Teia Digital

PAUTAS NO CONGRESSO SÃO AMEAÇAS CONTRA A ZONA FRANCA DE MANAUS – por Silvio Persivo

Felicidade nunca foi algo fácil. “Se quiséssemos ser apenas felizes, isso não seria difícil. Mas, como queremos ficar mais felizes do que os outros, é difícil, porque achamos os outros mais felizes do que realmente são” (Montesquieu).

 É HOJE O LANÇAMENTO

É hoje, 30 de agosto, a partir das 20h, no The Rising Sun Experience, na Avenida dos Imigrantes nº 5021, no Bairro Costa e Silva, o lançamento do livro “Memorial do Destemido Alferes José de Luna Ramalho”, muito mais do José Ramalho de Lima do que meu, mas, que não deixo de ter muito orgulho de ter tido participação. Foi feito para exaltar a memória do avó do José Ramalho, o Alferes José de Luna Ramalho, que perseguiu o famoso cangaceiro Antônio Silvino, porém, não trata apenas deste tema, de vez que passeia também pela história dos Ramalhos e de outras famílias. Tem toda uma ambientação nordestina, é claro, mas, também não está distante de Rondônia ou de São Paulo, pois, os Ramalhos fazem parte do Brasil, são responsáveis por entradas, bandeiras, famílias, histórias e poesias.  O livro é uma homenagem a um herói esquecido e exigiu  uma pesquisa de reconstituição e resgate pelos sertões de Pernambuco, Paraíba e Ceará, daí ter também relatos de viagens, poesias, histórias imprevisíveis e um certo romantismo nordestino: árido, seco e doce.

MAPEAMENTO DAS EXPERIÊNCIAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM RONDÔNIA

O projeto Mapeamento de Experiências em Educação Ambiental da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) está aberto à participação pública para o compartilhamento de boas práticas ambientais. Nesta primeira etapa será feita a captação das iniciativas através do preenchimento de formulário online que contempla experiências em 46 áreas de atuação. Entre elas agricultura, ecoturismo, diversificação da produção; economia solidária; gestão de resíduos sólidos; manejo florestal; gestão de águas e bacias; parques, manejo de animais silvestres; restauração e recuperação de ecossistemas; jardins e arborização urbana e valorização de produtos da biodiversidade. Segundo a coordenadora de Educação Ambiental da Sedam, Maria do Rosário Almeida da Silva, ‘‘A proposta é o estado conhecer as experiências de educação ambiental porque servem de modelo e incentivo para serem replicadas’’. Ela convidou a população a colaborar com o mapeamento. ‘‘Professores, associações, todas as instituições públicas e privadas que tenham programa de educação ambiental podem usar essa plataforma na página da Sedam para relatar suas experiências’’, disse.

CIOP EXPLICA NECESSIDADE DE SABER DISTINGUIR O TIPO DE SERVIÇO QUE SE DESEJA

Quando há uma ocorrência grave muitas pessoas não sabem distinguir para que número ligar pedindo socorro: se para a Polícia Militar (190), Corpo de Bombeiros (193) ou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-192), e acabam sobrecarregando, por engano, a central telefônica de um serviço essencial que não é o indicado para o caso. O capitão bombeiro Iranildo Dias, diretor de Comunicação Social do Corpo de Bombeiros, explicou que os policiais militares atuam no policiamento ostensivo, enquanto a equipe do Samu nos casos em que há risco de morte, como envenenamento e acidentes, que também são atendidos pelos bombeiros, mas, apenas no resgate ou remoção e imobilização de vítimas presas às ferragens. São de competência também dos bombeiros queda em poço, de telhado, captura de animais, incêndio, desabamentos e afogamentos, sendo necessário o Samu quando há risco à vida. Outro motivo de sobrecarga advém dos trotes, que conforme a diretora administrativa substituta do Centro Integrado de Operações Policiais (Ciop), major PM Eunice Alexandre, são em torno de 380 diários e entre 11 e 12 mil mensais, uma prática considerada crime punível com multa de R$ 1 mil, podendo ser dobrada em caso de reincidência, com base na Lei Estadual nº 3.862, de 19 de julho do ano passado. Diariamente o Ciop recebe, em média, 780 ligações e 23 mil mensais.

PAUTAS NO CONGRESSO SÃO AMEAÇAS CONTRA A ZONA FRANCA DE MANAUS

A Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) do Senado se reúne hoje (30) para votar cinco projetos de lei que ameaçam dificultar mais a situação da Zona Franca de Manaus (ZFM). Quatro deles tratam de benefícios para zonas francas e áreas de livre comércio no Brasil, sendo que um deles, o Projeto de Lei do Senado (PLS) 90/2017, cria uma Zona Franca no estado do Espírito Santo, o que é totalmente prejudicial ao Amazonas. De autoria da senadora Rose de Freitas (PMDB-ES), o projeto visa incentivar a geração de empregos e elevar a renda do Espírito Santo a partir da produção de bens de alto valor agregado e da ampliação da pauta de exportações. Segundo o presidente do Centro das Indústrias do Estado do Amazonas (Cieam), Wilson Périco, os PLS propostos trazem risco para a economia amazonense, pois, o estado conquistou o direito de conceder melhores condições fiscais às empresas, por estar em uma área distante do restante dos grandes centros do país, o que é muito diferente do Espírito Santo, que tem acesso a todo o mercado brasileiro por terra e tem uma excelente infraestrutura portuária, o que, para Périco, torna o Estado muito mais competitivo que o Amazonas por conta desta questão logística. E completou:

“Além disso, é um Estado que tem outras alternativas econômicas, diferentemente do Amazonas. Nós só temos a Zona Franca! E temos uma dificuldade enorme para desenvolvermos atividades agrícolas ou pecuárias, por exemplo, por conta do meio ambiente”.

MICROFRANQUIA DE MANUTENÇÃO E REFORMAS

Com a regulamentação do home office pela Reforma Trabalhista, abre-se um novo horizonte na rotina de funcionários CLT e empresas. No mundo dos empreendedores, porém, a prática já é comum há um bom tempo, com muitos deles, inclusive, procurando franquias que ofereçam a modalidade. A Help Home (www.helphome.srv.br), por exemplo, tem 65% de seus franqueados home-based, fatia que corresponde a 60% do faturamento de toda a rede, contabilizando R$ 9 milhões.  O dado é proveniente de um perfil dos franqueados levantado pela marca. “Nos meus primeiros meses da Help Home, toquei de casa e fluiu muito bem. Por isso, decidi oferecer o modelo aos parceiros e tem gerado resultado positivos”, declara o fundador da rede de manutenções e reparos, Estevan Pavarin. A Help Home é uma microfranquia que oferece serviços de manutenção, reparos, jardinagem e decoração. Atende a residências, condomínios e empresas. Criada em 2009 pelo engenheiro Estevan Pavarin, tornou-se franquia em 2013. Possui 71 unidades, operando em 14 estados brasileiros, distribuídas em 48 cidades. www.helphome.srv.br.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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