Cultura

Pedro Sampaio lança clipe global de “Dançarina Remix”

DJ e produtor carioca divulga nesta quinta-feira, dia 23 de junho, o audiovisual de sua primeira parceria internacional com cenas gravadas no Rio de Janeiro, Miami e Paris

Depois de atingir o primeiro lugar das paradas de música no Brasil e Portugal, e alcançar a posição #24 no Spotify Global, Pedro Sampaio lança o tão aguardado clipe de “Dançarina Remix”, com participação de Anitta, Nicky Jam, Dadju e MC Pedrinho nesta quinta-feira, dia 23 de junho, às 12h, em seu canal no YouTube. O audiovisual da nova versão do sucesso do DJ e produtor ganhou o mundo há duas semanas, no dia 10 de junho, e mostra a união de três culturas diferentes – Brasil, Porto Rico e França – com cada um dos artistas celebrando seu país e seu estilo de dança característico.

“Essa música é muito importante pra mim! Depois do sucesso de ‘Dançarina’, fico feliz de dar esse presente para os meus fãs, que esperaram tanto por esse clipe. Essa mistura de estilos e ritmos vai fazer o povo se identificar e explodir mundo afora”, celebra Pedro Sampaio.

A direção do videoclipe ficou com Marioo, colaborador de nomes como Alok, Manu Gavassi e Giulia Be. As cenas foram realizadas nos principais pontos turísticos do Rio de Janeiro, além de locações em Miami e Paris. Pedro Sampaio gravou no Bondinho do Pão de Açúcar, ponto turístico da capital carioca; Anitta e Pedro no famoso bairro da Lapa; e MC Pedrinho na comunidade Tavares Bastos, em Santa Teresa. O Aterro do Flamengo e a Pedra do Sal, no Centro do Rio, também serviram de cenário para o clipe. Fora do país, Nicky Jam gravou sua parte da música no Magic City Innovation District – Little Haiti, em Miami. Já o francês Dadju fez sua passagem no Forest, restaurante dentro do Museu de Arte Moderna de Paris. “Como é um clipe mundial, a gente quis trazer bastante Brasil. Reunimos um pouquinho da cidade natal de cada artista, mas o foco com certeza foi nosso país e o Rio de Janeiro”, explica o diretor.

A nova versão do hit presente no primeiro álbum de estúdio de Pedro Sampaio, “Chama Meu Nome”, é o primeiro feat internacional do artista. Anitta, que antes era citada na versão original com um sample de sua faixa “Menina Má”, participa agora efetivamente do remix com partes cantadas em espanhol. “Desde que ouvi a primeira versão de ‘Dançarina’ já fiquei apaixonada. Amei a homenagem do Pedro e na hora já pedi pra ter um remix com a minha participação (risos). Estou muito feliz de encontrar meus amigos fazendo dessa música um hit extremamente global. Ela já era um sucesso e com o clipe novo que a gente gravou tenho certeza que o mundo todo vai se apaixonar!”, conta a cantora, que gravou as cenas de sua participação vestindo uma roupa com as cores da bandeira brasileira: verde, azul e amarelo.

Para MC Pedrinho, colaborador da canção original, participar do remix de “Dançarina” novamente ao lado de Pedro Sampaio e dos artistas internacionais dos quais é fã é muito gratificante: “Fiquei muito feliz com o convite do meu xará para estar em uma faixa do seu álbum. Fizemos ‘Dançarina’ em uma madrugada e o resultado foi lindo. Quebramos barreiras e agora, com o remix da música, podemos ir além. Isso significa muito para mim e para o movimento funk, que é uma bandeira que pretendo honrar e levar sempre adiante”, afirma o funkeiro.

A ideia de Pedro Sampaio com os feats internacionais nessa faixa é justamente levar sua música para fora do Brasil: “A gente quer levar o funk, a música brasileira, ainda mais para o mundo. E é assim que faço música, para o mundo todo”. Para ele, foi um prazer ter ao lado grandes nomes da música brasileira, latina e francesa, como o norte-americano Nicky Jam. “Eu ouvi a música do Pedro em um vídeo do TikTok, onde duas meninas dançavam, e me apaixonei pela música. Entrei em contato com a equipe dele e disse que queria muito participar do remix”, explica o cantor e compositor, estrela de reggaeton: “Eu amei a música, amei o som. Sou um grande fã da música brasileira e estou honrado em trabalhar com um dos maiores do Brasil e com Anitta, que está indo muito bem no mundo todo, então foi maravilhoso finalmente trabalharmos juntos”.

