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Painel Político – Mosquini indica Testoni para a sedam e Lebrão vai para o DER

Veja também: Grupo Chinês SUSFOR avisa seus acionistas que investigações da PF avançam sobre esquemas envolvendo contrato com usina de Santo Antônio

E os precatórios?

Alguém tem alguma notícia sobre os precatórios do TRT de Rondônia? Uma auditoria nas contas teria que ter encerrado no último dia 18 e deveria ir para pagamento. O Conselho Nacional de Justiça chegou a conclusão que está tudo certo nas contas, inclusive os cálculos atualizados devem subir ainda mais o valor. A justiça deveria encerrar logo esse processo, afinal o dinheiro já está na conta e tem um monte de servidores aguardando o desfecho. Teve gente que já morreu e até hoje, nada.

Manobras

Lúcio Mosquini, ex-diretor do DER vem trabalhando pesado na eleição de Maurão de Carvalho para a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa. Vem arquitetando também o controle da SEDAM, já que o DER deverá ficar com o deputado Lebrão, que abriu mão de disputar a presidência da Assembleia em troca do comando do órgão. Esse martelo já está batido e o prego com a ponta virada.

No caso da Sedam

Mosquini arranjou um café da manhã nesta quarta-feira entre o prefeito de Ouro Preto Alex Testoni, seu irmão o deputado estadual Jaques Testoni e o governador, na residência oficial. O menu foi a direção da SEDAM. Jaques vem sendo cortejado em função de sua proximidade com Mosquini, que deverá indicar também o secretário de Obras do Estado. Eminência parda, Lúcio vem trabalhando pesado para ocupar espaço no governo, sua preocupação é que Daniel Pereira, o vice que queria demitir todos os comissionados que não estavam fazendo campanha durante o processo eleitoral, assuma o controle.

Um dos empecilhos

Chama-se Hermínio Coelho. O deputado foi o responsável pela denúncia de enriquecimento ilícito de Lúcio Mosquini, encaminhando ao Ministério Público provas de compra de fazenda, postos de gasolina e casas em Jaru. Também não é nenhuma novidade a briga entre Coelho e o governador. O problema é que Maurão quer Hermínio como seu vice, e o governo não quer nem ouvir falar nessa possibilidade. Está armada a celeuma.

Mesmo assim

Mosquini vem conseguindo trabalhar o nome de Maurão. O governo quer mandar na Assembleia, e já tem a seu lado cerca de 10 parlamentares, que inclusive estiveram reunidos com o governador e Mosquini na semana passada na residência oficial. Esta semana, Lúcio conversou, e convenceu, a deputada Glaucione a fazer parte do grupo de apoio de Maurão. Eles querem chapa única para não ter disputa, portanto, estção acomodando todo mundo agora, para evitar surpresas de última hora.

Então

Por enquanto está assim, Maurão de Carvalho será o próximo presidente da Assembleia, Lebrão será o diretor do DER e Jaques Testoni o secretário da SEDAM. E Mosquini será, bem, continua sendo o Mosquini.

Não vai acontecer

Tem ex-secretário apostando alto que será reempossado e outros acreditando que continuarão onde estão. A nova diretriz do governo é fazer alguma coisa funcionar, já que em quatro anos, com a atual equipe, as únicas coisas que andaram mesmo foram as denúncias de corrupção e negociatas.

Aos que acreditam

Na conversa fácil, basta lembrar do ex-Chefe da Casa Civil Ricardo Sá. Ele foi “demitido” pela coluna da Casa Civil, depois foi “demitido” pela coluna quando estava no Porto. Em ambos os casos, quando tentou confirmar sua demissão ouvia “Ricardo, não se preocupe, cuide de seu trabalho, isso é fofoca desse Alan Alex”.

Enquanto isso

A Procuradoria Regional Eleitoral apresentou denúncia (com farta documentação, filmagens e depoimentos) de práticas de abusos políticos e financeiros durante a campanha eleitoral dos candidatos Confúcio Ayres Moura e Daniel Pereira (governo e vice) durante as eleições deste ano. Entre as denúncias apresentadas estão a distribuição de comida e picolés em convenção do PMDB, a coação de servidores públicos para que comprassem “convites” para o jantar de arrecadação de fundos para a campanha e outras. Se condenados, ambos perdem os mandatos e ficam inelegíveis.

