Esporte

PF INVESTIGA CONSTRUTORA DO ANEL VIÁRIO DE JI-PARANÁ

Agentes passaram o dia inteiro na sede da Madecon em 15 de março olhando documentos e computadores

Olho por olho?

O policial civil Wladimir Ferreira foi baleado três vezes no dia 12 deste mês. Faleceu na última segunda-feira, 20, em decorrência dos ferimentos. Nesta quarta, 22, morreu, no João Paulo II, um menor de 16 anos, acusado de ter sido o autor dos disparos. De acordo com informações do boletim de ocorrencia, o menor teria reagido a prisão e foi baleado na cabeça. Contra ele havia um mandado de prisão expedido pelo juiz da Vara da Infância e Juventude, José Antônio Robles. Como saldo, duas famílias destroçadas pela violência que impera em Rondônia.

E as câmeras?

O governo fez um estardalhaço anunciando um sistema integrado de câmeras de segurança espalhadas pela cidade. Seria criado uma central de informações, com o que existe de mais moderno. Não aconteceu. As tais câmeras, até hoje não mostraram sua utilidade. Não fossem as câmeras de segurança das empresas e particulares, investigar seria bem mais difícil

Falando em investigar

A delegacia de crimes contra o Patrimônio conta com apenas uma equipe de serviço de investigações e captura (SEVIC). Homicídios também. Isso quer dizer que, os casos antigos vão sendo deixados de lado em função dos novos, que surgem todos os dias. Casos como Naiara Carine (estuprada e morta)  e Pedro Afonso Rodrigues Linyker (torturado e executado) vão continuar na geladeira. Quem sabe um dia…

Hã?

“Segurança Pública – Tem curso em ação, outros já fizeram cursos e estão fazendo. Muitas promoções. Todo mundo satisfeito. Foram à Colômbia ver o sistema de lá. Agora, chegou a hora de mostrar serviço no combate a violência. Bombeiro, Polícia Civil e PM. Fiz a minha parte e agora é com vocês”. A pérola aí é de Confúcio Moura, senhor da Terra do Nunca, onde tudo está tranquilo. Ele soltou essa no seu perfil no Facebook. Foi considerada a piada do dia.

Interessante

Vai ser observar o que afinal vai ser incrementado de tão importante na segurança pública de Rondônia após a viagem da cúpula para a Colômbia. Os policiais civis e militares estão que não se aguentam de ansiedade.

Frase

“Se os delegados se empenhassem na melhoria das condições de trabalho como eles se empenharam aprovar seus planos de cargos e carreiras, a polícia de Rondônia seria uma das melhores do Brasil”. O autor, que é policial, anda bem chateado com as atuais condições da corporação.

R$ 17 mil

É quanto a Assembleia Legislativa está gastando, mensalmente na locação de um imóvel na Avenida Sete de Setembro, 2555, em Cacoal. A ideia é que lá funcionem cursos em parceria com o Senac, através do  Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego – PRONAC e Escola do Legislativo.

Sob investigação

A Polícia Federal esteve realizando diligências na empresa Madecon no dia 15 deste mês. A empresa permaneceu fechada durante todo o dia enquanto delegados e agentes realizavam buscas em documentos e computadores. O alvo foi a sede da empresa, na BR 364, na saída de Porto Velho. No mesmo dia foi deflagrada a Operação Choque, que investigava desvios na Eletrobrás e chegou a prender duas pessoas. As buscas, na Madecom, não tinham relação com a operação que estava em andamento. Até onde se sabe.

A Madecon

É responsável pelas obras do anel viário de Ji-Paraná, além de outras. O anel viário está emperrado. Os motivos são diversos. O governador cassado Confúcio Moura pediu “agilidade na conclusão” das obras. Aconteceu que sempre acontece quando ele dá uma ordem…ou seja, nada.

