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Painel Politíco – Nazif exonera Fávaro, Camurça e Niedja -por Alan Alex

Em Brasília

O deputado federal Marcos Rogério (PDT) é o relator do processo de cassação por quebra de decoro parlamentar do deputado federal Luiz Argolo (SDD-BH), envolvido na Operação Lava Jato e acusado de participar de alguns negócios ilegais com o doleiro Alberto Youssef, que está preso. Segundo Rogério,  “a par do tráfico de influência, estou convencido de que houve pelo parlamentar o recebimento de altas quantias de dinheiro que representaram vantagens indevidas e cuja motivação era ilícita.” Por esse relatório, que foi aprovado nesta terça-feira na Câmara, ele chegou a ser criticado por seus pares por ter sido “implacável”.

Ok, mas e o nosso?

Marcos Rogério bem que poderia utilizar essa “sede implacável” para pedir a cassação de Nilton Capixaba, seu companheiro de coligação, que está todo enrolado na Operação Sanguessuga (2006) que desviava recursos da Saúde através da venda de ambulâncias superfaturadas e que já condenou vários empresários. Capixaba vem escapando graças a leniência de seus pares e a benevolência de seus eleitores. O Procurador Geral da República já sinalizou que vai pedir a cassação de Capixaba mesmo sem trânsito em julgado da ação. Será que se cair nas mãos de Marcos Rogério ele vai ser “implacável” também?

Fechando

O relatório de Marcos Rogério foi aprovado nesta terça-feira no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados por 13 votos a 4. O deputado Wladimir Costa (SDD-PA), um dos parlamentares que pediu vista na última sessão do conselho, disse que se debruçou sobre o relatório e “cada vez mais me convenço da inocência do deputado”, afirmou. E concluiu, “sou um dos mais antigos neste conselho. Nunca acompanhei tamanha discrepância em uma acusação. O relator não apresentou prova material. Tudo que fez foi ler supostas transcrições de degravações da Polícia Federal”, ressaltou. “Provas materiais não existem. Uma única prova para que a gente possa tomar iniciativa para limpar o nome desta Casa”. No caso de Capixaba tem provas, viu deputado?

Tá demais

A Operadora Claro está abusando, e muito, da paciência de seus clientes em Rondônia. O serviço é  pior possível. O sinal oscila, as ligações caem, o 4G é uma lenda e você não consegue ouvir as ligações, um verdadeiro pesadelo. A empresa abraçou uma quantidade absurda de assinantes e a rede não consegue suportar o fluxo de dados e voz. E nem adianta trocar o aparelho, tanto faz ser um pé duro ou um Iphone 6, o serviço porco é o mesmo. Também não adianta reclamar na Anatel, até porque se isso resolvesse, a OI seria uma das melhores empresas do país e quem vive em Rondônia sabe bem o que é ter apagões de internet.

Pior

É que todo mundo reclama, mas não tem o que fazer, ficamos reféns desses serviços ruins. Acho que talvez devêssemos usar tambores ou sinais de fumaça, porque celular e internet em Rondônia, esquece.

Mudanças

O prefeito Mauro Nazif, cansado dos problemas que vinham sendo causados por alguns secretários deu início a um limpa e começou exonerando na mesma canetada Ricardo Fávaro (SEMUSB), Cristian Camurça (Funcultural) e Niedja Santana (SEMCEL). Mário Medeiros foi novamente nomeado para a SEMAD. Nos próximos dias, outros secretários devem ser exonerados. Por enquanto, assumem os adjuntos.

De volta

O Juiz Convocado Jorge Luiz dos Santos Leal, do Tribunal de Justiça de Rondônia, concedeu nesta terça-feira, liminar em sede de ação cautelar proposta por Jair Miotto Júnior, e determinou seu imediato retorno ao cargo de prefeito do município de Monte Negro. Ele havia sido cassado pela Câmara de Vereadores em sessão realizada no mês passado, ao argumento da falta de alguns medicamentos no posto médico do município, e também por ter reduzido o valor da diária paga aos profissionais da área da saúde. Na decisão, o magistrado reconheceu que ocorreu irregularidade na condução do processo político pela Comissão Processante, pois foi privado de elaborar sua defesa oral na sessão extraordinária da Câmara que decidiu pela sua cassação. Nelson Canedo, advogado responsável pela defesa do prefeito, informou que possivelmente a liminar deva ser cumprida até esta quarta-feira.

Tempos modernos

Nos últimos anos, juntar papel se tornou incômodo e desnecessário. Até mesmo os tribunais já estão operando com sistema de processos digitais. Se sua empresa acumula papéis demais, entre em contato com a A.D. Digitalizações e peça um orçamento. Você recebe todo seu arquivo em HDs externos, pendrives ou DVDs e se preferir pode contratar o serviço de digitilização em nuvem, permitindo que você acesse seus arquivos em qualquer lugar do mundo, via internet, através de seu telefone celular, computador ou tablet. Para contatos envie e-mail para [email protected] e peça seu orçamento. A AD também trabalha com guarda de documentos e tem preços diferenciados para advogados.