Nessas eleições

Foram cometidos todos os tipos de abusos possíveis e imagináveis por parte dos candidatos, principalmente pelo lado do atual governo, que disputava a reeleição. Por denúncias bem menores que essas candidatos foram presos em diversos estados, mas por aqui a impunidade, ao menos aparente, rolou solta. Resta saber se a Corte Eleitoral vai agir conforme tem que ser ou vai ser aquela calabresa com mussarela.

Relembrando

Vocês lembram da história do suposto golpe aplicado em Rondônia pela empresa chinesa Sustainable Forest Holdings Limited (Susfor) em 2010? (se não sabe do que estou falando, CLIQUE AQUI e AQUI) pois bem, em 2009 eles voltaram para a China e ganharam milhões na bolsa de valores apresentando os contratos que haviam sido feitos com as usinas.

Pois bem

A casa de muita gente que estava enrolada nessa história vai cair, e não vai demorar. A companhia alega que desde 2011 alguns de seus executivos vinham sendo abordados, através de e-mails e telefonemas ameaçadores de um representante dela no Brasil. Em função disso, foi registrado um boletim de ocorrências em São Paulo em outubro de 2011. A empresa afirma ainda ter alienado os contratos com a usina hidrelétrica de Santo Antônio ao preço de $ 114 milhões de dólares para alguns clientes, e os contratos foram assinados sob a lei de Hong Kong (China). De acordo com os termos e condições dos contratos de venda, os clientes eram responsáveis por organizar o transporte após a inspeção e aceitação da entrega. Mas a empresa teria vendido apenas os papéis, a madeira continuava aqui em Rondônia e seria retirada pelos compradores.

Porém

Em setembro de 2011 o acesso à área onde estava a madeira foi negado pela usina,sem qualquer explicação lógica, segundo a SUSFOR. Em função disso, a empresa devolveu o dinheiro aos compradores, entendendo que a responsabilidade não era deles, e sim do próprio grupo. Desde então, a SUSFOR mantém advogados no Brasil que estão acompanhando o caso e afirma que está em curso, pela Polícia Federal do Brasil, uma investigação nos estados de Rondônia, Acre e São Paulo.

Portanto

Quem andou se lambuzando nessa história da SUSFOR, pode começar a se preparar, porque em breve teremos novidades sobre essa caso. Por aqui, a propina rolou solta e pipocaram denúncias de todos os lados. Vamos aguardar. Essas informações foram retiradas de um relatório de auditoria independente feita pela SUSFOR. Quem quiser ler basta CLICAR AQUI (em inglês e chinês).

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos no http://www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Alerta aos pais

O afogamento mata mais crianças abaixo de 15 anos por ano do que o sarampo ou a tuberculose, alertou um novo relatório da OMS (Organização Mundial da Saúde). Segundo o órgão da ONU, a asfixia debaixo d’água está entre as dez principais causas de óbito de crianças e jovens em todo o mundo. De acordo com estimativas da OMS, 372 mil pessoas morreram afogadas em 2012. Mais da metade delas tinha menos de 25 anos. No grupo de pessoas com menos de 15 anos, essa foi a causa de morte de mais de 140 mil meninos e meninas, duas vezes mais que o número de mortes por tuberculose (quase 70 mil). O sarampo, em comparação, matou 145 mil pessoas, em todos os grupos etários, em 2013, segundo a OMS. O órgão da ONU informou que a maior parte das mortes por afogamento em 2012 (cerca de 90%) está concentrada em países menos desenvolvidos, especialmente na África, no sul da Ásia e nas regiões do Pacífico ocidental. Os homens têm o dobro de chance de ser vítimas de afogamento que as mulheres, acrescentou o relatório. No Brasil, 3,3 pessoas em cada 100 mil morreram afogadas em 2011 – o último dado disponível. A taxa é inferior à de países como Belarus (8) ou Belize (10), mas está acima da de vizinhos sul-americanos como Argentina (1,7), Colômbia (2,4) e Venezuela (2,1). Foi a primeira vez que a OMS fez um levantamento exclusivamente sobre o número de mortes provocadas por afogamento no mundo.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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