Teia Digital

Rondônia tem quase três focos de incêndio por dia – Por Sílvio Persivo

Como se faz isto, my brother? “Mantenha o controle dos seus desejos e vislumbrará o sentido da sua existência” (Ifrem Ban Yusef).

RONDÔNIA COM QUASE TRÊS FOCOS DE INCÊNDIO/DIA

Rondônia está entre os 15 estados do Brasil que mais apresentaram queimadas nos primeiros sete meses de 2018. A informação é do banco de dados do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Entre janeiro e 20 de julho deste ano, a região somou 576 pontos de chamas. Isto significa que o estado registrou, em média, quase três focos de incêndio por dia. Apesar disso, os números mostram leve melhora. Em comparação com o mesmo período de 2017, os pontos de chamas em Rondônia sofreram queda de 11,24%, já que, até 20 de julho do ano passado, o estado apontou 649 focos. Porém, em âmbito nacional, o Inpe registrou 24.627 focos até o dia 20 do mês passado, índice 9,42% maior do que no mesmo período de 2017, que contabilizou 22.307. Mato Grosso, Tocantins e Maranhão seguem nas primeiras posições como os estados mais castigados pelo fogo. Juntos, somam mais de 42% de incêndios pelo país.

ACORDO DA UNIR COM SANTO ANTÔNIO PARA A CONSTRUÇÃO DO PRÉDIO DA ARQUEOLOGIA

A Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR) celebrou acordo judicial com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), a Santo Antônio Energia (SAE) e a Energia Sustentável do Brasil (ESBR) para construção do prédio (e Reserva Técnica) do curso de Arqueologia, no campus de Porto Velho. A audiência de conciliação entre as partes foi realizada no dia 17 de julho de 2018, na 5ª Vara da Justiça Federal em Rondônia. Após a definição do terreno, a Santo Antônio Energia tem 120 dias para proceder as adequações necessárias ao projeto e apresentá-lo às partes. Em 15 dias, a contar do recebimento, a ESBR apresentará as objeções ao projeto e o IPHAN sua anuência. Após essa etapa, a SAE terá mais 20 dias para correção das objeções e devolução definitiva do projeto à ESBR, que deverá concluir integralmente a obra, incluindo mobiliário e equipamentos, e entregá-la à UNIR no prazo de 15 meses.

PORTO STEAK, A NOBREZA DA CARNE

Neste dia 06 de agosto, a partir das 19:00 horas, você já poderá conhecer a

mais nova Steakhouse da cidade: Porto Steak (Av. Calama, 1543-São João Bosco). A nobreza da carne com atendimento exclusivo e um ambiente pensado para você. Localizada em uma região privilegiada da capital, com o compromisso de servir os melhores cortes nobres aos paladares mais exigentes. Um restaurante que estava faltando em nosso Porto Velho. Um local agradável, bem localizado e perfeito para quem gosta de comer bem.

FIEAM COMPLETA 58 ANOS COM ENTREGA DE NOVOS LABORATÓRIOS DO INSTITUTO SENAI DE INOVAÇÃO EM MICROELETÔNICA

A entrega dos novos laboratórios do Instituto Senai de Inovação em Microeletrônica, prevista para a segunda quinzena deste mês, foi anunciada pelo presidente do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Amazonas, Antonio Silva, como parte da programação de aniversário dos 58 anos da Fieam, comemorados na última sexta-feira, 3. Além do Senai, unidades do SESI estão sendo beneficiadas com o pacote de obras que tem previsão de entrega para este mês.Em funcionamento desde setembro de 2014, por meio do Laboratório Aberto, na Escola Senai Antônio Simões, no Distrito Industrial, o Instituto Senai de Inovação em Microeletrônica faz parte de uma rede formada por 25 institutos já implantados em 12 Estados do país, cada um especializado em uma temática diferente. No Senai Amazonas, o instituto tem um papel estratégico no desenvolvimento de novas tecnologias e na modernização da indústria brasileira. Segundo o presidente do Sistema Fieam, “A nova sede ainda é provisória. Nós vamos ocupar uma parte do antigo Núcleo de Tecnologia do Gás do Amazonas, o NTGAM, para que o nosso Instituto em Microeletrônica possa começar a atuar de forma mais adequada, com laboratórios montados e condições ideais”, disse.

COMEÇA BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE SÃO PAULO

A Bienal Internacional do Livro de São Paulo começou na última sexta-feira na capital paulista com expectativa de atrair 700 mil pessoas durante os 10 dias do evento, mesmo público do ano passado. Na sua 25a edição, a feira traz 197 expositores ao Pavilhão de Exposições do Anhembi, em uma área de 75 mil metros quadrados. A atual edição da Bienal, cujo investimento gira em torno de R$ 32 milhões, espera ajudar a reverter a retração do mercado editoral estimada em 25% nos últimos 10 anos. João Scortecci, diretor

editorial da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf-SP), disse que setor enfrentou momentos difíceis na última década. “As editoras começaram a diminuir as tiragens, não fazer todos os títulos e, principalmente, não imprimir a reedição, que é muito importante para o mercado, pois, os custos de produção da obra são absorvidos na edição anterior”, explicou. A situação econômica do país, com redução de consumo e diminuição na compra de livros didáticos por parte do governo, foram fatores que contribuíram para o cenário negativo, na avaliação de Scortecci. Desde 2017, o número de gráficas reduziu de 22 mil para 18 mil. O diretor da Abigraf acredita que o modelo atual de grandes livrarias deve acabar no futuro. “As megalojas em shoppings não têm como se sustentar, são espaços muito caros. Então, precisamos fazer o que aconteceu na França e outros países, a volta das livrarias segmentadas de pequeno porte. Em Paris, os editores se tornaram donos das livrarias e tiveram resultados muito melhores. O mercado está se reinventando”, disse.

Para ele, a moda do livro eletrônico passou e a mudança de tecnologia não contribuiu para a queda nas vendas de livros. “O que está faltando são leitores, as pessoas não estão lendo. O mundo digital influenciou da seguinte forma, antes de você pegar um livro, vai para o Facebook. Isso acaba desviando o foco do leitor”, avaliou..

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

PROFESSOR E ECONOMISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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