Resenha Politica

Para falar com o Secretário Chefe da Casa Civil, Junior Gonçalves do Governo Marcos Rocha é preciso passar por deputado – Por Róbson Oliveira

RECOMEÇO – Com os direitos políticos suspensos e proibido de disputar por longos anos um cargo eletivo, o ex-governador Ivo Cassol voltou a comandar o parque agropecuário de Rolim de Moura, cargo que ocupou antes de ingressar na vida política partidária com vários mandatos seguidos até ser defenestrado pela lei da ficha limpa. Polêmico e implacável com os desafetos, condutas que têm redundado em inimigos igualmente duros, não há como deixar de reconhecer que pela astúcia e a destreza em organizar eventos, quem ganha é o entretenimento de Rolim de Moura e o agronegócio. Mas vai ser um recomeço penoso para quem é acostumado a dar ordem sem ser questionado. Os tempos são outros, e a forma de tratar hoje as pessoas não é a mesma da época em que Ksol assumiu pela primeira vez o parque de exposição.

HABILITAÇÃO – Ao aprovar na Câmara dos Vereadores, com uma larga vantagem de votos, a autorização para contrair um empréstimo junto à Caixa Federal, vinculado à aquisição de emulsão asfáltica para recapear e asfaltar ruas e avenidas da capital, o prefeito Hildon Chaves dá um passo firme visando às eleições de 2020. Embora as críticas à administração ainda sejam contundentes, na hipótese de conseguir licitar em tempo rápido e iniciar a pavimentação, passa a ser um nome duro a ser batido. Não é à toa que os principais oponentes ao alcaide não tenham ainda saído da toca com posições mais acerbas e anunciado as próprias pré-candidaturas. Há prognóstico para todo gosto sobre a sucessão na capital. O problema é que política muda conforme a nuvem.

LOROTA – Para os servidores públicos a Reforma Previdenciária é uma lástima ao criar travas que impedirão o barnabé calejado de buscar sua aposentadoria mesmo com as forças físicas exauridas. A maioria aplaudiu o projeto sem mesmo avaliar quais direitos foram subtraídos, nem como o novo texto legal recairá sobre suas vidas laborais. O problema para quem avaliou o projeto sem ser ligado às posições antagônicas do “bolsonarismo” ou “petismo”, é que sempre era impingido a balda de ser ligado a um dos grupos. Uma lorota construída pelos detentores do poder para engalobar os incautos.

VAZAÇAO – Uma mensagem de áudio postada domingo (14), num grupo de Espigão do Oeste que consta na lista madeireiros, chama a atenção pela forma incomum de uma autoridade antecipar uma operação contra suposta atividade ilegal de madeireiros na região. Segundo o áudio, de autoria do senhor Governador Marcos Rocha, está tudo preparado para uma grande operação dos fiscais do Ibama na região e que, ao saber da operação, fez contato com o Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Sales, para informar que o Ibama age de forma agressiva contra o setor madeireiro. Mas, pelo áudio, o ministro disse que não tinha como impedir as ações do órgão quando se tem algo que é errado. Rocha retrucou que não quer nada errado, mas também não quer que se fechem todas as empresas.

PROMESSA – Apesar da interferência do governador na questão, o ministro do Meio Ambiente confirmou que haverá uma grande operação esta semana em Espigão, Pimenta e Cacoal. Razão pela qual o governador alertou ao grupo da operação através do WhatsApp e prometeu aos madeireiros que não vai autorizar a Polícia Militar no apoio da operação. Aliás, já havia dado a determinação.

MINISTRO – A coluna apurou também que está vindo reforço de fiscais da Superintendência do Ibama paraense e, a princípio, o ministro Ricardo Sales está pretendendo desembarcar amanhã em Rondônia para acompanhar de perto toda a ação.

PAPO – No final do áudio Marcos Rocha pede que os empresários mantenham a calma, ajam com sabedoria para não perderem a razão e garantiu que vai se deslocar ao município de Espigão do Oeste para conversar com os empresários. Concluiu a fala dizendo que está junto na causa dos madeireiros e que seu assessor Cridão está repassando todas as informações do local.

ESTRANHO – É absolutamente compreensível o governador sair em defesa do setor vegetal que mantém vários postos de trabalho. O que não é correto (muito estranho) é antecipar uma operação montada pelo estado brasileiro destinada a coibir exatamente aqueles empresários que trabalham à margem da lei. Quem trabalha com os planos de manejos e explora madeira fora das reservas não tem o que temer quando o Ibama exerce suas funções fiscalizatórias. Ao usar uma rede social para vazar a operação, o governador abre espaço para também ser questionado ao supostamente privilegiar com a informação quem não explora o setor de forma legal.

RICHELIEU –  Para alguém da política ter acesso ao Secretário Chefe da Casa Civil, Junior Gonçalves, reza a lenda nas coxias governamentais que é preciso passar pelo crivo do deputado estadual Jair Montes. Deputados ouvidos pela coluna demonstraram  inquietação com a ascensão do parlamentar sobre o auxiliar da ante-sala do chefe do Executivo Estadual. Jair virou um espécie de “Richelieu – ex-primeiro ministro do reinado de Luis XIII –  e manda na pasta mais que o titular do cargo. 

TELEMARKETING – Anúncio feito hoje pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) tranquiliza usuários de telefonia de que não vão mais ser perturbados pelos call centers que fazem chamadas oferecendo serviços digitais, especialmente em horários indesejados. A partir de hoje, qualquer consumidor poderá incluir seus números de telefones no cadastro do site “Não Perturbe”. As operadoras têm até trinta (30) dias para atender às solicitações. Embora seja uma notícia boa, nem todas as ligações indesejadas serão barradas pelo cadastro, mas é um começo do fim da importunação dos vendedores eletrônicos. Conseguem, aliás, ser mais chatos do que vendedor de rede.

AUTOR: RÓBSON OLIVEIRA –  JORNALISTA-   COLUNA RESENHA POLITICA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by