Esporte

PARECER DA PGE SOBRE DESAPROPRIAÇÕES MILIONÁRIAS É VAGO. E É O MESMO PARA AMBOS OS CASOS

Despacho tem apenas uma lauda e meia. E mais da metade do documento tenta isentar PGE

Fausto Macedo

Colunista do jornal Estadão de São Paulo divulgou esta semana os detalhes do acordo de delação premiada do doleiro Alberto Youssef, preso na operação Lava-Jato em março deste ano e já condenado a 4 anos de prisão. Mas essa pena foi atenuada em função dele ter feito a delação. Até aí morreu Neves.

O importante

Para quem acompanha o cotidiano político de Rondônia é que Youssef cita o senador Valdir Raupp (PMDB) em seu depoimento. E não foi uma “simples menção”. Para defender o cliente, seus advogados enumeraram as pessoas que foram delatadas e o senador rondoniense aparece logo abaixo de Renato Duque, Paulo Roberto Costa, Pedro Henry e João Vaccari e acima de Renan Calheiros. Os advogados alegam que o senador foi apontado nos “termos de colaboração 01, 14, TC7, TC25, TC27”. Portanto, são 5 citações no total.

Os detalhes

E o conteúdo dos depoimentos não constam na peça de defesa, mas a lista de políticos que foram delatados por Youssef é grande. E dada a dosimetria baixa pena, supomos que suas acusações estão fundamentadas e apoiadas em documentos. No “listão de Youssef” consta Aécio Neves, Ideli Salvatti, José Dirceu, Graça Foster (cujo marido foi alvo de operação recente), Gladson Cameli e até o governador do Acre Tião Viana. Para ler a íntegra da peça, CLIQUE AQUI. A nós, pobres mortais, resta apenas aguardar o desfecho.

Sobre o assunto

O senador Valdir Raupp afirma que não há irregularidade nas doações recebidas na campanha de 2010, por elas terem sido feitas de acordo com a lei eleitoral. Já se sabe que Youssef declarou que Raupp teria recebido um “pixuleco” de R$ 500 mil, mas de acordo com o senador, “foi uma doação legal”.  Como eu disse, temos que aguardar o resultado das investigações. Aparentemente Raupp está tratando do assunto com tranquilidade. Começou até a fazer algumas postagens, tímidas, em seu perfil no Facebook. Se eu fosse ele, ampliava esse canal de comunicação.

Silêncio

Das bandas do CPA, apenas sussurros, mas nem um ruído mais forte sobre o caso das desapropriações milionárias feitas em setembro do ano passado, cujas áreas deveriam ser usadas para construir, “com urgência”, casas para os desabrigados da enchente do Madeira. Foram pagos no total, R$ 7,1 milhões em duas áreas que poderiam ter sido compradas por R$ 410 mil. As duas. Preço de mercado. E nem precisa ser corretor para saber disso, basta ter bom senso.

Curioso

Que a Procuradoria Geral do Estado tenha dado parecer favorável à essas desapropriações. O parecer favorável tem apenas uma página e meia e praticamente todo o documento tenta eximir a PGE da responsabilidade sobre o caso. E o Procurador Juraci Jorge da Silva já começa falando assim, “ressalvo que a definição do quantum indenizatório nas hipóteses de desapropriação, seja pela via administrativa, seja pela via judicial, pressupõe avaliação administrativa prévia do bem de interesse do Estado, que reflita o justo valor do bem à época de sua realização”. E continua, “não cabe à Procuradoria opinar acerca de qual seria a soma justa para indenizar o bem que se busca expropriar, pois carece de servidores com a necessária expertise, restando enfatizar que o gestor público deve acautelar-se por meio de informações provenientes de técnicos nos quais deposite confiança e apresentem funamentos que lhe transmitam a segurança necessária à definição do valor que será administrativamente oferecido ao particular”.

Então

Se a Procuradoria não pode opinar sobre a “definição do quantum indenizatório nas hipóteses de desapropriação” e nem “qual seria a soma justa para indenizar”, não é necessário que seja feito esse parecer. Até onde me consta, a Procuradoria é responsável exatamente por analisar os negócios que são feitos pelo governo do Estado. E até a Controladoria Geral do Estado concorda comigo, já que em no despacho que apontou uma série de irregularidades nos “negócios”, é destacado, “vale dizer que a responsabilidade quanto à legalidade jurídica da desapropriação do imóvel é da Procuradoria Geral do Estado – PGE”. Percebe-se claramente que tanto a PGE quanto a CGE sabiam que tinha caroço no angu, e ambas tentaram se livrar do pepino. Veja abaixo a íntegra dos dois despachos da PGE, perceba que parecem ser o mesmo documento, mas não são. Ambos trataram de desapropriações milionárias.

Primeira desapropriação

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Segunda desapropriação
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O que falta?

