Esporte

POR INCOMPETÊNCIA DO GOVERNO, BANDIDAGEM ESTABELECE TOQUE DE RECOLHER NA CAPITAL

A partir das 17 horas moradores são proibidos de circular nos bairros e quem é de fora nem circula na área

A licitação

Aquela das obras de saneamento de Porto Velho ficou assim, após a coluna revelar quem seria a vencedora. A empresa Goetze Lobato Engenharia LTDA foi a vencedora do certame com uma proposta inexequível de R$ 484.600 milhões, que evidentemente receberá todos os tipos de aditivos possíveis e imagináveis. Especialistas ouvidos por PAINEL POLÍTICO garantem que o valor mínimo necessário para a execução das obras propostas no edital seria de R$ 550 milhões, “e talvez fosse necessário ao menos um dois aditivos”.

Porém

Vale destacar que a EMSA, que apresentou o preço de “tabela cheia” está como segunda colocada, podendo assumir o contrato no lugar da Goetze. E tem mais um pequeno detalhe, a documentação exigida em edital teria sido apresentada pela empresa, mas esses documentos não estão disponíveis no site da Supel, onde deveriam estar. A Goetze precisava ter apresentado em seu acervo técnico, a construção de uma estação de tratamento de esgoto com vazão de 1.285 litros por segundo, e até onde se sabe, a única empresa que tem esse acervo é a EMSA.

Portanto…

Conforme havíamos adiantado, estamos perto de termos mais uma obra iniciada e não terminada na cidade de Porto Velho, com o agravante da cidade ficar toda revirada, já que são obras de saneamento.

Xarope

O Brasil virou um país chato, o país do politicamente correto, mas apenas nas redes sociais públicas. Atualmente o que não é dito publicamente no Facebook é dito através dos grupos de Whatsapp. O patrulhamento beira a insanidade. A discussão que tomou conta do país esta semana foi o comercial de uma marca de perfumes que mostra um casal gay (ops, homossexual) trocando presentes no dia dos namorados. É uma discussão tola, preconceito existe porque somos ainda um país jovem que engatinha no quesito civilidade. No Brasil circulam vídeos em redes sociais de mulheres brasileiras sendo decapitadas, de pessoas sendo espancadas, linchadas física e moralmente.

E pior

Não percebemos esse mesmo nível de indignação, “ela deve ter merecido”, dizem uns, “mulher de bandido”, afirmam outros ou “estava roubando, tem que morrer”. Esse é o mesmo Brasil que quer reduzir a maioridade penal, mas sem avaliar as consequências, ou pior, como isso vai funcionar. Sou favorável a redução, desde que exista um plano de execução dessas penas. Da forma como querem fazer, reduzir para jogar um menor que roubou um toca cds em um Urso Branco, junto com assassinos e estupradores, sou contra. Não defendo marginais sanguinários, como o caso de Champinha, ou mesmo os mais recentes, como os três menores que estupraram e atiraram para a morte quatro meninas no Piauí. Mas defendo o bom senso. E isso está em falta no Brasil, em praticamente todas as esferas. Lamentável.

Em dezembro

Do ano passado foi deflagrada a “Operação Platéias” que prendeu meio mundo de gente do governo da cooperação, inclusive o cunhado de Confúcio, Francisco de Assis e o ex-secretário de Finanças Gilvan Ramos, e conduziu coercitivamente o próprio governador, que passou 10 horas na superintendência da Polícia Federal sem poder sair. Assis e Gilvan haviam sido encaminhados ao Pandinha, por determinação judicial, uma vez que nos pedidos de prisão o Ministério Público determinou os locais onde os presos ficariam.

Ocorre

Que ambos, à revelia da justiça e do Ministério Público, foram transferidos para o presídio Aruana, então recém-inaugurado. O promotor de Justiça Rogério José Nantes, que instaurou inquérito civil público a fim de investigar essa transferência, que caracteriza  violação aos princípios da Administração Pública, e pode ser enquadrada como improbidade administrativa. É mais uma dor de cabeça para Confúcio administrar.

