Cultura

Senado entrega Comenda Câmara Cascudo a cinco propagadores da cultura

O Senado concedeu semana passada a Comenda de Incentivo à Cultura Luís da Câmara Cascudo a quatro pessoas e uma instituição com contribuição relevante ao registro e ao fortalecimento da cultura, do folclore e dos saberes tradicionais no Brasil. A homenagem ocorreu em sessão de premiação e condecoração no Plenário da Casa.

A comenda foi entregue aos seguintes agraciados:

• Flávio Capitulino, restaurador;

• Milton Nascimento, cantor e compositor;

• Pedro Machado Mastrobuono, ex-presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram);

• Yara Tupynambá, artista plástica e professora; e

• Instituto Inhotim.

Esta é a segunda edição de entrega da comenda, criada pelo Senado em 2018. O presidente da Casa, senador Rodrigo Pacheco, disse que a entrega “tem um brilho especial”. Ele lembrou que, nos últimos dois anos, o Senado demonstrou “uma luta muito árdua em defesa da cultura brasileira” com a aprovação de matérias que resultaram nas leis Aldir Blanc (Lei 14.017, de 2020) e Paulo Gustavo (Lei Complementar 195, de 2022).

— Somos entusiastas não só da cultura erudita, que se aprende nos livros e nos bancos escolares. Mas da cultura popular, que é a expressão mais espontânea do imaginário do nosso povo: a manifestação de uma cultura viva que acontece nas ruas, nos bairros, nas cidades do Brasil. Creio que esta Comenda de Incentivo à Cultura Luís da Câmara Cascudo se reveste de importância enorme, até difícil de aquilatar. Estamos homenageando e valorizando a alma do povo brasileiro em todo seu vigor, beleza e pluralidade — disse Rodrigo Pacheco.

Para a senadora Daniella Ribeiro (PSB-PB), a homenagem é um reconhecimento do Senado à produção e à preservação da cultura.

— Nossas manifestações culturais perpetuam nossa história, são obra de um povo que cria, recria e perpetua suas crenças, sua arte, seus valores, e daqueles que valorizam, preservam e disseminam esses bens — afirmou.

O senador Chico Rodrigues (PSB-RR) disse que a comenda entregue aos cinco homenageados se estende a todos os artistas brasileiros.

— Recebem esta Comenda de Incentivo à Cultura Luís da Câmara Cascudo todos os cantadores e repentistas do Brasil, todas as lavadeiras que embalam a dura lida com seus cantos de trabalho e todos os xilogravuristas que tornam o cordel brasileiro uma arte tão valiosa para a construção da nossa identidade cultural. Todos os grupos de bumba-meu-boi, todos os maracatus, caboclinhos, reisados e todo o dicionário do folclore brasileiro, com cada um dos seus verbetes escritos e tatuados na nossa memória — sublinhou.

Para a senadora Zenaide Maia (PSD-RN), a comenda que leva o nome de Câmara Cascudo “é uma homenagem de se tirar o chapéu”.

— A cultura é a digital de um povo. Sem a cultura, como vamos saber de onde viemos, onde estamos e a`onde queremos chegar? Parabenizo cada um dos homenageados, que têm esse olhar diferenciado para preservar a história do nosso povo, que é riquíssima e diferenciada — afirmou.

O senador Fabiano Contarato (PT-ES) declamou da tribuna um trecho do poema “Cântico Negro”, de José Régio. O parlamentar salientou a importância que a cultura deve receber do poder público.

— Querem ver como um governo quer bem a sua população? Olha como ele trata da cultura. Quando falo de cultura, falo de vida. A cultura tem vez e voz. A cultura voltou. Nós estamos agora em um momento de valorização daquilo que reputo que seja fundamental — opinou.

A coordenadora do Museu do Senado, Maria Cristina Monteiro, disse que o Brasil experimenta um momento de reencontro com a cultura, após um período de desvalorização da arte. Ela lembrou dos atos de vandalismo do dia 8 de janeiro, que resultaram na destruição de obras de arte na Praça dos Três Poderes, inclusive no Senado.
— A comenda marca a volta da valorização da cultura. A gente passou um tempo sem conseguir essa expressão cultural. E teve um tempo de desvalorização que chegou ao auge no dia 8 de janeiro, quando as pessoas se manifestaram sem entender — ou talvez por pura ignorância mesmo — o que é uma obra de arte e o que ela representa — afirmou. 