Prestígio

No último sábado, 18, foi reinaugurado do Clube dos Advogados de Rondônia, e a festa contou com a participação de grande parte da comunidade advocatícia. Contou ainda com a presença do vice-presidente nacional do Conselho Federal da OAB, Claudio Pacheco Prates Lamachia. O presidente da seccional Rondônia, Andrey Cavalcante fez um breve discurso relembrando uma série de conquistas da entidade nos últimos anos.

Enquanto isso

Em Brasília, o PMDB faz as contas e conclui que é melhor esfriar qualquer conversa sobre impeachment de Dilma Roussef. Para eles, é bem melhor deixar do jeito que está, Michel Temer mandando, Dilma sangrando e PSDB fora. Temer minimizou a decisão do Tribunal de Contas da União sobre o fato do Tesouro ter pego dinheiro emprestado para maquiar números da economia. O PSDB encomendou do jurista Miguel Reale Júnior a elaboração de um parecer pelo pedido de impeachment. Ele será feito em cima dessa manobra do governo, detectada pelo Tribunal de Contas da União.

Porém

É certo que se ficar comprovado que dinheiro de corrupção financiou a campanha petista, roda PT e PMDB. E é por isso que Michel Temer e Eduardo Cunha Lima já chegaram com extintores. A idéia é esfriar qualquer tipo de conversa nesse sentido. Melhor deixar a Dilma sangrar que perder espaço para os tucanos, que se mobilizam para tentar dar o bote. No meio disso está a Polícia Federal. Blogs de jornalistas que acompanham os meandros de Brasília, revelaram neste feriado algumas manobras feitas em prol da Polícia Federal em troca de segurar alguns depoimentos. A coisa está esquentando.

E no STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (22) julgar improcedente ação da Procuradoria-Geral da República (PGR) para proibir a propaganda de bebidas alcoólicas, com o teor inferior a 13 graus Gay Lussac (GL), no rádio e na televisão. Por unanimidade, os ministros entenderam que a Corte não pode alterar a lei que regula a matéria, aprovada pelo Congresso. Com a decisão, liminares proferidas pela Justiça Federal que restringiram a propaganda perdem efeito automaticamente. Na ação proposta no Supremo, a PGR pediu que a propaganda fosse restringida a todas as bebidas alcoólicas, independentemente do teor de álcool. A restrição foi definida no Artigo 220 da Constituição e regulamentada pela Lei 9.294/96,  mas vale somente para bebidas com teor alcoólico superior a 13 graus Gay Lussac. Ao julgar o pedido da procuradoria, os ministros seguiram voto da relatora, Cármen Lúcia. Para a ministra, não cabe declarar omissão do Congresso Nacional, como legislador, por não ter restringido a propaganda a todos os tipos de bebidas alcoólicas.

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos no www.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondencia para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

As ameaças ocultas da infecção vaginal mais comum

Clínica Mais Saúde (agende seu check-up 3214-847/9242-1079) – A vaginose bacteriana, ou VB, é a infecção vaginal mais frequente em mulheres com idades entre 15 e 44 anos e é causada quando há uma quantidade excessiva de certos micro-organismos que provocam o desequilíbrio bacteriano na vagina. Se não for tratada, esta infecção pode causar partos prematuros, problemas de fertilidade e um risco maior de contrair outras doenças sexualmente transmissíveis. Um dos problemas da vaginose bacteriana é que, em algumas situações, o problema não é diagnosticado devido à ausência de sintomas. Os sintomas, quando presentes, são: secreção vaginal branca ou acinzentada e pouco espessa, cheiro, dor, coceira ou dor na vagina. Algumas mulheres também apresentam um forte cheiro de peixe, especialmente depois de manter relações sexuais. Também há provas de que a vaginose bacteriana aumenta o risco de contrair doenças sexualmente transmissíveis. Apesar de causas da vaginose bacteriana serem desconhecidas, uma pesquisa recente da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, sugeriu que as mulheres que usam gel e sabão para lavar as partes íntimas correm maior risco de desenvolver a doença. Entre os sintomas do problema estão, dor na pélvis ou no abdome inferior; Incômodo ou dor durante relações sexuais; sangramento entre menstruações ou depois de relações sexuais.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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