Toque de recolher

Moradores do bairro Ulisses Guimarães estão sendo submetidos a um toque de recolher a partir das 17 horas todos os dias. Gente de fora do bairro nem entra a partir desse horário, e são aconselhados pelos moradores a retirar relógios, esconder qualquer tipo de jóia  ou bolsa. Gangues de vagabundos da área estão aterrorizando e a falta de policiamento na área (PM só vai quando ocorre algum crime) vem colaborando para isso. Porto Velho é uma cidade de porte médio, sem efetivo policial necessário para combater a criminalidade.

Vale lembrar

Que quando o poder público se omite, a vagabundagem toma conta. Isso aconteceu nas favelas do Rio de Janeiro e até hoje essa retomada é traumática. Aqui em Porto Velho está ocorrendo o mesmo fenômeno. Marginais estão patrulhando os bairros, aterrorizando principalmente os mais pobres, aqueles cujo o poder público contumazmente ignora, e só lembra no período eleitoral. A irresponsabilidade do atual governo em relação a segurança pública é assombrosa. É uma incompetência generalizada, um faz de contas do começo ao fim.

É bom ressaltar

Que isso tem um preço altíssimo, o de vidas humanas que são ceifadas por causa dessa irresponsabilidade. Por enquanto a coisa está restrita a bairros mais distantes e o governo e seus asseclas estão encastelados em condomínios cercados de segurança com muros de 10 metros. Mas em pouco tempo essas mesmas milícias de marginais estarão invadindo esses muros sem nenhum tipo de problema. E aí pode ser que talvez, apenas talvez, alguém resolva se mexer para tentar arrumar uma solução.

No TJ

O julgamento do caso envolvendo o juiz do interior que desacatou uma decisão de um desembargador foi concluso e foi dado provimento ao agravo, reestabelecendo a decisão proferida pelo Desembargador em sede de liminar, a qual vinha sendo descumprida pelo magistrado do Interior. Foram encaminhados cópia dos autos à corregedoria do Tribunal de Justiça para apuração dos atos praticados por este. Com isso, a OAB consegue uma importante vitória em relação a esse caso, que gerou um enorme mal estar na categoria.

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos no www.painelpolitico.com ewww.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Comer sozinho e em prato vermelho ajuda a emagrecer
Você sabia que fazer o pedido assim que chega ao restaurante faz com que aprecie mais a escolha? Ou que comer em um prato vermelho e sozinho é uma boa maneira de perder peso? Essas são algumas das constatações do professor Charles Spence, da Universidade de Oxford , na Inglaterra. O autor do livro The Perfect Meal (em tradução livre, A Refeição Perfeita) e defensor de uma nova ciência chamada “gastrofísica” afirma que todos os tipos de influências multissensoriais entram em jogo na hora de comer, a tal ponto que a comida realmente apresenta gosto diferente. Os dados são do jornal Daily Mail. Por exemplo, em uma das degustações de vinho envolvendo 3 mil pessoas, todos receberam um copo de vinho branco e tiveram de avaliar seu gosto. Posteriormente, a iluminação e a música foram alteradas e todos provaram outra taça do mesmo vinho, sem que soubesse da repetição do produto, e preencheram o mesmo questionário. As respostas foram alteradas em 20%. “A mesma comida e bebida em circunstâncias diferentes tem gostos completamente diferentes. Às vezes, as coisas que não são conscientes têm mais impacto do que as coisas de que nós somos conscientes”, comentou o especialista. O prato vermelho é uma boa dica para quem quer moderar na alimentação e perder peso. “O vermelho é um sinal de perigo primitivo, mas também dá à comida menos contraste, o que a torna menos desejável, então você vai comer menos”, comentou. Comer sozinho também é bom quando se está em dieta . Consome-se cerca de 35% mais alimentos quando se faz a refeição com outra pessoa, subindo para 75% quando está acompanhado de três.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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