Tempo Real

Rondônia e os Nazistas – Por Gomes Oliveira

Tempos depois, lendo a revista Veja, fiquei sabendo que um criminoso de guerra nazista, procurado por que cometeu crimes de guerra contra a humanidade, foi preso na Bolívia, não posso afirmar, mas acho que ele foi preso aqui em Rondônia.

Recentemente o Deputado Adelino Follador (DEM) comparou o hospital e Pronto Socorro  João Paulo II  a um campo de concentração nazista. Esta simples menção a esta palavra “Nazista”, faz com que eu,  por dever com a historia de meu estado, relate um caso verídico, acontecido  comigo, e que culminou com a captura de um criminoso de guerra nazista em Rondônia, no ano de 1.987.

No segundo semestre do ano de 1.987, eu era o chefe de gabinete da Prefeitura Municipal de Rolim de Moura, era uma terça feira, do mês de Setembro, eu estava atendendo em minha sala, quando minha secretaria disse que tinha três pessoas que queria falar comigo, tinha gente na minha sala, mas mesmo assim, pedi para que estas três pessoas entrassem em meu gabinete, eles entraram, e aguardaram que eu terminasse de atender as outras pessoas,  quando ficamos sozinhos na sala, o mais velho deles, foi até a porta, trancou-a, o que me causou espanto, perguntei-lhe, por que tinha feito isso, e ele me disse:  conhecemos toda a sua vida, a sua historia, e começou a contar toda a  minha vida, desde meus tempo de estudante em Londrina-Parana, ate aquele momento, fiquei estarrecido, perguntei quem era eles. O mais velho disse que era oficial do Serviço Nacional de Informações (SNI), atual. ABIN, e os outros dois, sem citar nomes disse que eram agentes do Serviço Secreto Israelense. o Mossad.

A seguir, perguntaram-me, seu eu tinha conhecimento de uma pessoa que residia na região de São Miguel  do Guaporé, na BR 429, que fazia cirurgias nas pessoas da região em sua propriedade rural,  Disse que tinha ouvido falar desta pessoa, pois nesta época, eu era o  Secretario do Diretório Municipal do PMDB em Rolim de Moura, e estava sempre em viagem pela  região de Nova Brasilandia, São Miguel, Alvorada do Oeste, e até Costa Marques, ajudando os Diretório do PMDB destas localidades, como também  em toda a região da zona da mata, e já tinha ouvido falar desta pessoa, inclusive ouvi  que em sua propriedade rural tinha energia elétrica, fato raro naqueles tempos. 

Após meu relato, esse oficial do SNI, disse que essa pessoa era um criminoso de guerra nazista, procurado por diversos crimes contra a Humanidade, e que estava se escondendo na região de São Miguel do Guaporé, em Rondônia. Fiquei impressionado com o relato deste oficial,  os agentes do Mossad, não falaram uma única palavra.

A seguir, este oficial disse que precisaria de apoio logístico para uma missão em São Miguel do Guaporé, e que precisariam da minha ajuda. Perguntei qual tipo de ajuda, e eles me pediram, que eu arrumasse um veiculo Toyota traçado,  com dois galões de duzentos litros de óleo diesel em cima,  que eu fosse ate o hotel da cidade, arrumasse acomodações, e alimentações para os três,  que eu falasse la no hotel que eram três técnicos do governo em serviço na região. Que esse veiculo, teria que estar abastecido, com as chave na ignição as 23.50 da mesma terça feira em frente a minha casa, e que seria devolvido na Sexta Feira 02.00 da manhã.

Fiquei nervoso, disse que por dever, teria que   comunicar ao então Prefeito Municipal  de Rolim de Moura Valdir Raupp, hoje Senador Raupp, deste fato, o que me foi terminantemente proibido de fazer, esse oficial me disse que em hipótese alguma o Valdir Raupp poderia  ficar a par desta Historia, fiquei mais nervoso ainda, como é que poderia pegar patrimônio do município, assumir compromissos com estadia, acomodações, e alimentação em nome do município, para três pessoas que nunca tinha visto na vida, disse preciso que alguém diga para atendê-los,  alguma  pessoa, é muita responsabilidade para mim, então o oficial disse que me entendia,  então ele, tirou sua agenda da  pasta  que carregava consigo, e me mostrou um nome, perguntou-me se eu conhecia esta pessoa, disse que sim, e disse  que, para essa pessoa eu poderia ligar, e ela confirmaria toda a historia. Fiquei aliviado, liguei para esta pessoa, e disse que tinha três pessoa comigo, e que um era um oficial do SNI, essa pessoa do outro lado do telefone me disse “Gomes, não me explique mais nada, faça de acordo com o que elas estão te pedindo, e desligou o telefone” fiquei  aliviado, (vou omitir o nome desta pessoa, pois hoje ela é uma das mais alta autoridade do Judiciário do Estado). Fiz tudo como me foi ordenado.

Na sexta feira, eu, sem conseguir dormir, e preocupado, três dias após terem levado o Toyota, exatamente as 02.00 da manha, o veículo, estacionou em frente a minha residência, uma pessoa desceu do carro, bateu continência para mim, num gesto de missão cumprida e gratidão, assim como chegou, foi embora, minha mãe que hoje mora no céu, vendo aquilo, ficou preocupada,  e perguntou-me o que tava acontecendo,contei tudo para ela.

Tempos depois, lendo a revista Veja, fiquei sabendo que um criminoso de guerra nazista, procurado por que cometeu crimes de guerra contra a humanidade, foi preso na Bolívia, não posso afirmar, mas acho que ele foi preso aqui em Rondônia.

Passado mais de  dez anos depois, estando eu em visita no Gabinete do Senador Amir Lando, em Brasília,  no ano de 1.998, a chefe de gabinete do Amir,  entrou e disse que tinha uma pessoa me aguardando e que queria falar comigo, terminei minha conversa com o Senador Amir, e fui ver quem queria falar comigo, fiquei espantado ao ver  que quem  queria falar comigo,  era o mesmo oficial que há mais de dez anos atrás esteve em minha sala em Rolim de Moura,   cumprimentei ele, e perguntei-lhe, o que aconteceu naqueles dias em Rolim de Moura, e ele me falou, que ao chegar ao local, onde morava esse criminoso, os agentes ficaram em campana, e quando era tarde da noite, eles entraram na casa dele, amordaçaram-no  e o algemaram ,  foram de carro ate Ji-paraná, chegando de madrugada em Ji-paraná, colocaram ele num avião até Porto Velho, aqui chegando , colocaram o mesmo num jatinho, e tomaram rumo desconhecido.

Perguntei-lhe qual o motivo da visita, e ele me disse “é para agradecer a você Gomes, pelo seu atendimento, estou aqui em nome daquela equipe para te agradecer, e sempre que você visitar Israel é só chegar à Sede do  Mossad, e mostrar sua identidade, que eles já te conhecem”.

Só duas pessoas conheciam esta Historia, Minha mãe Alaíde Gomes, que hoje mora com Papai do céu, e este Articulista.

AUTOR: GOMES OLIVEIRA – FOLHA RONDONIENSE

  • A opinião dos colunistas colaboradores são de sua inteira responsabilidade e não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense
  • Artigo Atualizado

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by