Esporte

Painel Politico: PF realiza novas buscas nas operação Platéias

E ainda: Nota da empresa Amazon Fort sobre caso Nicolas coloca Polícia Civil em xeque

E agora?

A empresa Amazon Fort, responsável por incinerar lixo hospitalar (e ai inclui-se restos humanos), distribuiu nota à imprensa nesta sexta-feira negando ter incinerado o corpo do bebê Nicolas Naitz, conforme afirma a Polícia Civil de Rondônia no inquérito que apura o desaparecimento da criança, ocorrido em 22 de maio deste ano. A nota abre espaço para uma série de questionamentos, entre eles o que de fato aconteceu com esse bebê, se ele morreu e seu corpo foi queimado ou se ele foi roubado do hospital, hipótese defendida pela família, que não aceita a versão oficial.

Mais complicado

É que a nota dá a entender que a direção da polícia está completamente perdida no caso, uma vez que o diretor-geral da Polícia Civil, Pedro Mancebo afirmou categoricamente que a criança havia sido incinerada e que inclusive o “crânio não havia queimado por inteiro, e foi encaminhado com os demais restos para Minas Gerais, tornando impossível sua localização para posteriores exames de reconhecimento”.  Na nota, a Amazon Fort declara, “a própria polícia civil foi “in loco” à Amazon Fort, onde são incinerados os lixos, e verificou que não havia veracidade na denúncia sobre um crânio de um bebê em suas dependências, não constatando qualquer indício do alegado”.

E mais

Que o material recolhido na data da suposta incineração pela empresa “foi apenas um membro inferior  de uma senhora de setenta anos e um aborto de 150 gramas aproximadamente, ambos etiquetados e identificados, envolvidos por um invólucro (saco), de cor cinza não transparente – o que impede a visualização de seu conteúdo, e este já sai do centro cirúrgico nesses moldes”. Conclui-se, portanto, que o diretor-geral está completamente equivocado, como também estava na época da tal Operação Apocalipse.

Ou seja

Está seguindo o caminho mais simples, que é a versão de que a criança simplesmente foi incinerada. Essa atitude é o reflexo puro e simples do atual governo de Rondônia, o mundo está caindo mas “está tudo certo”. Porém, a “imprensa marrom” continua aqui, fazendo alguns questionamentos, entre eles o que a polícia não consegue explicar, onde está o bebê? Como chegaram a essa conclusão estapafúrdia de que o corpo foi incinerado? E como eles saem por aí indiciando um monte de gente sem ter nenhuma prova concreta do que está acontecendo?

A Polícia

De Rondônia está devendo uma série de serviços que não foram concluídos nos últimos tempos, entre eles o emblemático “Caso Naiara” que caiu no esquecimento, as mortes em Alto Paraíso, que também não se fala mais no assunto e agora o desaparecimento do bebê Nicolas. A declaração da empresa, divulgada nesta sexta-feira, começa a tornar, cada vez mais real, a versão de que a criança pode ter sido roubada, mas ninguém consegue roubar um bebê sozinho, se de fato isso aconteceu, teve o envolvimento de várias pessoas.

Não dá para entender

É que a propaganda oficial fala em investimentos fabulosos no setor de inteligência, mas não é isso que temos na prática.

Apreensão

Na tarde desta sexta-feira a Polícia Federal realizou buscas e apreensões em uma lotérica situada na Avenida Calama com a Rua México, que pertenceria ao empresário “Toninho da Rondonforms”. Duas viaturas foram utilizadas e uma delas ficou parada no meio da rua, na contramão, de forma a demonstrar que de fato estavam em serviço. As buscas foram autorizadas pela justiça e são decorrentes da Operação Platéias, aquela que o chefe do Executivo afirma ter sido desnecessária.

Por enquanto

A Polícia Federal não deu nenhuma informação oficial sobre o ocorrido, tampouco se serão realizadas novas buscas nos próximos dias. O certo mesmo é que a turma anda com as barbas de molho.

