Resenha Politica

Professor universitário Vinícius Miguel requereu pedido de providências em petição encaminhada à Defensoria Pública do Estado – Por Robson Oliveira

Em petição encaminhada à Defensoria Pública do Estado, o professor universitário Vinícius Miguel requereu pedido de providências do órgão contra o que considera uma inconstitucionalidade editalícia no concurso público dos bombeiros de Rondônia por exigir dos inscritos exames médicos laboratoriais de HIV e Hepatites virais

ACIRRAMENTO 

Pela última pesquisa divulgada da Big Data sobre as eleições estaduais de Rondônia, Marcos Rogério (PL) e Marcos Rocha (União Brasil) estão empatados e vão fazer a disputa mais acirrada de todos os tempos. O resultado hoje é imprevisível e a margem para crescer não é elástica. É possível que seja uma vitória definida pelo detalhe e o número dos candidatos neste caso pode fazer a diferença.  

FILIAÇÃO 

Quando surgiram as primeiras notícias de que o presidente Jair Bolsonaro iria ingressar no União Brasil, Marcos Rocha imediatamente se filiou ao partido na tentativa de manter para si a primazia do mesmo número do presidente nas eleições estaduais. Na época a filiação foi descrita pela mídia local como uma passada de perna do governador contra o senador Marcos Rogério.  

AVEXADO 

A pressa de Rocha em se filiar antes que Rogério terminou atropelando os seus planos iniciais, visto que Bolsonaro desistiu do União Brasil e optou em assinar ficha filiação no PL. Com o ingresso do presidente no partido de Valdemar da Costa Neto, o Diretório Regional do PL caiu no colo do senador e por isso ele está na iminência de vencer o governo de Rondônia ajudado pela onda de votação no numeral 22, o mesmo de Bolsonaro.  

PIRRO  

Por ter sido avexado, Rocha comemorou uma vitória de pirro ao impedir a filiação de Rogério no União Brasil. Portanto, o slogan “22 aqui e 22 lá” tem tanto apelo eleitoral que obriga o candidato do 44 (Rocha) a reivindicar o dia todo e todo dia a paternidade do 22, de lá. Embora separar este número do cá não seja uma tarefa do ponto de vista do marketing tão fácil.  

MARKETING 

Não passa de uma peça emergencial de marketing de segundo turno a proposta do candidato Rocha de reservar aos cem melhores alunos da rede pública estadual um intercâmbio com universidades estrangeiras. A proposta não consta ainda no plano de governo nas 22 (número do opositor) páginas entregues à Justiça Eleitoral.  A nova proposta também não está nas dotações orçamentárias da Secretaria de Educação para 2023, o que, em tese, revela que seja tão somente uma peça publicitária. Embora interessante.  

NEUTRALIDADE 

Para complicar a estratégia do governador Rocha, o União Brasil – presidido pelo deputado federal pernambucano Luciano Bivar -, anunciou neutralidade neste segundo turno e liberou os diretórios a apoiarem quem melhor convier. Os dirigentes se dividem nacionalmente entre Lula e Bolsonaro. Em Rondônia, Rocha é Bolsonaro, sem a mesma primazia das eleições 2018 quando ambos eram filiados ao PSC, com o mesmo número 17 nas urnas. A estratégia anteriormente utilizada não se repete nestas eleições e as tentativas feitas têm sido barradas pelo TRE a pedido do Liberal Marcos Rogério, uma vez que Bolsonaro é candidato pelo mesmo partido (PL) do senador.  

CRÍTICAS 

São infundadas as críticas de Marcos Rocha por Marcos Rogério ingressar em juízo para impedir que cole em sua campanha eleitoral a campanha nacional de Bolsonaro. Em 2018 Rocha usou do mesmo expediente contra Rogério. Agora, em polvorosa, em razão de uma eleição que julgava ser um passeio, critica o que ele mesmo fez.  

EMPÁFIA 

No primeiro turno os partidários de Marcos Rocha se comportavam com empáfia, amparados em pesquisas que apontavam o governador reeleito em primeiro turno. Abertas as urnas, o susto foi enorme e a empáfia abriu espaço para uma postura de desespero. Os empates indicados pelas pesquisas publicadas deram oxigênio para o governador correr atrás do prejuízo, obrigando Rogério a descer do salto alto que subiu antecipadamente. Quem errar menos leva o governo.  

TCE 

Enquanto a disputa eleitoral segue seu fluxo normal, a vaga aberta no Tribunal de Contas do Estado com a aposentadoria do conselheiro Benedito Alves se mantém mais distante dos domínios do governador Marcos Rocha.  

ESPECULAÇÃO 

Na hipótese de vitória do senador Marcos Rogério, a indicação do nome para a vaga no TCE cai no colo por incapacidade política do governador Marcos Rocha em dialogar com a Assembleia Legislativa um nome de consenso. Numa só tacada Rogério pode vencer o governo e ganhar junto a indicação de um amigo à vaga do TCE. Nomes já começam a ser especulados nas hostes do senador. Um assunto para próxima coluna.  

PROVIDÊNCIA  

Em petição encaminhada à Defensoria Pública do Estado, o professor universitário Vinícius Miguel requereu pedido de providências do órgão contra o que considera uma inconstitucionalidade editalícia no concurso público dos bombeiros de Rondônia por exigir dos inscritos exames médicos laboratoriais de HIV e Hepatites virais. Com as inscrições abertas, o advogado aciona o órgão contra mais um preconceito que atenta contra a dignidade humana para que o Comando Geral do Bombeiros se abstenha de exigir estes exames que, aliás, atentam contra pessoas de grupos vulneráveis e que esperam das autoridades isonomia no edital.  

ADMOESTAÇÃO 

Não é uma boa tática eleitoral o governo escalar um membro do União Brasil para admoestar Henrique Prata, presidente do Hospital do Câncer, em retaliação ao apoio que tem manifestado à campanha do opositor Marcos Rogério.  Não é mentira que Prata faz uma pressão descomunal no governo para que o hospital receba a maior fatia dos recursos destinados ao financiamento da saúde pública estadual. Mas a forma da admoestação do governo é um tiro no pé porque o Hospital do Amor é hoje uma referência para o rondoniense. Com um atendimento humanizado e bem melhor que o disponibilizado pelo governo em suas unidades hospitalares. Uma tática burra. 

CONFISSÃO 

Imaginem uma propaganda com a seguinte frase proativa: “FAREI O QUE NENHUM GOVERNADOR FEZ: TIRAR A SAÚDE DE RONDÔNIA DA UTI”. Qualquer pessoa mediana iria interpretar que é uma propaganda do candidato de oposição ao governador já que promete fazer o que o atual não fez. Mas, para surpresa deste cabeça chata, é um peça da campanha de reeleição do próprio Marcos Rocha, veiculada nas suas redes sociais. Uma confissão de quem nada fez pela saúde. Que, segundo ele, continua na UTI. Pense num marketing político honesto a ser estudado no futuro. 

ARTICULANDO

Numa eleição apertada é preciso que os candidatos ampliem seus leques de apoios para tentar vencer o pleito com mais facilidade. Marcos Rocha, por exemplo, fez contato com petistas, pedetista e com lideranças individualmente por intermédio de articuladores. Já Marcos Rogério se fechou em copa e acha que com isto convencerá o eleitor a optar por ele. A área política das campanhas será um deferencial neste segundo turno. 

AUTOR: ROBSON OLIVEIRA –  COLUNA RESENHA POLITICA

  • A opinião dos colunistas colaboradores são de sua inteira responsabilidade e não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by