Resenha Politica

Primeira dama da capital, Ieda Chaves, começa a ser incentivada a disputar uma cadeira na Câmara Federal ou na Assembleia Legislativa – Por Róbson Oliveira

Aparentemente tem um perfil de madame, mas no trato pessoal é uma criatura de uma humanidade inigualável e um carisma contagiante. Tem chances enormes caso decida encarar a disputa

FEZES

Um relatório sobre a qualidade da água potável para consumo humano em Porto Velho, elaborado por técnicos da Funasa e Fiocruz, a pedido da Secretaria Municipal de Saúde de Porto Velho, revelou que a população da capital está ingerindo água contaminada por coliformes fecais. Um problema que provoca variados tipos de doenças sem que a própria população saiba que está bebendo água com alto índice de contaminação. Não é de hoje que a água para consumo humano em Porto Velho apresenta índices de contaminação microbiológica.

TRATAMENTO 

A coluna teve acesso com exclusividade ao relatório que indica a necessidade de providências urgentes por parte das autoridades na correção do tratamento da água distribuída pela CAERD, assim como, campanhas de orientação às famílias que utilizam soluções alternativas para seu abastecimento, a exemplo de poços artesianos. Tais soluções exige que seja feito o tratamento intradomiciliar da água para o consumo humano.

AMOSTRAS 

As coletas para análise foram feitas em 21 de julho e encerraram em 05 de agosto. Foram analisadas sessenta e uma amostras de água destinada ao consumo humano, distribuídas pelo sistema de abastecimento (SAA), soluções alternativas coletivas e soluções alternativas individuas (poços artesianos). Todas, sem exceção, apresentaram índices altos de contaminação. A população da capital está literalmente bebendo água contaminada com fezes.

LENÇOL  

Como não há tratamento de esgoto na capital, o lençol freático da cidade é contaminado pela forma como é descartado o esgoto pela população. Com o período de chuvas próximo, a contaminação aumenta em razão da falta de tratamento adequado dos detritos, o que faz com que contamine o lençol freático e, por sua vez, contamine a água captada através dos poços artesianos pela população para consumo humano.

SANEAMENTO 

A promessa de sanear o esgoto e tratar a água potável se renova a cada eleição, mas Porto Velho continua sendo a capital com a menor taxa de coleta de esgoto e tratamento de água. Ao que parece há em andamento um processo para que seja licitada uma empresa interessada em investir no setor, embora não haja notícia clara informando em que fase se encontra. Uma promessa que todos torcem para que se cumpra.

EFEITO ORLOFF 

Em papo informal com um “cardeal”  do MDB, este cabeça chata ficou sabendo que uma reunião ocorrida em Brasília, entre o ex-senador Amir Lando e o senador Confúcio Moura, no apartamento do segundo, ficou acertado que a princípio Lando sairia candidato ao Senado e Moura a governador. Amir Lando voltou a aparecer no estado (embora não resida mais por estas bandas há bastante tempo) e anunciar a pré-candidatura.

TO BE OR NOT TO BE 

Confúcio Moura nega publicamente que seja candidato a governador. O problema é que nas duas vezes em que saiu candidato negou até quanto pode, mas terminou candidato. Quando Confúcio diz que não é candidato é porque ele é candidatíssimo, observou o “cardeal emedebista”.  Quanto a Lando, somente ele acredita na própria pretensão. Época de eleição ele canta de galo, em breve vai embora de novo cantar noutro terreiro feito ‘galo veio’.

PERFIL 

A primeira dama da capital, Ieda Chaves, começa a ser incentivada a disputar uma cadeira na Câmara Federal ou na Assembleia Legislativa. É um nome com apelo forte em razão das ações sociais que vem se dedicando desde a posse do prefeito Hildon Chaves, e sem remuneração. Quem consegue se aproximar da primeira dama fica empolgado com a forma tranquila e humilde com que abraça as causas sociais. Aparentemente tem um perfil de madame, mas no trato pessoal é uma criatura de uma humanidade inigualável e um carisma contagiante. Tem chances enormes caso decida encarar a disputa.

BALÃO 

Pelas perorações do prefeito de Jaru nos veículos de comunicação da capital, João Gonçalves Junior (primo do chefe da Casa Civil), apresentando somente os dados de maior relevância da administração municipal, teêm pretensões maiores nas eleições de 2022, mesmo desconversando quando instado a falar sobre as eleições estaduais. O balão é ainda inflado por quem avalia que há espaço para candidaturas fora dos nomes conhecidos e veem no guri uma alternativa. Não há dúvida de que é bem avaliado em Jaru, mas uma candidatura a governador como falam nos bastidores ainda é algo distante. Como balão, pode inflar imponente e bonito na subida e explodir na descida com resultados catastróficos.  Ademais, a confusão com o sobrenome do primo ainda vai atrapalhar muito por razões que em breve haveremos de testemunhar.

BARULHO 

As primeira chuvas que caíram em Rondônia nos últimos dias são um prenúncio de muitos trovões e raios nos céus de Rondônia. Na política, como na natureza, o barulho também vai assustar muita gente…

MEIO AMBIENTE 

O temporal que caiu na capital refrescou um pouco a sensação térmica de calor insuportável na capital onde as queimadas deixam nossas florestas em cinzas. Os malefícios ao Meio Ambiente, relegado pelos órgãos estaduais de controle, refletem em todos os setores, especialmente energético com o aumento do consumo para refrigerar os ambientes. O mundo exige do governo brasileiro ações efetivas para conter a degradação ambiental e a devastação das nossas florestas, os governos estaduais, em particular de Rondônia, tratam o setor com desprezo regulamentando garimpos, relaxando a fiscalização da extração vegetal e diminuindo as reservas ambientais. O resultado concreto é o forno que se tornou o clima de Rondônia.

AUTOR: RÓBSON OLIVEIRA –  COLUNA RESENHA POLITICA

  • A opinião dos colunistas colaboradores são de sua inteira responsabilidade e não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by