Interior

Projeto “Saúde no Interior” leva atendimento médico especializado para população da Zona da Mata

A 2ª etapa do projeto “Saúde no Interior” do Governo de Rondônia, iniciou neste sábado (13) em Rolim de Moura com atendimentos médicos especializados para população da Zona da Mata, 5ª Gerência Regional da Sesau. A ação continua no domingo (14), e contempla os pacientes dos municípios de Alta Floresta d’Oeste, Alto Alegre dos Parecis, Castanheira, Novo Horizonte d’Oeste, Nova Brasilândia d’Oeste, Santa Luzia d’Oeste, Seringueiras, Parecis, São Miguel do Guaporé e Rolim de Moura.

Simultaneamente os atendimentos estão sendo desempenhados nas unidades de saúde municipal, (Policlínica, Hospital e Clinica da Mulher), com especialistas nas áreas de dermatologia, oftalmologia, cardiologia, endocrinologia, urologia, gastroenterologia, neurologia, pediatria, pneumologia e oncologia. Além disso estão sendo realizadas cirurgias eletivas.

O secretário da Saúde, Fernando Máximo, presente ao evento, destacou a importância da parceria com a prefeitura de Rolim de Moura para que o projeto “Saúde no Interior” fosse concretizado na região da Zona da Mata. “O projeto nasceu de um pedido do governador Marcos Rocha, que tem o anseio de levar atendimentos de especialistas mais perto da população. As vezes para uma consulta de dez a 15 minutos, o paciente precisa sair do interior para ser atendido na Capital. Hoje, estamos aqui com 18 profissionais, para realizarmos mais de mil atendimentos”.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, reforçou que a ideia do projeto é reduzir as filas de espera do atendimento aos pacientes. “O objetivo maior é zerarmos a fila de espera, trazendo um atendimento médico de qualidade para a população de todas as regiões de Rondônia e assim diminuir o deslocamento de pacientes dos municípios a Porto Velho”.

O chefe do Executivo Estadual, destacou que as autoridades têm uma preocupação especial e a obrigação de servir a população. “É um conjunto de pessoas preocupadas envolvidas (secretários, vereadores, deputados, prefeitos) e que obrigatoriamente devem servir a população da melhor forma. Queremos uma saúde de qualidade para todos e por isso investimos em atendimentos, melhorias na infraestrutura dos hospitais, construção de um novo hospital em Porto Velho e a valorização dos nossos profissionais da Saúde que se dedicaram a salvar vidas durante a pandemia”,  enfatizou o governador Marcos Rocha que, inclusive, fez questão de lembrar que todas as decisões são tomadas junto com o vice-governador José Jodan.

Com exames alterados, Luciene Coelho recebeu atendimento

Agradecido, o morador de Rolim de Moura, José Mota Pinheiro, parabenizou o governador Marcos Rocha pela iniciativa. “Isso é muito gratificante, esse atendimento nos ajuda muito. Agora não precisamos ficar indo de um lugar para o outro para ser atendido por um cardiologista. Obrigado governador e todos  os envolvidos”.

Representando a Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO), o deputado Jean Mendonça, destacou que é um momento impar para a região quando se fala em saúde. “Parabenizo o governador Marcos Rocha e o secretário Fernando Máximo, pelas as ações que estão acontecendo aqui, e em todo o Estado de Rondônia. Isso demonstra o comprometimento do Poder Executivo com pacientes que precisam de um atendimento digno”.

“Eu estou com os meus exames alterados, e tem mais de três anos que não consigo ir a Porto Velho. A iniciativa é muito boa, trazer os médicos para perto de nós”, enfatizou a zeladora Luciene Coelho da Silva.

Maria da Glória aguardava há cinco meses por um especialista

A aposentada, Maria da Glória Silveira Mendes de Souza, moradora do município de Novo Horizonte d’Oeste, relatou que já faz cinco meses que aguarda a consulta com especialista em pneumologia. “Gostei muito do governador trazer o atendimento aqui em Rolim de Moura, se fosse para ir para Porto Velho seria muito difícil”.

O município de Vilhena foi o primeiro a receber o “Saúde no Interior”, onde foram realizados 1.435 atendimentos. Já os municípios de São Francisco do Guaporé, Ji-Paraná, Buritis e Ariquemes estão previstos para receber a equipe de profissionais do “Saúde no Interior” nas próximas etapas.

A solenidade de abertura do evento contou com a presença da secretária regional da Casa Civil, da região da Zona da Mata, Eliene Siqueira, do secretário de Estado Adjunto da Saúde, Nélio Santos, dos secretários municipais de Saúde, vereadores, prefeitos e vice-prefeito de Rolim de Moura e cidades vizinhas participantes do projeto.

FONTE: SECOM/RO

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. 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TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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