Teia Digital

Brasileiros gastam mais no exterior em 2017 – Por Sílvio Persivo

Bem que você sabe de quem pode exigir alguma coisa. “O homem de bem exige tudo de si próprio. O homem medíocre espera tudo dos outros” (Confúcio).

MADEIRA-MAMORÉ PASSA PARA A GESTÃO MUNICIPAL

O prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, e o superintendente de Patrimônio da União em Rondônia, Ismael Corrêa, assinaram na quarta-feira (24) o termo em que a União passou à prefeitura a gestão do complexo patrimonial e turístico da EFMM (Estrada de Ferro Madeira-Mamoré) nos próximos 50 anos. Pelo documento, o município iniciará, a partir de março, com autorização do Iphan (Instituto Nacional do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), as obras de revitalização que devem ser concluídas em 12 meses.  Financiadas com recursos de compensação social do consórcio Santo Antônio Energia, no valor de R$ 23 milhões, as obras, além de revitalizar acervo patrimonial e memorial da Madeira-Mamoré, farão surgir novos espaços para turismo, lazer e negócios com preservação histórica. Estão previstos restaurantes, bares, lanchonetes, amplo teatro, espaço para exposições artísticas, mostra e feira de artesanato etc. O prefeito disse que, além dos recursos do consórcio, terá mais R$ 8 milhões dos governos federal e rondoniense para investimento em obras de contenção do nível do rio Madeira. Para ele, “a revitalização da Madeira-Mamoré, que está no imaginário do porto-velhense”, e completou que “agora também começamos a construir uma nova história”. É a nossa esperança, mas, já assistimos este filme antes e o final não tem sido bom. Esperança, prefeito, esperança de dias melhores para o Complexo.

 

EXPECTATIVA DOS EMPRESÁRIOS DE PORTO VELHO É MAIOR DO QUE A DE MANAUS EM JANEIRO

O ICC (Índice de Confiança do Comércio) de janeiro, da FGV (Fundação Getúlio Vargas), aponta um crescimento, em Manaus, no mês de janeiro de 0,2 pontos. Segundo a Fecomércio-Am (Federação do Comércio do Estado do Amazonas), os segmentos de calçados, roupas e alimentícios tiveram um maior destaque na capital amazonense nos últimos dois meses, aumentando a confiança do empresariado. Na transição de dezembro a janeiro, os números chegaram a 95,1 pontos, o maior nível alcançado desde julho de 2014, quando atingiu o seu ápice de 95,4 (de uma escala de 100 pontos). Para o vice-presidente da Fecomércio, Aderson Frota, a confiança do empresário é resultado das vendas do setor de roupas, calçados e alimentos, e principalmente, do leve processo de estabilidade econômica do país e refletem uma melhora do comércio. O movimento comercial estabilizou, o que, para ele, é o estágio que antecede o crescimento gerando confiança”, disse. Já em Porto Velho o mesmo não ocorre, pois, a confiança do empresário do comércio caiu, um pouco, de 119,1 pontos para 117,6 pontos, ou seja, -1,2, porém, o otimismo dos empresários do comércio da capital rondoniense ainda é 23,6% maior do que da capital manauara. A queda de janeiro se explica porque, nas férias, o comércio local sempre sente a saída de uma parte significativa das pessoas e, por via de consequência, um menor consumo. No entanto, segundo 50,2% os empresários do comércio de Porto Velho a situação dele melhorou muito e outros 39% consideram que melhorou um pouco. Só 10,6% consideraram que a situação piorou.

 

SENSAÇÃO ALCOÓLICA

Não é a minha praia, mas, agradeço ao convite para o evento Sensação Alcoólica, amanhã às 22:30 h, na Boate Titanium, com open bar, do começo ao fim da festa, em especial o nosso open bar de cerveja sua junto a um super baile Funk com os melhores DJs da região, e o melhor da música eletrônica e do sertanejo universitária. Adquira o seu ingresso no valor do segundo lote e ganhe de brinde seu Red cup ou Blue cup. Mais info e disk entregas: Israel Mendes : 69 993723386 e Lucas Albuquerque : 69 992624106. Para quem gosta do estilo, afirmam os promotores, que será o melhor evento do mês de janeiro.  Quem gosta de curtir não pode faltar.

 

BRASILEIROS GASTAM MAIS NO EXTERIOR EM 2017

O Banco Central (BC) divulgando que os gastos de brasileiros no exterior em viagens chegaram a US$ 19 bilhões em 2017, a maior despesa desde 2014, quando foram gastos em viagens ao exterior US$ 25,6 bilhões. Estes gastos determinaram um déficit US$ 13,2 bilhões, de vez que os gastos de estrangeiros em viagens ao Brasil foram apenas de US$ 5,8 bilhões. Trata-se também do maior saldo negativo desde 2014, quando esta conta fechou com um déficit de US$ 18,7 bilhões. Os dados das viagens internacionais fazem parte da conta de serviços (viagens internacionais, transportes, aluguel de equipamentos, seguros, entre outros) das transações correntes. No ano passado, os serviços fecharam com um déficit de US$ 33,8 bilhões, o maior desde 2015, quando chegou a US$ 36,9 bilhões negativos.

 

MAIORIA DO EMPRESARIADO APROVA REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com líderes dos ramos do comércio e serviços revela que a maior parte da classe empresarial avalia de forma positiva as mudanças na política econômica do atual governo. Segundo 66% dos entrevistados é importante a aprovação da reforma da Previdência, discussão que é prioridade para o executivo, legislativo e especialistas na área fiscal. Para 27% a reforma não é importante, ao passo que 7% não têm uma opinião formada a respeito. As mudanças recentes na política econômica do governo são consideradas importantes para 79% dos empresários consultados contra 13% que rejeitam a importância dessas ações. Os que defendem que o próximo presidente dê continuidade a agenda de mudanças na condução da economia formam 75% dos empresários, ainda que 70% considerem necessário algum tipo de correção nas medidas. O mesmo estudo aponta ainda que 70% dos comerciantes e empresários que atuam no segmento de serviços consideram importante a recente reforma trabalhista contra 23% de reprovação. No caso da Proposta de Emenda Constitucional que estipula um teto de gastos do governo, são 73% que avaliam a medida como importante.

Autor: Sílvio Persivo –  Professor em Economia, Jornalista

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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