Para que todos, eu disse absolutamente todos, os envolvidos nessas duas desapropriações sejam chamados para prestar esclarecimentos? Afinal são R$ 7,1 milhões de recursos públicos que foram pagos “à jato”, sem nenhum tipo de questionamento mais aprofundado. Pode isso Arnaldo?

Tá por fora do assunto?

Então clique AQUI para saber sobre o primeiro caso e AQUI para se informar sobre o segundo. E não deixa de acompanhar PAINEL POLÍTICO de segunda à sexta, aqui parece novela, a cada capítulo, uma surpresa.

Sabe o DER?

Continua exatamente o mesmo. Parado igual água de poço no verão. O mesmo vale para as obras do DER/DEOSP. Todas emperradas. Enquanto isso, a população segue desviando de buraco e engolindo poeira por toda Rondônia.

No grampo

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva caiu no grampo da PF. Ele não era o alvo, e sim o executivo da Odebrecht Alexandrino de Salles Alencar, que foi preso pela Operação Lava-Jato. A conversa aconteceu na noite de 15 de junho de 2015, às 20h06, quando uma pessoa que se identifica por ‘Moraes’ telefona para Alexandrino Alencar e passa a ligação para o ex-presidente. Veja abaixo, a transcrição da conversa divulgada pelo jornal O Estadão de São Paulo:

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É sério?

Mangabeira Unger voltou a Rondônia e “proferiu palestra” em Porto Velho. Quem ainda perde tempo com isso? Vou dar uma olhada por ai pra ver se não alugaram um apartamento pra ele na cidade. Mangabeira detesta ficar em hotéis…

Ele fica

O prefeito de Ouro Preto Alex Testoni, que retornou ao cargo, pretende cumprir o mandato até o final. O resto é conversa fiada.

Fim de semana

Enfim, sabadão e domingão, combinam com churrascão. Então não espera muito não. Vai na Prime, Espaço Gourmet e já compra aquela picanha de angus para tira-gosto daquele cervejão! A Prime fica na Jorge Teixeira, 2773.

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos nowww.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Clínica Mais saúde informa: Testosterona: reposição do hormônio não melhora o desempenho sexual masculino

A testosterona não melhora a vida sexual dos homens. É o que diz um estudo publicado recentemente no periódico científico Journal of the American Medical Association. O trabalho, realizado por pesquisadores da Escola de Medicina de Harvard, nos Estados Unidos, mostrou que homens com níveis de testosterona ligeiramente baixos não apresentaram melhora em seu desejo sexual depois que se submeteram a reposição do hormônio. Na pesquisa, cerca de 150 homens acima dos 60 anos receberam suplementos diários de testosterona, ao longo de três anos, enquanto outros 150 receberam placebo durante o mesmo período. Após esse tempo, os pacientes que receberam a testosterona não apresentaram melhora na função sexual ou na qualidade de vida, em comparação com o grupo de controle (que tomou o placebo). “Os benefícios da terapia hormonal são claros para os homens que sofrem especificamente de problemas nos testículos ou na hipófise. O nosso estudo mostra que os homens cujos níveis de testosterona estão na faixa normal – ou um pouco abaixo do normal – não se beneficiam com a suplementação. Não devem, portanto, usar o hormônio”, disse Shalender Bhasin, principal autor do estudo. – Faça seus exames periódicamente. Procure a Clínica Mais Saúde, rua Plácido de Castro, 8439, bairro JKII.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: As perspectiva de inflação pioram segundo Boletim Focus – Por Silvio Persivo