Homenageados

O restaurador Flávio Capitulino nasceu em Sousa (PB) e mudou-se para Paris aos 17 anos. Profissional de renome internacional, trabalhou em obras de Renoir, Matisse, Van Gogh, Salvador Dalí, Claude Monet, Chagal, Pablo Picasso e Leonardo da Vinci.

— Sair do alto sertão da Paraíba, filho de agricultor e estar aqui recebendo esta comenda é uma prova de que não importa sua posição geográfica, sua cor ou seu gênero. Sonhar nunca foi e nunca será uma loucura ou limitação. O limite é a capacidade de cada um. Sempre acreditei e acredito em mim e nos meus sonhos. Estar aqui nesta tribuna e ter o reconhecimento que para mim é a maior das medalhas é a prova de que todo o meu esforço não foi em vão — disse o homenageado.

O ex-presidente do Ibram Pedro Machado Mastrobuono é advogado com atuação na área de direitos autorais. Graduou-se em história da arte e literatura italiana pelo Instituto Italiano de Cultura e é doutor honoris causa em cultura e proteção ao patrimônio histórico e cultural pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UMFS).

— Essa iniciativa do Senado reforça minha crença pessoal de que dedicar minha vida à cultura é investir na memória e no legado do povo brasileiro. A história cultural brasileira é plural, diversa e rica porque nosso povo é resiliente e apaixonado. Somos unidos pela brasilidade, nossa identidade maior. Razão pela qual entendo a cultura como assunto de Estado, e não de governo — afirmou.

A artista plástica Yara Tupynambá nasceu em Montes Claros (MG) e é professora titular da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Participou de mostras e realizou exposições individuais em galerias no Brasil e no exterior em cidades como Paris, Nova Iorque e Londres. Tem 105 painéis espalhados pelo Brasil e sete murais tombados pelo Patrimônio Histórico e Artístico de Belo Horizonte.

— Esse prêmio toca meu coração. Significa de certa forma o apreço que o poder público tem, através do Senado, pelos artistas brasileiros. Para mim, a premiação significa toda uma corrente de artistas que têm lutado para que a arte mineira seja implantada e ao mesmo tempo reconhecida pelo público, tanto mineiro quanto nacional. Esta é missão do artista: chegar até onde o povo está — disse em vídeo apresentado na homenagem.

O diretor-presidente do Instituto Inhotim, Lucas Pessoa, recebeu a comenda do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Criado em 2006 em Brumadinho (MG), o museu de arte contemporânea é um dos maiores a céu aberto do mundo e recebeu mais de 4 milhões de visitantes nos últimos 16 anos.

— O museu tem a mais importante coleção de arte contemporânea do Hemisfério Sul e a única coleção arte contemporânea internacional em exposição permanente no Brasil. Inhotim tem a textura de um sonho e proporciona uma nova forma de experienciar nosso corpo no mundo. É um lugar que permite que artistas coreografem o não visível, formulem não acontecimentos e ecoem o indizível — disse Lucas Pessoa.

O cantor e compositor Milton Nascimento não pode comparecer à cerimônia e deve receber a Comenda de Incentivo à Cultura Luís da Câmara Cascudo em casa. Aos 80 anos de idade e com 60 anos de carreira, ele é um dos mais influentes artistas brasileiros no país e no exterior.

Quem foi Câmara Cascudo

Luís da Câmara Cascudo nasceu em Natal (RN) em 1898 e morreu na capital potiguar em 30 de julho de 1986, aos 87 anos. Atuou como historiador, sociólogo, musicólogo, antropólogo, folclorista, poeta, cronista, professor, advogado e jornalista. Deixou uma obra relevante nas áreas de história, folclore e cultura popular. Em 1965, recebeu o Prêmio Machado de Assis pela Academia Brasileira de Letras pelo conjunto da obra.

FONTE: AGÊNCIA SENADO

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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