A versão original do hit “Dançarina” fez com que Pedro Sampaio batesse vários recordes: ele atingiu pela primeira vez o topo da lista da parada brasileira de singles do Spotify, o TOP 50, ficando em primeiro lugar por 27 dias. A música também foi a mais ouvida de Portugal, permanecendo na primeira posição por 96 dias, e segue até o momento na segunda colocação. Além disso, a faixa alcançou a posição #24 da parada global da plataforma, que elenca as canções mais escutadas no mundo. 

Pedro Sampaio também assumiu o primeiro lugar da lista “Brazil Songs” da Billboard com o hit que viralizou no TikTok, tendo sido reproduzido por lá em mais de 1,5 milhões de criações. Com tantas conquistas, “Dançarina” se consagra como a faixa mais bem colocada da carreira do DJ, desbancando “Sentadão”, que em 2019 atingiu a segunda posição do TOP 50 brasileiro.

FICHA TÉCNICA CLIPE

Direção: Marioo

Produção Executiva: Felipe Britto (VLNT)

Coordenação de Produção: Bernie Walbenny

Montador: Aaron Saiki

Color Grading: Caio Reis

RIO DE JANEIRO

Direção de Produção: Marcos França (Tim Maia)

Direção de Fotografia: Vagner Jabour

Produção de Arte: Pedro Flutt

Assistentes de direção: Nanda Castro e Clara Conti

Assistentes de produção: Gabriela Viviani e Carolina Marques

Produtor de Locação: Daniel Fontoura

Styling Pedro Sampaio: Thiago Biagi

Make Pedro Sampaio: Eliseu Santanna

Styling Anitta: André Philipe

Beauty Anitta: Henrique Martins

Make Ballet : Cora Marinho

Ass Make Ballet: Ana Maria Bemcardini, Priscila Pimenta, Lorena Santanna e Delise Oliveira

Figurinista Ballet : Vivi Cunha

Ass Figurinista Ballet: Philippe Rudnik e Cabral

Assistentes de Câmera: Flavio Geromel (Chacal) e Gabriele Dracxler

Video Assist: Clara Tinoco

Steadycam: Gabriel Cherene

Logger: Daniel Pardal

Fotografia Still: André Nicolau

Drone: Rob Kattan

Gaffer: Vitor Lins e Silva Mazilli

Ass. Elétrica: Alessandro dos Santos Rocha (Lelé), Anderson Luiz Viana (Andinho) e Paulo Mauricio (Paulinho Boca)

Chefe de Maquinária: Hallfmam

Ass Maquinária: Douglas Souza Manhães, Alexandre Rabello e Edson dos Reis Cordeiro

Plato: Antonio Augusto Gugliano de Barros (Juninho)

Ass Plato: Bruno Eppinghaus, Julian Barros, Wellington Reis, Leonardo Araujo

Gerador: Ismail

Catering: Set Refeições

Segurança e Limpeza: BodyGuard

PARIS

Direção de Produção: Claudia Büschel

Produtor: Edward Jenkins

Diretor de Fotografia: Giovanni Quene

Fotografia Still: Bernie Walbenny

Steadycam: Pierre Fontbonne

AC: Geoffrey Tagliado e Nicolas Hrycaj

Gaffer: Cliff Wheelock

BB Electric: Silvio Belvisio

MIAMI

Diretor de Fotografia: Marioo

Direção de Produção: Mel Chapaval

Assistentes de produção: Steven Aportela e Nico Morales

Hair and Make: Carmen Lopez

Stylist: NC Styles

Steadycam: Stephen Brevig

1º AC: Jonnie Moreno

Fotografia Still: Alessandra Bomeny

Ass. Still: Lucas Bomeny

Gaffer: Cliff Wheelock

Catering: Giovana

Coreografia e Direção de Movimento: Bella Fernandes

Assistentes Coreográficos: Filipi Escudine e Thais Lírio

Bailarinos: Ana Haag, Camila Leão, Célly IDD, Cleiton Oliveira, Débora Silva, Fanny IDD, Iza IDD, Jay Silva, Jacque Kinjo, Laura Amorim, Letícia Garcia, Isaque IDD, Mickael Ramos, Mitty Becerra, PH Martins, Rayne Bispo, Sanler Barbosa, Severo IDD, Sidy IDD, Vitor Ferraz, Vitórinha IDD, Yure IDD, Yuri Tiger.

FONTE: ASSESSORIA BPM / COMUNIQUESE

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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