Teia Digital

Piscicultura Brasileira deve crescer entre 10 a 12% – Por Sílvio Persivo

De qualquer forma crer é preciso. “É isso. A vida não faz sentido sem vida! Se você não gosta das religiões tente praticar a religiosidade. Ela faz bem, garanto!” (Viviane Paes).

TURISMO EM DISCUSSÃO NA CBN AMAZÔNIA

Com intuito de discutir o turismo em Rondônia, Claudio Hikague, coordenador do projeto Porto Velho Sport Fishing, Valdir Vargas, presidente da Abrasel, o consul honorário da Itália, Claudio Guastella e o presidente da Agência de Desenvolvimento de Porto Velho, Marcelo Thomé participam na quinta-feira, dia 23 de agosto, às 14h, no salão principal da Fiero, do 1º Talk Show CBN Amazônia Porto Velho. A inscrição é gratuita. Link na bio da @cbn.amazonia.

SARAU BORDEL DA POESIA

O sarau Bordel de Poesia pretende abordar os movimentos marginais e concretista no Brasil, elaborar uma conversação sobre a atual situação dos movimentos, a exposição de poesias concretas e outras intervenções artísticas e poéticas, executadas pelos alunos do curso de Letras. Os organizadores são Eduardo Freire Ribeiro e Luiz Gustavo. E o sarau acontece nesta quarta (22) às 17:30 no Campus José Ribeiro Filho da Universidade Federal de Rondônia na BR-364.

FONTES LIMPAS POSSUEM QUEDA DE ATRATIVIDADE EM AGOSTO

A FDR Energia, empresa de geração e comercialização de eletricidade, concluiu o Índice Nacional de Atratividade do Mercado Livre para Fontes Limpas de Energia do mês de agosto. No Índice Nacional de Atratividade do Mercado Livre para Fontes Limpas de Energia, se considera que valores abaixo de 0,4 são tidos como inviáveis financeiramente para migração para o ACL. Entre 0,4 e 0,6 como viabilidade moderada, entre 0,6 e 0,8, de boa viabilidade e acima de 0,8, com alta viabilidade. Pelo levantamento, Tocantins continua na liderança do ranking com a nota “0,592”. Em segundo lugar aparece o Pará, com “0,582”, seguido por Espírito Santo, com “0,570”. Na quarta posição ficaram os estados de Goiás e Rio de Janeiro, com “0,568” e, em quinto, o Amazonas, com “0,566”. Por último, permanece o Amapá, com nota “0,353”, que indica baixa atratividade. Rondônia aparece com “0,470”.

O estudo aponta a queda da competitividade das fontes limpas no mercado livre de energia brasileiro, com a média de “0,507”, no comparativo com

julho, que registrou “0,516”. “A escassez de chuva e a baixa oferta de energia incentivada minam a atratividade do Ambiente de Comercialização Livre”, explica Erick Azevedo, sócio diretor da FDR Energia e coordenador do estudo. O índice, tal qual o modelo do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), elaborado pela Organização das Nações Unidas (ONU), é calculado em um intervalo de “0,000” (para a menor atratividade) e “1,000” para a maior atratividade. Para mais informações, contatar: Retoque Comunicação Telefone: (11) 3088-0990 ou Ariane Locatelli pelo e-mail: [email protected].

II SIESA E PROJETO DRED DA UNIR

O II Seminário Internacional Ensino Superior na Amazônia, o SIESA, já está recebendo inscrições e submissão de trabalhos. O Seminário pretende disseminar as linhas de pesquisa e temáticas (problemas, projetos e ideias) que envolvem a relação entre educação e desenvolvimento, com abordagem interdisciplinar, como foco na Amazônia. Organiza-se em duas formas de execução (Workshop e Seminário), em um único momento no mês de outubro de 2018, mas, integrados quanto aos seus objetivos. O SIESA é aberto ao público, e ocorrerá no dia 30 de outubro de 2018 na cidade de Porto Velho, Rondônia. Este evento permitirá o intercâmbio com o público geral de modo a favorecer a conexão entre a Pós-graduação e a sociedade, uma vez que todo o evento está delineado de forma a favorecer o aprofundamento da temática em construção sobre Educação e Desenvolvimento, favorecendo o aprimoramento do Projeto DRED, Doutorado Profissional em Educação e Desenvolvimento, que é um Projeto de Doutorado Profissional do Departamento de Ciências da Educação da UNIR, submetido à CAPES e que conta com a participação de diversas instituições internacionais. A Universidade Federal de Rondônia vem crescendo na oferta de Pós-Graduação, especialmente após o forte investimento em qualificação de recursos humanos, no período de 2002 a 2008 e a revisão dos concursos públicos que visaram, no acesso, profissionais cada vez mais qualificados. Isto gerou a necessidade de sustentação dos programas e o surgimento de novos, que incorporam as aprendizagens da instituição (grupos de pesquisa, unidades acadêmicas e pessoas). Do mesmo modo, as redes cientificas e políticas também podem ser potencializadas. O workshop pretende aproximar os atores da proposta, compondo uma programação que integra todos os proponentes. Por isto está restrito aos parceiros institucionais.

PISCICULTURA BRASILEIRA DEVE CRESCER ENTRE 10 E 12%

A piscicultura brasileira espera crescer entre 10% e 12% este ano. Segundo o

presidente da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR), Francisco Medeiros, se for feita uma campanha de incentivo ao consumo e aproveitar a oscilação da moeda norte-americana para ampliar exportações de peixes de cativeiro. Se estas duas estratégias surtirem efeito, o setor deve superar o incremento de 8% previsto para 2018. No ano passado mais de 90% da produção, que somou 691,7 mil toneladas de peixes cultivados (alta de 8% ante 2016, sendo 357,6 mil toneladas de tilápia), teve como destino o mercado interno, porém, aproveitar a oscilação do dólar pode contribuir para diminuir a oferta de peixes no em todo o País. “Esse mercado é pequeno porque o interno paga em torno de US$ 1 a mais que os importadores pelo filé. Porém, no cenário atual a diferença diminuiu e ficou mais atrativo exportar”, explicou Medeiros. E completou: “Essa variação do dólar foi rápida e algumas empresas tem contratos a cumprir no mercado interno. Mas, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex – Brasil) vai realizar uma ação em outubro para trazer novos compradores dos Estados Unidos ao País e isso pode compensar algumas perdas causadas pela greve”. Para ele, a paralisação dos caminhoneiros, em maio, fez com que piscicultores de algumas regiões ficassem mais de um mês sem entregar peixes para compradores o que aumentou os estoques e pressionou os preços, especialmente em estados como Paraná (o principal produtor de peixes cultivados do País, com 112 mil toneladas no ano passado), São Paulo e Goiás. “Esperamos que no fim de setembro o mercado volte a se regular, uma vez que nos meses mais frios o consumo de peixes é menor.” O preço da tilápia caiu até 10% no oeste do Paraná e em São Paulo, diz Medeiros, para em torno de R$ 4,50 o quilo.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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