Está fedendo

Tem duas coisas no Brasil que quando aparecem denúncias, são engavetadas e todo mundo faz de conta que não viu, é a Mega-Sena e as urnas eletrônicas. A primeira já sofreu inúmeras denúncias em relação ao modo de sorteio, as coincidências, etc. Mas como se trata de jogo de azar, nem vamos aprofundar essa discussão, porém, as urnas eletrônicas são gravíssimas, e devem ser apuradas. Com a popularização de smartphones, praticamente todo mundo tem uma câmera e nestas eleições, assim como nas anteriores, surgiram inúmeros casos suspeitos, até mesmo aqui em Rondônia, quando uma urna insistia em registrar o número 13, independente do que fosse digitado.

O problema

É que o Tribunal Superior Eleitoral insiste em afirmar que a mesma é segura, e não é. Laudos de reconhecidas instituições já comprovaram o contrário, não existe um recibo, uma forma de conferir os votos, já que os boletins de urnas são gerados por elas mesmas. Em todas as eleições surgem grupos obscuros tentando vender votos a serem produzidos pelas próprias urnas. Um caso emblemático está em andamento, o deputado federal Protógenes Queiroz, ex-delegado da Polícia Federal, apresentou denúncia contra o sistema, e como prova, ele apresentou números de votos exatamente iguais, em dezenas de municípios paulistas, alguns que ele sequer conhece, e números em sucessão, se for coincidência, é daquelas bem grandes.

Um detalhe

Qualquer newbie em informática sabe que não existe sistema inviolável, quando se trata de programação. Nossas urnas utilizam um software baseado em Linux, desenvolvido pelo próprio TSE, mas, quem fiscaliza isso? Quem faz a auditoria dessas urnas? Quem garante que quando uma delas “dá pau”, os votos não são computados? Se o sistema é tão infalível, porque não é adotado por outros países, que poderiam inclusive aprimorá-lo? Nesse angu tem caroço, e daqueles bem grandes.

Enquanto isso

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta terça-feira, 28, que o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, condenado no processo do mensalão, passe a cumprir em casa a pena a ele imposta. Condenado a 7 anos e 11 meses de prisão, Dirceu cumpre a pena desde 15 de novembro do ano passado no regime semiaberto, em que tem permissão para sair durante o dia para trabalhar em um escritório de advocacia e retornar à noite para a prisão. Com a progressão de regime, autorizada nesta terça por Barroso, ele terá direito a cumprir a pena no regime aberto, ou seja, fica em casa.

And the Oscar goes to…

Marcos Donadon (PMDB), ex-deputado estadual preso há 16 meses por corrupção, conseguiu autorização na Justiça para cursar Teatro na Universidade Federal de Rondônia (UNIR) e também Direito em uma faculdade particular. A decisão é do juízo da 1ª Vara de Execuções e Contravenções Penais de Porto Velho, que indeferiu no entanto a progressão do regime. Assim o ex-parlamentar terá que dormir na prisão. Com essa capacitação, ele que já é um artista nato, deve brilhar nos palcos do novo teatro estadual. Alguém tem sugestão para um “elenco de apoio”?

Para contatos

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Hora certa de tomar remédio pode aumentar eficácia, dizem cientistas

Ao longo do dia, os organismos da grande maioria dos seres vivos da Terra apresentam oscilações em sua atividade como resposta a um “relógio” biológico interno. Conhecido como ciclo circadiano, ele permite que suas fisiologias se adaptem às transições entre dias e noites, regulando processos que nos seres humanos incluem o sono, a atividade locomotora, a pressão sanguínea, a temperatura corporal e a produção de hormônios, entre outros. Mas os diferentes órgãos e tecidos de nossos corpos não batem em uníssono com o tique-taque desse relógio. Assim, dependendo de como atuam ou onde são metabolizados os remédios, existem horas ideais para sua administração. É a chamada cronoterapia, uma nascente abordagem da medicina que busca sincronizar a ação de medicamentos aos ritmos do corpo a fim de aumentar sua eficácia e melhorar seus resultados, ao mesmo tempo em que reduz as doses e os riscos de interações entre drogas. Essa estratégia acaba de ganhar um importante reforço com a publicação do primeiro e mais completo atlas das oscilações de atividade corporal — em camundongos, mas potencialmente replicáveis em nós. No estudo, os pesquisadores também mostraram que o organismo dos camundongos, e provavelmente o dos humanos também, tem duas “horas do rush” em que muitos dos genes rítmicos atingem o pico de sua atividade de transcrição, ou seja, a leitura do seu DNA e tradução deste para cadeias de RNA, que por sua vez dizem às células que proteínas devem produzir. Não muito surpreendentemente, estes horários de pico acontecem pouco antes do alvorecer e do crepúsculo, justamente os momentos de transição da noite para o dia e vice-versa. Embora estudos sobre os horários ideais para a administração de remédios remontem a 40 anos, com sucessos relativos em áreas como a quimioterapia, as estatinas de ação rápida e a aspirina na prevenção de enfartes, a maior parte deles foi feita na base da “tentativa e erro”.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

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