Esporte

E ainda: A folha de pagamento que tinha Pelé e Martha Rocha também

Grampolândia

Temendo estar sendo “ouvido clandestinamente”, o Tribunal de Justiça de Rondônia adquiriu, em 22 de novembro do ano passado, um equipamento chamado “correlacionador omni-espectral de frequências e detector de junções não lineares”, que em outras palavras nada mais é que um  ” radio que escuta rádios”, ou seja, ele faz varredura em ambientes para saber se tem algo transmitindo áudio e vídeo. O brinquedo custou R$ R$ 235.219,00.

Só que…

O do Tribunal de Justiça custou muito caro. O mesmo equipamento está à venda, com pronta entregaao preço de R$ 75 mil neste site brasileiro. E em 2012, a secretaria de segurança pública do M,aranhão adquiriu o equipamento por R$ 91.650,00, através de licitação pelo Ministério da Justiça. O Ministério Público de Rondônia havia aberto licitação para compra de um correlacionador, mas desistiu. Vai comprar só em 2015.

Falando em grampos

Logo após a desastrada Operação Apocalipse, o Ministério Público de Rondônia requisitou, oficialmente, todos os logs de escutas telefônicas, autorizadas pela justiça que foram feitas pela Polícia Civil de Rondônia, além, é claro, de todos os arquivos de áudio. Foram centenas de horas de gravações, milhares de linhas grampeadas em Rondônia e fora  do Estado, e todo o sistema ainda está sendo auditado. Estão sendo feitos cruzamentos entre as autorizações judiciais e os números que foram efetivamente grampeados e o trabalho é lento, mas promete.

Outro

Que também vem dando trabalho, ainda, é a folha de pagamento do Estado. O Ministério Público descobriu no final do ano passado que até PELÉ E MARTA ROCHA estavam na folha da SEAD. O descontrole era tão grande  que tinha gente recebendo salários de R$ 190 mil. Investigações preliminares conseguiram economizaar uma pequena fortuna mensalmente para os combalidos cofres rondonienses, mas teve gente que ficou rica com o esquema. Teve até quem comprou fazenda e camionete com o dinheiro da folha.

Sem contar

Os mais  de 800 cargos  abertos “legalmente” para acomodar apadrinhados de alguns deputados em troca de “governabilidade”, acerto feito ainda no começo do governo e está em pleno vigor.

Manifestando

“O fato de o governador de Rondônia Confúcio Moura (PMDB) ter sido conduzido coercitivamente à Polícia Federal para prestar esclarecimentos, além de sua prisão ter sido solicitada – apesar de indeferida por ora – denota graves indícios de que algo criminoso esteja em andamento no seio do Executivo Estadual”. A frase é de Odacir Soares, que deixou o Senado esta semana (ele é suplente de Cassol, que retornou ao mandato) e completou, “a operação policial que contou com o apoio irrestrito do Ministério Público de Rondônia é uma resposta ao clamor popular, da sociedade que não agüenta mais conviver com a corrupção”.

Bom

Enfim alguém de Brasília se manifestou, mesmo não estando no mandato, ao menos é uma declaração que demonstra indignação com o que vem acontecendo no estado. Para Odacir, “essa trajetória criminosa de políticos e apadrinhados que mancham a história de Rondônia precisa ter fim e cair no esquecimento. Já virou costume a exposição do estado em casos desta natureza. São crimes. Desmandos. Autoridades envolvidas em tudo quanto é ato ímprobo. Uma verdadeira aberração. Tudo isso depõe contra o povo”.

Pé de orelha

Um a um os deputados estaduais estão sendo convidados a tomar um “café da manhã” com o governador nos últimos dias. A ideia é esvaziar ao máximo qualquer possibilidade, por mais remota que seja, de afastamento ou abertura de CPI contra o chefe do Executivo, que está atolado de denúncias e sendo investigado pela Polícia Federal.

