Direto de Rolim

Programa Tchau Poeira, está sendo aguardado com muitas expectativas pela população da capital da Zona da Mata – Por Fernando Garcia

O Programa Tchau Poeira, lançado no início do ano passado pelo governador Marcos Rocha, em Rolim de Moura, está sendo aguardado com muitas expectativas pela população da capital da Zona da Mata, haja vista, que o mesmo só fez até agora algumas recomposições asfálticas e operações tapa buracos que por sinal, estes últimos já se encontram em forma de crateras, precisando que sejam refeitos novamente. Infelizmente temos que dizer que o dinheiro saiu pelo ralo, visto que os trabalhos não surtiram suas verdadeiras finalidades, que era manter uma estrutura mais edificante e duradoura. 

Cobranças
Como a promessa do Tchau Poeira foram feitas em duas etapas, sendo uma na avenida 25 de agosto e a outra na avenida Fortaleza com a Guaporé, entre o Bradesco e Banco do Brasil, onde sua excelência anunciou categoricamente a construção de vários quilômetros de asfalto, onde inclusive chegou a fazer gentileza oferecendo dez quilômetros a mais para o prefeito Aldo Júlio, fazer onde quisesse. Os rolimourenses querem que o governador cumpra com suas promessas, dando início já a construção de asfalto na cidade de Rolim de Moura e no distrito de Nova Estrela, uma vez que só faltam menos de sete meses para findar o mandato do governador Marcos Rocha. 
 

Ponto positivo
Na administração do prefeito Aldo Júlio, é notório alguns avanços em alguns setores, dentre eles, o atendimento no hospital Amélio João, que passou a ser mais humanizado o que sem dúvida merece destaque, lógico, ainda muitas coisas precisam ser corrigidas. Esse avanço na melhoria do hospital municipal, está creditado a inauguração da UPA, Unidade de Pronto Atendimento, que melhorou significativamente a vida de milhares de pessoas que buscam socorro de imediato durante o decorrer do mês. Acredita-se, quando a UPA, estiver atendendo com médicos especialistas em diversas áreas, os serviços relativos a saúde no município vai melhorar muito mais, não tendo que aguardar infinitamente pelo sistema de Regulação da Saúde, onde o paciente morre para depois receber o chamado, sem nenhuma consequência para os responsáveis. É bem verdade, que esses profissionais serão contratados por uma empresa para prestação dos serviços, visto, que geralmente o município encontra dificuldades para contratação desses profissionais. 

Saneamento esquecido
O vereador dr. Roni Ton, em pronunciamento do parlatório da Câmara de Vereadores de Rolim de Moura, cobrou mais efetividade por parte da empresa concessionária Águas de Rolim de Moura, quanto as melhorias que envolvam as obras de saneamento básico no município, quando a empresa afirma de forma categórica que foi realizado no bairro Olímpico, cem por cento do esgotamento sanitário. Realmente a empresa precisa fazer sua parte, como foi combinado quando assumiu o controle que antes era da Caerd, quando falaram em investimentos da ordem de 100 Milhões, no decorrer de alguns anos. O vereador questionou os recursos aplicados no quesito sanitário, alertando que tal aplicações transformaria na melhoria da qualidade de vida para a população, mas, entende que o montante aplicado pela concessionária é insuficiente para alcançar esses objetivos, embora, já deveria ter aplicados recursos mais plausíveis que o município requer. 

Lamentações
O senador Marcos Rogério (PL), esteve semana passada em pré-campanha em Rolim de Moura, onde recepcionou vários pastores da região num clube fora do perímetro urbano da cidade, depois da reunião com os evangélicos, se dirigiu à Câmara de Vereadores, onde foi recepcionado por pouquíssimos vereadores, ou seja, menos da metade dos nove componentes do legislativo mirim. Rogério falou mais da administração do governador Marcos Rocha, apontando erros e falhas do gestor estadual, principalmente a parceria com os prefeitos. O defensor Bolsonarista, só esqueceu de pontuar como se deve administrar o Estado de Rondônia, ficou apenas no campo das lamúrias o que certamente demonstrou um discurso vazio sem apontar quais são as saídas para os problemas que devem ser atacados para que o Estado consiga sair do estado de inércia. 