Madrugando

O medo de ser “levado sob vara” ou mesmo de ser acordado “pelos homi” tem feito muita gente acordar bem mais cedo que o habitual. E a turma encontrou um jeito de disfarçar para sair de madrugada de casa, vai todo mundo caminhar no Espaço Alternativo. Entre 4 e 6 da manhã é possível encontrar quase todo mundo por lá. Tem uns que ficam até dormindo dentro do carro. Daqui uns dias a PF vai ter que começar a dar batida no local.

Aumentando o sofrimento

Para o desespero do senador Valdir Raupp, a prisão de Fernando Baiano, apontado como “operador” do PMDB (ou o cara que faz a correria) foi alterada de temporária (5 dias) para preventiva (sem prazo determinado), e foi com esses argumentos, “em se tratando de grupo criminoso de incontável capacidade financeira e havendo registro de tentativa de cooptação de testemunha ou de influenciar na instrução criminal, é possível e aconselhável o encarceramento cautelar, diante dos riscos à ordem pública, à investigação e instrução e à aplicação da lei penal”, afirmou o desembargador  federal João Pedro Gebran Neto, relator do caso Lava Jato no tribunal.

Com isso

A venda de Rivotril, Lexotan e Prozac aumentou consideravelmente nas farmácias de Brasília e Rolim de Moura.

Sem dúvidas

O Ministério Público Federal não tem nenhuma sombra de dúvida em relação a participação do atual chefe do executivo rondoniense no propinoduto que se instalou no estado nos últimos anos. Ela Wiecko de Castilho, vice-procuradora-geral da República declarou ao jornal Estadão de São Paulo que “a prisão temporária de Confúcio Moura foi pedida pela PF, mas o Ministério Público entendeu que isso provocaria “gravame (prejuízo) excessivo à administração do Estado de Rondônia”, e completou, “a investigação descortinou grupo criminoso responsável pela prática de crimes graves relacionados às contratações públicas do Estado de Rondônia, cujo prejuízo chega a quase R$ 60 milhões, conforme Notas Técnicas da Controladoria-Geral da União”. Arrematando, concluiu, “restou demonstrado que Confúcio Moura, antes de assumir a função, mas em razão dela, solicitou a Rômulo de Oliveira Gonçalves a quantia indevida de R$ 200 mil, praticando, assim, o crime de corrupção passiva previsto no artigo 317 do Código Penal”.

Aqui não

E o Acre continua mandando imigrantes haitianos para tudo quanto é canto do País. O mais recente destino é o Rio Grande do Sul. O governo petista do Acre não quer nem saber se pode ou não. Coloca no ônibus e manda entregar.

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos no http://www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Número de fumantes nos EUA atinge a marca mínima histórica

O tabagismo entre os adultos americanos atingiu a média mais baixa da História, de acordo com um relatório feito pelo Centro para Prevenção e Controle de Doenças (CDC) e divulgado na quarta-feira (26). O percentual de fumantes com mais de 18 anos caiu de 20,9% em 2005 para 17,8% em 2013. Essa é a menor taxa de adultos fumantes desde o CDC começou a acompanhar os números, em 1965. Ao longo de oito anos, o número de fumantes nos EUA caiu de 45,1 para 42,1 milhões, segundo o relatório. Ainda assim, o CDC afirma que é “preocupante” que muitos americanos ainda fumem, especialmente os mais jovens. A boa notícia, contudo, é que o vício parece estar sendo reduzido aos poucos. O número de pessoas que fumam todos os dias caiu quase 4% de 2005 para 2013, e a proporção dos que fumam apenas alguns dias tem aumentado. O relatório também traz outros dados interessantes: cerca de 70% de todos os fumantes de cigarros querem largar o vício, e se um deles abandonar o hábito no momento em que completar 40 anos, ele pode ganhar até 10 anos de expectativa de vida. No entanto, o tabagismo continua a ser a principal causa de morte evitável entre os americanos. Acredita-se que até US$ 289 bilhões sejam gastos por ano em custos médicos e perda de produtividade.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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