“Esquecimento”

O chefe do Executivo vem realizando uma maratona de entrevistas e aparições públicas. A tática é desmentir e minimizar os danos causados pelas investigações da Operação Platéias. Quanto mais fala no assunto, repetindo que “tudo não passou de um mal entendido”, mas os questionamentos vão sendo amenizados. Mas não é bem assim. Tem muita coisa a ser explicada ainda, principalmente o financiamento da campanha de 2014, onde pipocam nomes de empresas e empresários que possuem gordos contratos com o governo.

Além do mais

Pode até ser que ele consiga respirar aliviado neste fim de ano, afinal, semana que vem entra dezembro e a população se volta a festas natalinas e férias de janeiro. Mas…muita água vai rolar daqui para fevereiro.

Interferindo

E o governo vem mexendo pesado na composição da nova mesa  Diretora da Assembleia, que corre o risco de nascer adestrada. Estão sendo costurados acordos para que seja composta uma chapa única, a pretexto de “garantir a governabilidade”. É bom lembrar, não custa nada, que esse tipo de acerto costuma mandar gente para a cadeia aqui em Rondônia. Valter Araújo que o diga.

E para esfriar

O chefe do Executivo deve sair para um breve recesso nos próximos dias, esperando baixar a poeira. Ele deve se reunir nesta sexta-feira com o vice , Aírton Gurgacz para tratar dos detalhes.

Em Machadinho

O presidente da Câmara de Vereadores, Reginaldo Marques Silva (PTB), foi afastado do cargo, por improbidade administrativa, devido ao suposto excesso e desvio de verbas na concessão de diárias. O afastamento foi determinado por liminar, concedida na Justiça ao Ministério Público de Rondônia (MP-RO), que entrou com uma ação civil pública contra o parlamentar. Além do afastamento do cargo de presidente, a Justiça determinou a indisponibilidade de bens de Reginaldo.

Em Ji-Paraná

A promotoria de Justiça convocou os vereadores, um a um, para darem explicações sobre o recebimento excessivo de diárias. A turma por lá “pega pesado” quando o assunto é viagem. Teve um que chegou a receber R$ 5 mil para uma ida a Brasília para ser recebido pelo senador Acir Gurgacz e pelo deputado federal Marcos Rogério, sendo que ambos residem em Ji-Paraná.

Por lá também

Está acontecendo um fato no mínimo, curioso. Trata-se da vereadora Ida Fernandes, que está fazendo tratamento de saúde  por conta de uma cirurgia no estômago e  teve que submeter-se a outra intervenção cirúrgica em um hospital de Brasília. Ocorre que com isso, ela já registrou 10 faltas consecutivas e o regimento interno da Casa não permite tal situação, determinando a posse do suplente. A demora pode fazer com que o presidente da Câmara responda por prevaricação.

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos no http://www.facebook.com/painel.politico e no twitter(@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. whatsapp 9248-8911.

Australianos criam soro para reduzir mortalidade de feridos em combate

Cientistas australianos criaram um soro que aumenta as chances de sobrevivência dos soldados gravemente feridos no campo de batalha, anunciou Geoffrey Dobson, da Universidade James Cook. O soro, que utiliza uma droga chamada “adenocaína” (combinação de lidocaína, adenosina e magnésio), aumenta as possibilidades de sobrevivência ao elevar a pressão arterial  das vítimas nos primeiros minutos após o ferimento. A pressão dos feridos não deve ser muito elevada nem baixa em demasia para evitar os riscos da perda adicional de sangue, explicou. O tratamento desperta interesse porque a dose de soro necessária para estabilizar a pressão é ínfima e tem efeito em um segundo, afirmou o australiano. O tratamento foi testado em ratos e porcos, segundo os cientistas, que informaram que o exército americano vai realizar testes clínicos.

 

 

Por:  ALAN ALEX

Fonte: Painel Politico

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FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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