Observado
Mais uma das coisas que mais chamou atenção da presença do senador Marcos Rogério, em Rolim de Moura, foi a ausência do seu braço direito Expedito Júnior, que apesar dos encontros terem sidos realizados fora da cidade e outro na Câmara de Vereadores, muitos observadores e curiosos de plantão sentiram a falta do seu pretenso candidato ao Senado, como ele bem salienta em todos os lugares que passa. Na verdade, nem mesmo o senador Marcos Rogério, tem certeza absoluta da pré- candidatura, de Expedito Júnior, uma vez que depende de uma posição definitiva do presidente da República, Jair Bolsonaro, que tem uma certa preferência pelo empresário de um conglomerado de negócios em Vilhena, Jaime Bagatolli. Apesar de nos últimos dias, Expedito Júnior, continua se esquivando em não decretar sua pretensa candidatura ao Senado Federal, bem como de não andar lado a lado com Marcos Rogério, em pleno território que é o da capital da Zona da Mata, seu berço político, deixa muitas brechas para comentários. 

Suplente
Ao que tudo indica a suposta pré-candidatura do empresário no ramo do agronegócio, mineração e energia, César Cassol, ainda não tem nada consistente como coadjuvante do senador Marcos Rogério, na qualidade de pré-candidato a vice-governador. O assunto ganhou notoriedade em redes sociais e diversos meios de comunicação do Estado, entretanto, não ficou nada consolidado ficando apenas no campo da suposição, embora, o determinante para a candidatura de Rogério, saísse do colégio eleitoral da capital Porto Velho, que agrega quase 350 mil votos, uma vez que o senador já pertence ao interior onde já possui base eleitoral. Observando por outro ângulo, existem grandes possibilidades de o ex-prefeito de santa Luzia e Rolim de Moura, o ex-deputado estadual por dois mandatos consecutivos, César Cassol, ser incluído como primeiro suplente de senador na chapa de sua irmã, deputada federal Jaqueline Cassol.

Emendas
O senador Ji-paraense Marcos Rogério, não é muito chegado a indicar emendas alvissareiras para Rolim de Moura, geralmente os recursos enviados por ele são muitos tímidos, em relação ao deputado federal Expedito Neto, que nesse quesito tem sido parceiro do município. Marcos Rogério, deveria ser mais arrojado com emendas quando se tratasse de Rolim de Moura, tinha quem bater continência para o entusiasta de sua campanha em 2018, Expedito Júnior, que além de ter lançado para o senado federal, bateu firme e forte nas reuniões do começo ao fim, sobre a importância de se eleger um senador da República, para abrir portas para o governador. Como bem dizia Expedito ainda em meados dos anos 90, quando Bianco era senador, que os pés de um senador quando bate na porta de um ministério, tem a força de uma pata de elefante, a vidraça treme, todavia, embora aliadíssimo do presidente Bolsonaro, esses requisitos parecem que estão equidistantes do senador Marcos Rogério, que poderia interceder bastante por Rolim de Moura, afinal, Expedito Júnior, é de Rolim de Moura, tem propriedade e vota aqui. Mas de qualquer maneira, valeu uma emenda do senador no valor de 3 Milhões, a única por sinal que merece destaque, que infelizmente a prefeitura passou batida e não usufrui deixando o numerário voltar. O senador deu um puxão de orelho no prefeito e disse que a culpa foi da administração e, em tom de brincadeira, disse que em nome da Procuradora do Município, Marineusa, ele iria recuperar os valores para o prefeito Aldo Júlio.

AUTOR: FERNANDO GARCIA –  COLUNA PORTA ABERTA –  DIRETO DE ROLIM COM INFORMAÇÕES JORNAL FOLHA DA MATA

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FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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