Teia Digital

Disputa por ampliação de portos se estende por quatro anos – Por Sílvio Persivo

E muito! “Se há amor, a demora e a espera aumentam os desejos!” ( José Valdir Pereira).

PORTO STEAK, UM LUGAR REQUINTADO DE PORTO VELHO

O mais novo restaurante de Porto Velho, o Porto Steak, é, sem sombra de dúvidas, uma mudança significativa na área em nossa cidade. Muito bem localizado, um ambiente perfeito, muito bonito e, segundo as pessoas que já estiveram lá, a comida é de ótima qualidade e o atendimento também. Neste começo de atendimento o Porto Steak está com ótimas promoções, entre elas o chope duplo, nas segundas e terças, e drinks variados por R$ 14,99 na quarta-feira. O custo/benefício é excelente. E qualquer um que deseje comer bem num local de muito bom gosto não precisa mais pensar: é só ir no Porto Steak.

MAIS DOS CURSOS DA UNIR FORAM RENOVADOS PELO MEC

A Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR) cumpriu mais uma meta de sua atual gestão, fechando o ciclo de regulação de seus cursos mais antigos. A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) divulgou este mês mais duas renovações de reconhecimento pelo Ministério da Educação (MEC). Na sua edição desta terça-feira,21, o Diário Oficial da União (DOU) publicou a renovação de reconhecimento do curso de licenciatura em Letras-Português. Na edição do último dia 15, foi publicada a do curso de Pedagogia. Ambos são ministrados pela UNIR no campus de Guajará-Mirim. Segundo a mestre Verônica Cordovil, técnica em assuntos educacionais da Diretoria de Regulação Acadêmica da UNIR, “Com esta renovação de reconhecimento fechamos o ciclo de regulação dos cursos antigos da UNIR, foram sete anos de trabalho e agora estamos colhendo os frutos; o trabalho continua, é cíclico, mas, aquele quadro caótico de 2011 hoje apenas faz parte da nossa história e do nosso processo de aprendizagem”. Para o reitor, professor doutor Ari Miguel Teixeira Ott, os esforços a partir de agora se concentram na obtenção das portarias de reconhecimento de cursos implantados mais recentemente: engenharia de produção e medicina veterinária. Ele enfatiza que o crescimento da UNIR se faz com ensino, pesquisa, extensão e gestão, parabenizando toda a equipe técnica e docente que tem levado a universidade a conquistar não apenas o reconhecimento oficial do MEC, mas, também o reconhecimento da sociedade

JORNAL NOVA MUTUM PARANÁ

Acuso o recebimento, e agradeço, da edição nº 103, referente a agosto de 2018, do Jornal Nova Mutum Paraná com notícias vinculadas aquela comunidade surgida com a hidroelétrica de Jirau. Além das notícias locais, o jornal também apresenta um resumo, muito bem elaborado, dos royalties gerados pela UHE Jirau que totalizam R$ 270.93.341,16, dos quais R$ 113.799.075,45 foram pagos para a Prefeitura de Porto Velho, 103.426.850,51 para o Governo do Estado de Rondônia e R$ 53.705.315,40 para o Governo Federal. Só no ano de 2018 já foram repassados de royalties para a Prefeitura R$ 25.653.958,16, para o Governo R$ 15.281.733,22 e para a União R$ 10.006.502,34. O jornal, muito bem elaborado pela Santa Fé Ideias, me foi encaminhado, via e-mail, pela Assessora de Comunicação Regional, Amabile Casarin.

FARINHA DE BANANA PRODUZIDA EM RONDÔNIA

A farinha de banana verde, que é rica em amido resistente, um nutriente que não é digerido no estômago, e sim no intestino delgado, razão pela qual traz muitos benefícios para o corpo humano vem sendo recomendada como uma nutrição saudável. Rondônia já produz farinha de banana em segundo o empresário Canízio Hartmann, proprietário da Farinha de Banana Verde Hartmann, “É um produto que possui ampla aceitação porque vem de um dos frutos tropicais mais conceituados e conhecidos da região, que é a banana”. O produto ainda é vendido por encomenda, mas ele espera ampliar o negócio até 2019. É ainda Hartmann que informa “Todo produto novo enfrenta certa resistência do consumidor, mas quando cai na graça do público ele deslancha. A farinha de banana é um produto reconhecidamente saudável, pois é rico em fibras e minerais, possui baixos teores de sódio e açúcar, um alimento funcional de grande relevância”. Os interessados podem saber mais sobre o produto pelo fone (69) 99379 5718 ou acessar o www.hartmannalimentos.com.

DISPUTA POR AMPLIAÇÃO DE PORTOS SE ESTENDE POR QUATRO ANOS

A disputa entre a Super Terminais e o Porto Chibatão em torno das obras de ampliação dos píeres, em Manaus, aguarda o cumprimento de diligências finais da SOG (Superintendência de Outorgas). Para seguir para deliberação

da diretoria da Antaq (Agência Nacional de Transporte Aquaviários). Se aprovado será encaminhado para o MTPA (Ministério dos Transportes Civil). O entrave gira em torno do direito de ocupação do espaço conhecido como “área molhada” que é extensão do rio localizada à frente dos terminais. A questão é que as frentes de ambos os terrenos apontam a mesma direção e é justamente nessa área que as empresas pretendem ampliar seus respectivos pier. A Super Terminais aguarda uma decisão desde 2014, da Antaq. O advogado da empresa Bruno Gallotti, afirma que diversas liminares na Justiça impediram a decisão do colegiado Para o advogado da Super Terminais a grande maioria das mercadorias que chegam ao referido polo resulta das instalações portuárias da Super Terminais e do Chibatão. Em razão da concorrência exercida pela Super Terminais, hoje Manaus possui um dos preços mais baratos por movimentação de contêineres do Brasil. A implementação do projeto de Chibatão, portanto, irá gerar situação de monopólio na exploração da atividade portuária em Manaus, e, consequentemente, os preços logísticos serão majorados, onerando o consumidor final dos produtos produzidos na Zona Franca de Manaus, tais como geladeira, micro-ondas, motos, televisão. “Ocorrendo isso, o mercado (market share), que atualmente é equilibrado, será afetado, gerando prejuízos aos usuários e em especial ao PIM (Polo Industrial de Manaus)”, concluiu.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

PROFESSOR E ECONOMISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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