Cidades

Passarelas na BR-364 vão garantir a segurança de pedestres no perímetro urbano de Porto Velho

A medida visa atender região concentradora de pessoas, ou seja, as passarelas estarão localizadas à beira de hospitais, faculdades e outros locais fundamentais

Os riscos de acidentes envolvendo pedestres durante travessia de um lado para o outro na BR-364, mais precisamente no perímetro urbano de Porto Velho, serão resolvidos com a construção de seis passarelas anunciadas pelo ministro da Infraestrutura (MInfra), Tarcísio Gomes de Freitas, ao cumprir uma extensa agenda no Estado, acompanhado do governador coronel Marcos Rocha, verificando in loco as obras da ponte que liga Rondônia ao Acre, além de anunciar a execução de mais serviços de infraestrutura para o Estado.

As novas passarelas que serão instaladas irão garantir um aumento no quesito segurança ao longo do trecho urbano da rodovia federal, evitando, dessa forma, que pedestres se arrisquem ao cruzar a BR-364 sem a devida atenção e cuidado, com a iminência de acidentes.

Apontadas como fundamentais elementos de segurança para pedestres, as passarelas devem ser concluídas em 2021, sendo esse projeto mais um dos investimentos do Governo Federal alinhado com o Governo de Rondônia.

O anúncio da construção das seis passarelas, bem como da construção de vias marginais e interseções na travessia urbana no município de Jaru, e a conclusão das obras de adequação da travessia urbana de Porto Velho aconteceu no final da tarde de sexta-feira (2), durante solenidade em que o ministro Tarcísio Gomes de Freitas deixou claro que todos os compromissos feitos pelo presidente da República, Jair Bolsonado, serão materializados e que a infraestrutura irá avançar.

“Hoje é um dia muito feliz, pois estamos vendo as coisas acontecerem. A travessia urbana finalmente foi entregue, após muito tempo de idas e vindas. Também pelas passarelas que irão acontecer, além da ponte que liga Rondônia ao Acre que é uma realidade. Os compromissos do presidente Bolsonaro  serão integralmente cumpridos, um após o outro. É sempre bom vir a campo e ver as obras e conferir a realidade”, argumentou o ministro.

O ministro Tarcísio Gomes de Freitas, anunciou mais obras

Na opinião do ministro Tarcísio Gomes de Freitas, é muito bom ver o sonho se materializando. “Estamos entregando obras e mais obras pelo Brasil e somente este ano foram 67 já entregues. Então, não podemos parar e o Governo Federal está encarando com respeito o recurso do cidadão. O alinhamento político para que as coisas aconteçam é fundamental. É fácil explicar o alinhamento entre o governador Marcos Rocha e o presidente Bolsonaro que são duas pessoas simples e são dois homens de Deus e que querem o melhor para o seu cidadão, ou seja, compromisso e responsabilidade. Também temos uma bancada federal de Rondônia super atuante que traz  para nós o senso de urgência, as emendas e recursos para que possamos tornar possível a execução dos serviços. Vamos decolar. Muita coisa boa irá acontecer”, disse.

Ao tecer comentário sobre a ordem de serviço para a construção das seis passarelas, o ministro enfatizou que a medida visa atender uma região concentradora de pessoas, ou seja, as passarelas estarão localizadas à beira de hospitais, faculdades e outros locais fundamentais. Para o ministro, o propósito é salvar vidas.

O governador Marcos Rocha, que esteve ao lado da primeira-dama e titular da Secretaria de Estado de Assistência e Desenvolvimento Social (Seas), Luana Rocha, acompanhou o ministro em todas as visitas feitas às obras, reforçando o elo e a forte união com o Governo Federal que reflete positivamente para Rondônia.

Marcos Rocha também aproveitou para destacar a conclusão da ponte que liga os estados de Rondônia e Acre, deixando claro que isso impulsionará o desenvolvimento para ambos os estados bem como outros da região.

“Lembro-me antes de quando o presidente Bolsonaro ainda era deputado federal  e conversamos sobre as necessidades do Estado de Rondônia. Hoje, há uma grande União, como bem disse o ministro Tarcísio Gomes de Freitas. Temos realmente conseguido fazer com que obras aconteçam em união com o Governo Federal. Tudo isso é possível graças também a bancada federal, aos deputados estaduais, graças ao Governo do Estado, mas, principalmente ao nosso presidente Bolsonaro. Estamos trabalhando pelo desenvolvimento do nosso Estado”, disse o governador Marcos Rocha.

OBRAS AUTORIZADAS 

Durante a estada do ministro em Rondônia, além da visita à obra da ponte que liga Rondônia ao Acre, foram oficialmente concluídas as obras de adequação da travessia urbana de Porto Velho.

O Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT) foi responsável pela elaboração do projeto básico e executivo do empreendimento, pela realização das obras de implantação e de pavimentação de ruas laterais e Obras de Artes Especiais (OAEs), sendo quatro viadutos e uma passagem que liga à avenida Rio de Janeiro.

O ministro da Infraestrutura também assinou a ordem de serviço (OS) para o início da construção de seis passarelas de pedestres em Porto Velho, na BR-364, perímetro urbano da cidade. As obras devem começar entre os meses de dezembro de 2020 e janeiro de 2021.

E tem mais obras para Rondônia. O ministro anunciou a assinatura do Termo de Execução Descentralizada (TED) que confirma a construção de vias marginais e interseções na travessia urbana no município de Jaru, na BR-364/RO, localizado no segmento entre o km 421,4 e o km 427, incluindo remanescentes.

A execução dos serviços de implantação de dois quilômetros de vias marginais no local será feita pelo Exército. Ao DNIT caberá a fiscalização técnica da obra e gestão conjunta do TED.

Estiveram presentes à solenidade de anúncio de obras o senador Marcos Rogério; os deputados federais Lúcio Mosquini, Mariana Carvalho e coronel Chrisóstomo; o secretário-geral da Prefeitura de Porto Velho, Basílio Oliveira; o diretor-geral Substituto do DNIT, Euclides Bandeira; o secretário Nacional de Transportes Terrestres, Marcello Costa; o comandante da 17ª Brigada de Infantaria de Selva, general Luciano Batista de Lima; e o comandante do 5º Batalhão de Engenharia de Construção (BEC), tenente coronel Thelmo Luiz de Vasconcelos.

FONTE: ASCOM MINISTÉRIO DA INFRAESTRUTURA

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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