Teia Digital

Pequenas aplicações no Tesouro Direto batem recorde – Por Sílvio Persivo

Bota tormento nisto! “Não há boa-fé na América nem entre os homens, nem entre as Nações. Os tratados são papéis, as Constituições não passam de livros, as eleições são batalhas, a liberdade é anarquia e a vida é um tormento” (Simon Bolívar).

VIII SEMINÁRIO EDUCA

O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu – Mestrado Acadêmico em Educação da Universidade Federal de Rondônia (PPGE/UNIR) vai realizar o VIII Seminário Educa, no período de 04 a 06 de abril de 2018, em Porto Velho/RO. O tema deste ano é Crise e Educação: alternativas epistemológicas; saídas políticas. O encontro pretende estimular a apresentação de pesquisas na área da educação e fomentar o debate sobre o atual momento da educação brasileira. O VIII Seminário Educa, além de mesas redondas e conferências, terá a apresentação de comunicações orais. Os interessados deverão enviar os trabalhos na modalidade de artigos para apreciação da Comissão Científica do evento, conforme as regras e normas disponíveis no site do evento. As inscrições serão realizadas por meio de formulário eletrônico, no período de 29/01/2018 a 31/03/2018 para a participação como ouvinte. As inscrições com Submissão de trabalho deverão ser realizadas até o dia 28/02/2018. O evento, gratuito, terá emissão de certificado com carga horária de 20 horas aos participantes. Mais informações, acesse o site do evento: www.seminarioeduca.unir.br.

 

EMPREGO NO AMAZONAS CONTINUA DIFÍCIL

Uma pesquisa do IFPEAM (Instituto Fecomércio de Pesquisas Empresariais do Amazonas) revela que mais 76,8% dos amazonenses estão sentindo ser um pouco, ou muito mais difícil, obter um emprego. Porém, mesmo com o alto índice de pessimismo, 22,4% acreditam que conquistar um novo emprego em 2018 será mais fácil. Já na opinião de 0,8% as chances de recolocar-se no mercado de trabalho permanecem inalteradas. A pesquisa foi realizada com mais de 400 amazonenses no mês de dezembro de 2017. Segundo  o assessor econômico da Fecomércio-AM (Federação do Comércio do Estado do Amazonas), José Fernando Pereira da Silva, a crise econômica ainda é o principal percalço para as pessoas conseguirem emprego no Estado. “Vejo que o crescimento é lento, mas, a estatística aponta, cada vez mais, o aumento de desempregados no país, que hoje é de 14,2 milhões, segundo o IBGE”. O economista avaliou que, mesmo com a oferta de empregos temporários no final de 2017, poucas pessoas foram efetivadas no comércio da região central da capital. “Foi só um alento para quem estava sem dinheiro. O que as pessoas devem fazer é se qualificarem e empreenderem mais, para poderem voltar ao mercado, seja ele formal ou informal”.

 

O MELHOR CARNAVAL DA HISTÓRIA

O Carnaval deste ano, no período de 09 a 13 de fevereiro, está sendo esperado com entusiasmo pelo setor turístico. Segundo estimativas do Ministério do Turismo, a festa deve injetar R$ 11,14 bilhão na economia nacional, resultado de um recorde na movimentação turística. Ainda segundo a mesma fonte, serão 10,69 milhões de viajantes brasileiros e 400 mil turistas internacionais. A expectativa é de se viver o melhor Carnaval da história para o setor turístico e as previsões de números de viajantes e de movimentação financeira comprovam isto. O ministro do Turismo, Marx Beltrão afirma que isto é o resultado de um trabalho que vem sendo feito para preparar cada vez mais os destinos para receberem os visitantes de todo o Brasil, e do mundo, com a melhoria de infraestrutura, qualificação dos serviços e legalização do setor.  As cidades mais procuradas são Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Belo Horizonte, Recife e Olinda (em Pernambuco). Juntos, os seis destinos são responsáveis por 65% de toda a movimentação financeira no período: R$ 7,4 bilhões. Dados da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav) mostram que, até o fim do Carnaval, as vendas dos pacotes de viagens aumentarão 15% em relação ao mesmo período de 2017. Além das cidades conhecidas pela folia, Foz do Iguaçu (PR) e os cruzeiros também estão na lista de destinos mais procurados para o Carnaval.

 

PRINCIPAIS DESTINOS DO CARNAVAL COM HOTÉIS LOTADOS

No Rio de Janeiro são estimados 6,5 milhões de foliões sendo 1,5 milhão apenas de turistas que, junto com os moradores, devem movimentar R$ 3,5 bilhões na capital. Os hotéis esperam chegar à marca de 85% de ocupação geral na cidade, número 7% maior que o do ano passado, que foi de 78%. Na capital as atrações do Sambódromo e do Carnaval de Rua devem movimentar R$ 464 milhões para o turismo da cidade. A região litorânea também será beneficiada e registra ocupação de 90% na rede hoteleira. Salvador vai receber 770 mil turistas, sendo 400 mil do interior da Bahia e 300 mil de outros estados, além de 70 mil estrangeiros.  Durante a festa, a capital baiana deve arrecadar R$ 1,7 bilhão e ocupar 98% dos hotéis em toda a cidade, chegando a 100% nos estabelecimentos próximos aos circuitos do Carnaval. No período da folia, os turistas nacionais chegam a desembolsar, em média, R$ 4.915,00 e os estrangeiros R$ 3.500,00. Já em Belo Horizonte a ampliar a  expectativa é registrar um crescimento de 20% no público esperado e também na movimentação financeira, chegando a 3,6 milhões de foliões que deverão deixar R$ 637 milhões na cidade. Na capital mineira, os atrativos serão os 480 blocos de rua cadastrados que farão cerca de 550 cortejos, número superior ao de 2017, quando 416 desfiles alegraram a cidade. Pernambuco espera receber 1,7 milhão de foliões e arrecadar R$ 1,2 bilhão. A ocupação hoteleira, também com números altos, chegará a 95%. A capital Recife e sua vizinha Olinda são os principais destinos no estado e figuram entre os maiores carnavais do país.

 

PEQUENAS APLICAÇÕES NO TESOURO DIRETO BATEM RECORDE

O Tesouro Direto fechou 2017 com recorde em investimentos, registrando 2,17 milhões de operações e aplicações de R$ 19,438 bilhões, de acordo com a Secretaria do Tesouro Nacional. Em média, ao longo do ano, 75,9% dos investimentos foram em valores até R$ 5 mil e 50,6% até R$ 1 mil,  os maiores patamares destas faixas de aplicação, desde o início da série histórica. Estes dados refletem o maior acesso dos pequenos poupadores ao programa. O Tesouro Direto é um Programa do Tesouro Nacional – desenvolvido em parceria com a Bolsa de Mercadorias e Futuros e Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) – BM&F Bovespa – para venda de títulos públicos federais para pessoas físicas, por meio da internet. Ele foi criado em 2002 para democratizar o acesso aos títulos públicos, permitindo aplicações com apenas R$ 30,00. O número de investidores também bateu recorde em 2017, os cadastrados chegaram a 1,83 milhão e os investidores ativos somaram 565.758.

Autor: Sílvio Persivo

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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