Interior

PIMENTA BUENO: Governo de Rondônia investe em reforma e ampliação da Escola Estadual Prof. Valdir Monfredinho

O investimento do Governo de Rondônia na obra de reforma, ampliação e construção de novos espaços na escola Valdir Monfredinho, foi superior a R$ 4 milhões

O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), concluiu as obras de ampliação e reforma da Escola Estadual de Ensino Fundamental Professor Valdir Monfredinho, em Pimenta Bueno. Na tarde de quarta-feira (14), o governador Marcos Rocha, que estava no município acompanhando o drive-thru de testagem rápida para a covid-19, fez questão de visitar a unidade escolar e conferir o resultados das obras realizadas.

“É a Educação que promove a mudança! Por isso temos buscado investir e fortalecer a Educação em Rondônia, destinando mais de 26% do orçamento para a área”, pontuou o governador.

Com um investimento superior a R$ 4 milhões, as ações executadas pelo Governo de Estado incluíram a reforma geral da escola, a ampliação e também a construção de espaços completamente novos. Agora a Escola Professor Valdir Monfredinho, fundada em 1996, conta com nove salas de aula novas; bloco administrativo, com sala da direção, supervisão e sala dos professores e novos banheiros. Também foi feita toda a reforma de um pavilhão já existente com cinco salas de aula e o refeitório da escola foi praticamente reconstruído, com a ampliação da cozinha.

Toda a obra foi pensada nos critérios de acessibilidade

Representando a comunidade escolar, o aluno Gediel Vieira Fernandes Silva, de 14 anos, acompanhou a visita do governador de Rondônia, que fez a inauguração oficial das obras. Aluno do 9º ano, Gediel se mostrou bastante satisfeito e empolgado com a nova estrutura. “A escola ficou muito legal, mais bonita, dá vontade de vir estudar. Estudo aqui desde o 5º ano, nunca vi a escola tão bonita assim. Isso traz felicidade para gente”, ressaltou o estudante.

Acompanhando o filho, a costureira Marilene Lima Vieira se mostrou maravilhada. “A mudança foi da água para o vinho! Ficou muito bonita, confortável, dá prazer de ver. Além disso, realizaram um sonho antigo, que é a quadra de esportes. Um sonho que finalmente se tornou realidade depois de tantos anos”.

A quadra poliesportiva coberta conta ainda com arquibancadas, banheiros e vestiários.Toda a obra realizada na instituição de ensino foi pensada nos critérios de acessibilidade. O Governo de Rondônia também priorizou a instalação de telhas termo acústicas em toda a escola, garantindo conforto térmico aos alunos, professores e a equipe atuante na unidade de ensino.

“Uma coisa é certa, quando os alunos tiverem a oportunidade de retornar às aulas presenciais, vão encontrar uma escola completamente renovada. O governador Marcos Rocha traz uma segurança incrível para nós e isso faz toda a diferença. Os investimentos em Educação estão sendo muitos e essa escola é um grande exemplo”, destacou o prefeito municipal de Pimenta Bueno, Arismar Araújo.

O pátio da instituição também foi ampliado, com a construção de passarelas de acesso. Foi feita ainda a  reconstrução de um espaço para o funcionamento da biblioteca escolar e do laboratório de informática.

A escola conta com projetos de música, rádio escolar, pintura e muitas outras atividades

Ao longo da visita, o governador Marcos Rocha resgatou um pouco da história da escola, que homenageia o Professor Valdir Monfredinho. Personagem ilustre e querido da cidade de Pimenta Bueno, o professor exerceu o magistério durante muitos anos e faleceu em abril de 1993, ao tentar salvar uma aluna que se afogava em um rio da cidade. “Essa escola tem o nome de um herói, que até o seu último suspiro, não desistiu de salvar a vida de sua aluna. Precisamos sempre honrar a sua memória”, ressaltou.

“É um momento de muita gratidão. Primeiro, agradecemos a Deus, à comunidade escolar, ao Governo de Rondônia e também a Prefeitura pela parceria de sempre. O Governo do Estado promoveu uma verdadeira transformação. Temos uma nova escola, uma estrutura totalmente renovada e preparada para oferecer o melhor”disse agradecida a diretora da escola, Rosângela Mendes Pereira.

Hoje, a Escola Valdir Monfredinho atende 329 alunos em período integral, por meio do Projeto Guaporé. A instituição de ensino conta com projetos de música, rádio escolar, pintura e diversas outras ações que buscam criar um espaço de aprendizagem diferenciado, com foco na cidadania, na diversidade e no respeito aos direitos humanos.

FONTE: SECOM/RO

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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