Teia Digital

FINTECHS SURGEM COMO NOVA OPÇÃO PARA EMPRÉSTIMOS – por Silvio Persivo

Afundemos, pois. “Do nascimento, o homem carrega o peso da gravidade em seus ombros. É aparafusado à terra. Mas homem só tem que afundar embaixo da superfície e ele estará livre” (Jacques-Yves Cousteau).

RELAÇÕES COMERCIAIS BRASIL E BOLÍVIA

A semana tem como destaque a vinda do ministro da Defesa da República boliviana, Reymi Ferreira Justiniano, que foi recebido, no Palácio Rio Madeira, pelo vice-governador de Rondônia, Daniel Pereira, quando trataram da abertura de um corredor de exportações capaz de integrar a Bolívia ao mercado mundial e do incremento e melhoria das relações comerciais entre a Bolívia e Rondônia.  O transporte de madeira e castanha da Bolívia até o porto de Porto Velho, a importação de combustível venezuelano para a Bolívia utilizando a estrutura de logística de Rondônia e a importação de sal da Bolívia foram os temas que dominaram a conversa. Se confirmada a utilização da rota rondoniense para o transporte de combustível da Venezuela, os custos e o tempo serão reduzidos consideravelmente, tendo em vista que para chegar à Bolívia o combustível venezuelano enfrenta todo o percurso da costa do Oceano Atlântico, passando pela Argentina até seu destino no País vizinho, um desperdício enorme de tempo e dinheiro. O ministro visitou também o porto organizado de Porto Velho (Sociedade de Portos e Hidrovias do Estado de Rondônia – Soph) – e pode acompanhar por vídeo o embarque, desembarque e a exportação de uma carga de madeira boliviana.

MOÇÃO DE APLAUSOS AOS 100 ANOS DO ALTO MADEIRA

Por iniciativa dos vereadores Mauricio Carvalho e Aleks Palitot a Câmara Municipal de Porto Velho fez a entrega de Moção de Aplausos, em Sessão Solene, na segunda-feira (17) aos 100 anos do Alto Madeira e à Família Tourinho, bem como entregou a Euro Tourinho o título de Amigo da Cultura. Euro lembrou de grandes nomes do passado, como o criador do jornal, Joaquim Augusto Tanajura e de Assis Chateaubriand, bem como acentuou que “o respeito e a ética, o compromisso com a região” foi que garantiram a longevidade do jornal e que o Alto Madeira “já deixou a muito tempo de ser só da família. Hoje, não tenho dúvida, é um patrimônio imaterial do Estado, com os quais temos compromissos e valorizamos”, concluiu.

DESENVOLVIMENTO REGIONAL FOI TEMA DE PALESTRAS

A questão do Desenvolvimento Regional foi o tema do seminário que foi realizado pelo Departamento de Economia da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR) no último dia 17 de abril, no Campus José Ribeiro Filho.  Foram ministradas as palestras “Abordagem do desenvolvimento regional no Brasil”, pela professora doutora Hipólita Ciqueira, e “Abordagem teórica do desenvolvimento”, ministrada pelo professor doutor Carlos Brandão. Ambos os professores pertencem ao Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano (IPPUR) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Em especial as contribuições de Celso Furtado, Myrdall e Perroux foram o pensamento teórico dominante das exposições.

FOI PRO BREJO

O desfile das escolas de samba, previsto para acontecer no próximo dia 30 deste mês, foi cancelado, de comum acordo com os dirigentes da Federação das Escolas de Samba – Fesec. Acertaram que os recursos que seriam usados sejam redirecionados para um seminário para o carnaval 2018, que será realizado em maio, com profissionais do Rio de Janeiro e de Parintins, e o restante destinado a uma grande festa no aniversário de Porto Velho, em 2 de outubro. A realização fora de época já deixava prever problemas deste tipo e, pelo que se sabe, algumas escolas nem poderiam receber os recursos por falta de regularização.

XXVII CONGRESSO BRASILEIRO DE CARTOGRAFIA

A Sociedade Brasileira de Cartografia, Geodésia, Fotogrametria e Sensoriamento Remoto (SBC) anunciou a realização do XXVII Congresso Brasileiro de Cartografia sob o tema é “A cartografia e a soberania nacional: a consolidação das fronteiras e limites”. O evento será realizado na cidade do Rio de Janeiro, nas dependências da Escola Naval, situada na ilha de Villegagnon, de 6 a 9 de novembro de 2017, juntamente com a XXVI Exposicarta. Mais informações e inscrições: www.cartografia.org.br/cbc2017/

 FINTECHS SURGEM COMO NOVA OPÇÃO PARA EMPRÉSTIMOS

Quando se precisa transferir dinheiro ou pagar contas, o mais comum é recorrer a bancos e instituições semelhantes, correto. No entanto, isto está mudando com um tipo de empresa que une tecnologia com serviços financeiros: as fintechs. O que é uma fintech? O termo ‘fintech’ surgiu da combinação das palavras em inglês financial (finanças) e technology (tecnologia). Este nome, por si só, resume bem a ideia: fintech é a empresa que oferece serviços financeiros que se diferenciam pelas facilidades proporcionadas pela tecnologia e pela internet. Sob este ponto de vista, talvez você não veja muita diferença em relação aos serviços oferecidos pelos bancos. Instituições bancárias trabalham com tecnologias bastante sofisticadas para atribuir acesso e segurança às transações financeiras. Isto vale para gerenciamento de contas correntes, empréstimos, serviços de cartão de crédito, investimentos, entre outros. As novas modalidades para obtenção de créditos, as Fintechs, e os empréstimos pela internet, atraem pelo jeito simples e ‘descolado’ de se conseguir dinheiro, muito diferente dos meios tradicionais. Apesar das facilidades (não é necessário sair de casa, rapidez na aprovação e taxas de juros abaixo das praticadas pelas instituições bancárias), não se pense que se dispensa formalidades típicas dos grandes bancos. Uma das razões de crescimento dessas empresas é justamente a seletividade rigorosa. Só quem tem o perfil de bom pagador pode conseguir crédito. No  Brasil é muito bem representado nesse segmento com startups como Nubank, Controly e GuiaBolso.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by