    Sobre os fatos hediondos e lamentáveis. “Aconteceu e, portanto, pode voltar a acontecer: está a essência do que temos para dizer” (Primo Levi). BLACK FRIDAY IMPULSIONA COMÉRCIO DE RONDÔNIA Segundo a  Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio/RO). a Black Friday de 2026 deve movimentar cerca de R$ 736 milhões em Rondônia. Para Porto Velho, a estimativa é de R$ 147 milhões em vendas, com um crescimento previsto de 3,2%.  No cenário nacional, um estudo da Stefanini Marketing estimou que a data poderá gerar R$ 14,47 bilhões em vendas e 18,3 milhões de pedidos. Uma sondagem da Fecomércio/RO aponta que 68,4% dos consumidores pretendem fazer compras. Entre os produtos mais procurados estão roupas (51,8%), eletrodomésticos (31,9%) e eletrônicos (23%). A pesquisa também aponta que 48,1% planejam pagar à vista, enquanto 50,9% pretendem antecipar as compras para a semana anterior à Black Friday. Para a Fecomércio/RO, a movimentação antecipada pode estender o período de promoções e contribuir para as vendas de fim de ano. “A antecipação das compras deve ampliar o período de promoções e, este ano, inclusive com o apoio direto do Sebrae de Rondônia, os empresários se prepararam mais. Daí a suposição de que a Black Friday deve impulsionar as vendas de fim de ano”, disse o presidente da entidade, Raniery Araújo Coêlho. PREÇO DO DIESEL AUMENTA QUASE 2% EM RONDÔNIA O Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), que acompanha o comportamento de preços nos postos de combustível, aponta que Rondônia registrou um cenário de alta nos preços dos combustíveis em outubro, na comparação com setembro, com exceção do etanol.  O diesel comum subiu 1,93%, custando em média R$ 7,39 já o S-10 ficou 1,87% mais caro, com preço médio de R$ 7,61, enquanto a gasolina subiu 0,13%, alcançando R$ 7,45. No sentido oposto, o etanol recuou 0,58%, cotado a R$ 5,14. Segundo Vinicios Fernandes, Diretor de Unidades de Negócios da Edenred Mobilidade, “Em outubro, Rondônia apresentou uma tendência de alta nos preços da maior parte dos combustíveis, com destaque para o diesel, que registrou os avanços mais expressivos no período. Com a queda registrada no período, o etanol se consolida como a opção mais econômica e sustentável para os motoristas rondonienses”. ENCONTRO DE CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS DE RONDÔNIA O governo do estado realizou na segunda-feira (2) o 4º Encontro Estadual de Catadores de Materiais Recicláveis, entre os municípios de Presidente Médici e Ji-Paraná. Durante o evento, encerrado na terça-feira (3), cerca de 100 profissionais organizados em cooperativas, associações ou de forma individual participaram da programação, coordenada pela Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), com palestras, visita técnica, atividades práticas e levantamento de demandas que ampliem a geração de renda, qualifiquem a atuação das cooperativas e associações, difundam práticas seguras de trabalho e consolidem propostas para o desenvolvimento da política pública de reciclagem inclusiva no estado.  A titular da Seas, Luana Rocha reforçou, que com estes encontros o governo, por meio da Seas, contribui com a organização dos catadores no estado para o fortalecimento das cooperativas e a construção de uma pauta unificada em defesa da reciclagem inclusiva em Rondônia. ““A escolha de Presidente Médici atendeu ao pedido dos próprios catadores, apresentado no Fórum Estadual de Lixo e Cidadania, pelo fato de o município estar mais centralizado, favorecendo a participação de um número maior de catadores. Nesta edição foi inserida pela primeira vez a oficina do projeto “Recicla ON”, do Instituto Gea, do estado de São Paulo, focada na capacitação e estruturação de cooperativas de catadores para a destinação correta de resíduos eletroeletrônicos (lixo eletrônico). AS PERSPECTIVAS DE INFLAÇÃO PIORAM SEGUNDO O BOLETIM FOCUS A mais recente edição do Boletim Focus mostra uma piora drástica das expectativas dos investidores com relação à inflação, aos juros e à taxa de câmbio. A piora se inicia pela inflação. Há quatro semanas, a estimativa este ano foi de 5,01%. Na semana passada, subiu para 5,19% e, nesta edição, avançou para 5,22%, bastante acima do teto da meta.  A projeção para 2027 também piorou. Nas últimas semanas, a expectativa estave ao redor de 4,3%. Acima da meta de 3%, mas dentro do limite aceitável. Agora, a projeção avançou para 4,76%, acima do teto de 1,5% da meta. A alta prevista é menos intensa nos anos de 2028 e de 2029. Porém, as estimativas para esses dois anos se situavam ao redor de 3,5% e agora estão ao redor de 4%, também  acima da meta. RESILIÊNCIA DA ECONOMIA GLOBAL DIMINUI AFIRMA FMI O documento final da 54ª reunião do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC), nas reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial, alerta que a economia global resiste a choques, mas sua capacidade de absorver novas turbulências diminui, após o desmantelamento da ordem geopolítica, conflitos e danos às cadeias de suprimentos, pela pandemia e por guerras. Assim o FMI pede políticas mais consistentes, reconstrução das reservas fiscais, estabilidade de preços e cooperação entre nações. O World Economic Outlook projeta um crescimento mundial de 3,1% em 2026 e 3,4% em 2027, e inflação global de 4,7% neste ano, recuando para 4,1% no próximo. Há diferenças: países beneficiados por investimentos em IA e condições comerciais favoráveis têm perspectivas melhores do que importadores de energia e economias de baixa renda. Interessante é que o documento destaca os riscos do endividamento público: a alta dos rendimentos dos títulos soberanos, somada à dívida elevada, pode encarecer o crédito. Recomenda consolidação fiscal e marcos fiscais, preservando investimentos prioritários e a proteção social; transferências temporárias e direcionadas seriam mais eficientes do que controles generalizados de preços. Na política monetária, pede estabilidade de preços, decisões baseadas em dados, comunicação clara e independência dos bancos centrais. A inteligência artificial impulsiona investimentos, comércio e produtividade, mas seus benefícios tendem a ser desiguais; revisões nas expectativas de rentabilidade podem provocar correções nos mercados e ampliar disparidades. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  TEIA DIGITAL

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