Teia Digital

PROJETO RECUPERA ÁREAS DE PRESERVAÇÃO DAS RESERVAS – por Silvio Persivo

É como pedir ao macaco para não comer banana. “Há duas ocasiões em que o homem não deve jogar: quando não tem dinheiro e quando tem” (Mark Twain).

 CORUJÃO DA SAÚDE

O governo de Rondônia vai ofertar 1.276 exames por imagem, todos de alta complexidade. Os procedimentos serão realizados pelo programa Corujão da Saúde, que começa nesta segunda-feira (17), a partir das 18h, com abertura simultânea de unidades no período da noite para realização de exames de diagnósticos por imagem. Serão realizados tomografia computadorizada, eletroencefalograma, ressonância magnética, infiltração e ultrassonografia – modalidade que visualiza estruturas superficiais, ginecológica e obstétrica, além de procedimentos intervencionistas (punções, biópsias e drenagens). Segundo o secretário estadual de Saúde Williames Pimentel, o Corujão é uma ação que irá deflagrar a abertura noturna de agendamento para diminuir os exames em fila de espera. A iniciativa envolverá, neste primeiro momento, nove empresas de saúde no estado, onde o governo vai comprar os serviços e oferecer – por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) -, gratuitamente, para os pacientes. Ainda segundo Pimentel, o objetivo deste programa é dar o diagnóstico do paciente em tempo hábil a fim de possibilitar o início do tratamento e a cura de forma eficaz e eficiente.

 PROJETO RECUPERA ÁREAS DE PRESERVAÇÃO DAS RESERVAS

O Governo do Estado anuncia que com o plantio de açaí, castanha-do-brasil, seringa e copaíba estão sendo recuperadas as áreas degradadas da Reserva Extrativista (Resex) Estadual Rio Cautário, que tem 146 mil hectares. O gerente da Unidade de Conservação de Uso Sustentável da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), Jorge Lourenço da Silva, afirmou que o projeto está sendo desenvolvido em parceria com a comunidade local. A Resex Rio Cautário abrange os municípios de Costa Marques, São Francisco do Guaporé e Guajará-Mirim, e foi a primeira do Estado de Rondônia contemplada com o projeto de Conservação e uso Sustentável, que proporcionará boas práticas aos extrativistas. “Os moradores da comunidade passarão a explorar as riquezas que a natureza lhes oferece, mas de forma sustentável”, afirmou Jorge Lourenço. O projeto começou a ser desenvolvido em 2016, quando as áreas degradadas foram identificadas durante estudos do Plano de Manejo. “São áreas invadidas, onde se formaram pastos para criação de gado e invasões para roubo de madeira”, disse o gerente da Unidade. O projeto inclui também a implantação de um viveiro para produção das mudas, das espécies escolhidas pela comunidade, levando em conta o time de extrativismo da região. Na primeira fase foram produzidas 10 mil mudas de açaí, que foram consorciadas com milho e depois segue o consórcio com urucum e feijão Pitoco, uma espécie que não prejudica o plantio de açaí. Segundo Jorge Lourenço, ano passado foram recuperados 10 mil hectares, e neste ano a meta é recuperar mais 30 mil hectares da Rio Cautário. Outro projeto está em fase de implantação na Unidade Estadual Rio Preto de Jacundá, que fica no município de Machadinho do Oeste. Nesta unidade, o viveiro será três vezes maior que o da Resex Rio Cautário. O viveiro terá capacidade para produzir 30 mil mudas por etapa. As espécies a serem plantadas serão definidas durante reunião a ser realizada com a comunidade, que também será beneficiada com curso de capacitação para aprender a trabalhar e se tornar parte integrante do projeto. A Unidade Rio Preto de Jacundá tem 95 mil hectares, e deverão ser recuperados cerca de três mil.

PRESTIGIANDO OS 100 ANOS DO ALTO MADEIRA

O vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC), José Roberto Tadros veio, especialmente à Rondônia, para, na noite de sábado (15.04), da solenidade comemorativa dos 100 anos do jornal Alto Madeira, na Casa da Cultura Ivan Marrocos. Presença também significativa do senador Valdir Raupp.

BANCO DO BRASIL ANUNCIA RECURSOS PARA A 6ª RONDÔNIA RURAL SHOW

O superintendente do Banco do Brasil, Antônio Carlos Soares anunciou que a instituição tem disponível R$ 200 milhões para investir na 6ª Rondônia Rural Show.

É PRECISO BOM SENSO NA DESOCUPAÇÃO

Embora seja natural que decisões são feitas para serem cumpridas, no entanto, apesar dos empresários terem razão em reclamar a desocupação das praças e calçadas, infelizmente, a questão não é tão simples. Tanto que não surtiu efeito as ameaças de sanção proferidas pela  decisão do prefeito livrar praças e calçadas do comércio clandestino. A questão é que, para cumprir a decisão, é preciso sim negociar com as pessoas que vivem do que ganham ali. É certo que os casos clandestinos devem ser tratados com o rigor devido, mas, trata-se da sobrevivência de muitas famílias. E o prefeito precisa encontrar um meio termo entre ter a autoridade necessária e a sensibilidade social necessária.

 VENDAS NA PÁSCOA VOLTAM A CRESCER

O volume de vendas, na semana anterior a Páscoa (que, este ano, foi entre os dias 9 e 15 de abril), apresentou um leve crescimento de 0,93% na comparação com o mesmo período do ano passado. O resultado confirma a expectativa de que a recuperação econômica está sendo lenta e progressiva. Foi a primeira alta observada na data desde o ano de 2014, quando o crescimento tinha sido de 2,55%. Em 2015, houve uma queda de -4,93%, posteriormente aprofundada para -16,81% em 2016. Os dados são do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

MARÇO APRESENTOU AUMENTO NAS VENDAS DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO

O terceiro mês do ano mostrou certa recuperação do setor de materiais de construção, de acordo com o Índice da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). O faturamento total deflacionado das vendas dos materiais de construção em março apresentou um aumento de 12,2% se comparado a fevereiro deste ano. Porém em relação ao mesmo mês do ano passado houve queda de 6,5%, já o acumulado dos últimos 12 meses mostrou queda de 9,1%. – Importante ressaltar que o mercado continua retraído para a indústria de materiais, embora o ritmo de queda tenha sido menor que nos meses anteriores. O comércio melhorou em março, mas boa parte da explicação está no maior número de dias úteis nesse mês. Fatores como juros alto, dificuldade de crédito, desemprego em alta e incertezas políticas continuam afetando negativamente o setor – ressalta Walter Cover, presidente da Abramat.  Seguindo a tendência de melhora, março apresentou aumento do faturamento deflacionado das vendas dos materiais de base (12,8%) e de acabamento (12%), em relação ao mês anterior. Já o comparativo ao mesmo mês de 2016 o faturamento das vendas dos materiais de base e de acabamento apresentou uma queda de 4,3% e 8,8% respectivamente.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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