta.  A projeção para 2027 também piorou. Nas últimas semanas, a expectativa estave ao redor de 4,3%. Acima da meta de 3%, mas dentro do limite aceitável. Agora, a projeção avançou para 4,76%, acima do teto de 1,5% da meta. A alta prevista é menos intensa nos anos de 2028 e de 2029. Porém, as estimativas para esses dois anos se situavam ao redor de 3,5% e agora estão ao redor de 4%, também  acima da meta. RESILIÊNCIA DA ECONOMIA GLOBAL DIMINUI AFIRMA FMI O documento final da 54ª reunião do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC), nas reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial, alerta que a economia global resiste a choques, mas sua capacidade de absorver novas turbulências diminui, após o desmantelamento da ordem geopolítica, conflitos e danos às cadeias de suprimentos, pela pandemia e por guerras. Assim o FMI pede políticas mais consistentes, reconstrução das reservas fiscais, estabilidade de preços e cooperação entre nações. O World Economic Outlook projeta um crescimento mundial de 3,1% em 2026 e 3,4% em 2027, e inflação global de 4,7% neste ano, recuando para 4,1% no próximo. Há diferenças: países beneficiados por investimentos em IA e condições comerciais favoráveis têm perspectivas melhores do que importadores de energia e economias de baixa renda. Interessante é que o documento destaca os riscos do endividamento público: a alta dos rendimentos dos títulos soberanos, somada à dívida elevada, pode encarecer o crédito. Recomenda consolidação fiscal e marcos fiscais, preservando investimentos prioritários e a proteção social; transferências temporárias e direcionadas seriam mais eficientes do que controles generalizados de preços. Na política monetária, pede estabilidade de preços, decisões baseadas em dados, comunicação clara e independência dos bancos centrais. A inteligência artificial impulsiona investimentos, comércio e produtividade, mas seus benefícios tendem a ser desiguais; revisões nas expectativas de rentabilidade podem provocar correções nos mercados e ampliar disparidades. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  TEIA DIGITAL

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