Atualidades

Salário do brasileiro recua pela 1ª vez em 11 anos, diz IBGE

Renda média é de R$ 1.853. População ocupada também registrou a 1ª queda desde 2004

O salário real do trabalhador brasileiro recuou de R$ 1.950 em 2014 para R$ 1.853 em 2015, de acordo com a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) 2015, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (25).

Também houve diminuição dos rendimentos das aposentadorias, de benefícios sociais, de trabalhadores domésticos e a renda familiar no geral.

No caso das aposentadorias, recebimento de aluguéis, juros, benefícios sociais, o rendimento médio em 2014 havia sido de R$ 1.845. Em 2015, diminuiu para R$ 1.746, o que representa uma queda de 5,4%). No caso dos empregados e trabalhadores domésticos, a média dos rendimentos no ano passado foi de R$ 1.832, quase 2% a menos que os R$ 1.867 registrados em 2014.

A renda das famílias, que o IBGE chama de “domicílios particulares permanentes”, também está menor. Em 2015, foi de R$ 3.186, um recuo de 7,5% em relação a 2014, quando esse valor havia sido de R$ 3.443.

O rendimento médio real caiu para todo mundo, mas há ao menos uma notícia boa: a desigualdade de salários entre homens e mulheres diminuiu. Os homens de 15 anos de idade ou mais ganharam, em média, R$ 2.058, enquanto as mulheres da mesma faixa etária receberam, em média, R$ 1.567.

Proporcionamente, as mulheres ganharam 76,1% do rendimento dos homens em 2015 — um aumento de 1,6 ponto percentual em relação a 2014, quando essa relação foi de 74,5%. Em 2014, homens receberam, em média, R$ 2.184, enquanto as mulheres ganharam R$ 1.627.

População ocupada

Outro dado relevante apresentado pela pesquisa é a redução da população ocupada — primeira queda dos últimos 11 anos. Na passagem de 2014 para 2015, o mercado de trabalho perdeu cerca de 3,8 milhões de pessoas. O pior caso é o da indústria, que registrou a maior perda, de cerca de um milhão de ocupados a menos.

Em relação a 2014, a participação dos empregados entre os ocupados caiu de 61,3% para 60,6%, enquanto a dos conta-própria cresceu de 21,4% para 23,0%. Além disso, 2 milhões de ocupados deixaram de contribuir para a previdência.

O mercado de trabalho mostrou, ainda, aumento de 38,1% da população desocupada (mais 2,8 milhões de pessoas), que chegou a 10 milhões de pessoas de 15 anos ou mais de idade em 2015.

Fonte: R7

FRNEWS TV: Intercâmbio técnico fortalece parceria entre SENAR Rondônia e SENAR Mato Grosso

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

COLUNISTAS

PUBLICIDADE

Acesse nossa Página do Facebook

RESENHA POLITICA

TEIA DIGITAL

  • Coluna Teia Digita: Micro e Pequenas empresas exige mudanças para enfrentar 2027 – Por Silvio Persivo

    Que nem promessa de político depois das eleições. “Estou tentando escrever uma autobiografia. Mas, não me lembro nem de ontem” (Keith Richard). BANCOS DE RONDÔNIA SUSPENDERAM ATENDIMENTO PRESENCIAL NA QUINTA-FEIRA Os bancários de Rondônia, que reivindicam reajuste salarial, mudanças nos benefícios, entre eles o vale-alimentação, e manutenção dos postos de trabalho, deixaram as agências bancárias […]