Esporte

Se eleições para o Senado fossem hoje, vagas seriam de Confúcio e Expedito – por Alan Alex

Partidos e candidatos estão fazendo sondagens para cargos majoritários em 2018 e números já apontam favoritos

Crise

Os números no Brasil estão todos ladeira abaixo em termos empresariais, mas nem sempre a crise trás apenas más notícias. Dados do governo e entidades ligadas as micro e pequenas empresas, apontam crescimento das chamadas MEI (Micro Empresas Individuais) desde o ano passado, quando a crise começou a acentuar. Evidente que isso deve ser observado com cautela, porque a maioria dessas empresas tem vida curta, em função da burocracia existente no país. Vou explicar.

Obstáculos

Apesar dos esforços recentes em desburocratizar a abertura de micro e pequenos, além do imposto reduzido e simplificado, ainda está longe do ideal. O Brasil precisa rever o mais importante, que é a legislação trabalhista e se não extinguir, mas flexibilizar, a Justiça do Trabalho, um dos principais empecilhos para a geração de empregos no Brasil. A atual legislação trata o empresário com desconfiança e garante que qualquer mau-caráter consiga arrancar dinheiro de empresas e empresários. Se um pequeno empresário cair nas mãos da justiça, certamente ficará economicamente inviabilizado. As relações trabalhistas no País precisam ser flexibilizadas de maneira que a empresa possa contratar, sem correr o risco de falir por causa de ações trabalhistas.

E ainda

Os impostos precisam cair, e as instituições financeiras precisam garantir linhas de crédito desburocratizadas e isso é possível, seja através da implantação de seguros para essas linhas para garantir o pagamento da dívida ou outros mecanismos que os bancos possuem. Se mais pessoas pudessem empreender, grande parte do problema de geração de emprego e renda estaria resolvido no país. O governo tem que fazer o mínimo, que é ajudar as empresas a serem implantadas e se manterem ativas. No mais, o próprio setor resolve.

Um dos grandes problemas

É o paternalismo estatal e sindical. Profissões que foram abolidas em outros países, no Brasil são vistas como necessárias, como frentista de posto, operador de pedágio e cobrador de ônibus, para citar algumas. Se o governo criasse programas de qualificação subsidiados, certamente a procura por esses trabalhos que não requerem nenhuma qualificação e são mantidos em nome do ‘social’, cairia vertiginosamente. Mas no Brasil até para ser motorista é difícil. Atualmente, para tirar uma CNH o cidadão tem que fazer um financiamento bancário, pois a conta chega a inacreditáveis R$ 1.400. Um verdadeiro despautério.

Enquanto isso

Em São Paulo mais de 4,4 mil fábricas fecharam às portas, o que representa um número 24% superior a 2014. Prova da estagnação e da dificuldade em manter um negócio no Brasil. Atualmente a legislação só é boa para as grandes empresas, que disponibilizam um batalhão de advogados em causas trabalhistas, normalmente demandas coletivas, e protelam até a última instância, ou fazem acordos satisfatórios para eles. Os pequenos e médios, fecham as portas porque a justiça vai direto na conta bancária do empresário.

Desembarque

O PMDB começou a deixar o governo de Dilma Roussef e isso é indicativo que o impeachment é irreversível. Só o PT não percebeu e continua com o discurso de ‘golpe’.

Por aqui

Tudo certo para as mudanças no Detran, que devem ocorrer nos próximos dias. Também devem ocorrer mudanças na Seduc, já que Fátima Gavioli preferiu ficar no PDT ao invés de migrar para o PMDB. Nas próximas semanas, quem não estiver alinhado partidariamente, vai estar correndo risco de perder o cargo.

Fechou geral

Em Espigão do Oeste o Ibama fechou 100% das madeireiras. Resumindo, destruiu o que restava da economia da cidade.

Cadê a bancada?

A BR 364 volta a ser notícia ao aumentar a longa lista de vítimas fatais em acidentes ocorridos pela falta de manutenção e principalmente, pela não duplicação da rodovia cujo número de mortos lembra estatísticas de países em guerra. A bancada federal, que deveria fazer um esforço coletivo, junto com a bancada do Acre e Mato Grosso para exigir a duplicação na integralidade, ignoram o problema, preferindo focar em temas populistas ou discursos vazios.

Eleições 2018

Pesquisas para consumo interno visando as eleições 2018 para governo e senado começaram a animar o governador Confúcio Moura que começa a enxergar a possibilidade de conseguir uma vaga no Senado. Quem está na frente em sondagens recentes, é Expedito Júnior, com mais de 28% das intenções de voto, seguido de Confúcio com Raupp em terceiro. Isso indica que, caso o senador não consiga reverter sua situação nos próximos meses, a reeleição começa a ficar bem distante.

Resta saber

Se Confúcio consegue manter essa margem pelos próximos dois anos. Nos últimos meses ele tem se dedicado a correr o estado falando sobre seu governo. Acredita quem quer. A realidade está ai. Dizem que propaganda é a alma do negócio, mas o eleitor brasileiro já passou da idade de acreditar em tudo que falam…

Tragédia

Comoveu Rondônia o caso das gêmeas que foram atropeladas por um trator tipo pá carregadeira em Ariquemes.Uma das meninas, Maria Izabel Vieira dos Santos, faleceu nesta segunda-feira no Hospital Infantil Cosme Damião, em Porto Velho por falência múltipla dos órgãos. Ela estava internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital desde o dia 14 de março após sofrer múltiplas fraturas no quadril e já tinha amputado as duas pernas. As crianças foram atropeladas quando vinham da creche, em companhia da tia. Durante o fim de semana foram feito pedidos de doação de sangue para a criança e 25 pessoas se apresentaram em nome dela no Fhemeron.

Drama

O caso revelou um drama que é rotineiro em Rondônia, o baixo estoque de sangue na FHEMERON, que não consegue atender a demanda. Apesar de muita gente aparecer durante campanhas pontuais, o estoque nunca é suficiente. Então, se você preenche os requisitos para doação, faz uma forcinha e dá uma passada na Fhemeron. Doar sangue é doar vida.

Requisitos

Para doar sangue é preciso estar em boas condições de saúde; ter entre 16 e 69 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos; Pesar no mínimo 50kg; Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas); Estar alimentado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem a doação); Apresentar documento original com foto emitido por órgão oficial (Carteira de Identidade, Cartão de Identidade de Profissional Liberal, Carteira de Trabalho e Previdência Social). Para saber mais e ver quais são os impedimentos, CLIQUE AQUI!

Clínica Mais Saúde informa – Vitamina encontrada em carnes pode ajudar a conter envelhecimento

Um experimento científico que está em fase de testes tem buscado entender como a vitamina  B3 pode ajudar a conter o processo de envelhecimento do corpo humano. Uma das causas do envelhecimento é a presença de radicais livres no organismo – eles oxidam nossas células e muitas vezes causam sua destruição. Para evitar esse processo, os antioxidantes que consumimos servem para acabar com os radicais livres e minimizar o dano deles às células. O que esse grupo de cientistas está buscando é justamente uma forma de aumentar os níveis de antioxidantes das células. E os esforços se concentram na vitamina B3, encontrada em alimentos como frango, porco e atum. Caso isso se confirme, o consumo de alimentos que contenham vitamina B3 seria importante para o aumento dos antioxidantes no organismo – o que em tese poderia conter o envelhecimento. Essa vitamina pode ser encontrada em alimentos como atum e outros peixes, frango, carne de porco, fígado, ovos, leite, amendoim e arroz.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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