Brasil

Sem celular, recreio volta a ter barulho, mas alunos sofrem com abstinência

A vice-diretora reforça que, embora os primeiros dias não tenham registrado intercorrências, a escola conta com uma Professora Orientadora de Convivência (POC), profissional que atua no processo de acolhimento

Mesas de pingue-pongue, pebolim, espaço de leitura e tabuleiros. Os atrativos já estavam disponíveis entre o refeitório e a área de convivência da Escola Estadual Olga Cury, em Santos (SP), mas se tornaram destaque no retorno às aulas, no início do mês, com a restrição do uso de celular. Na unidade de ensino, os primeiros dias sem os aparelhos pessoais foram protagonizados pela interação social e a redescoberta de livros e brincadeiras.

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