Esporte

Ofícios estão sendo redigidos à mão no Pandinha por falta de toner

E ainda, condenado pelo TSE, Tiziu não pode ser candidato nessas eleições

Começo do fim

Durou apenas 3 minutos a reunião do PMDB que decidiu pelo desembarque do governo de Dilma Roussef e pôs fim a uma aliança de 13 anos com o Partido dos Trabalhadores. “A partir de hoje, PMDB se retira da base e ninguém está autorizado a exercer cargo em nome do partido”, declarou o senador Romero Jucá, 1º vice-presidente do PMDB ao fazer o anúncio oficial. Com isso, o processo de impeachment que já vinha caminhando à passos largos, será à galope. House Of Cards é para os fracos…

PT não entendeu

O processo de impeachment de Dilma Roussef não começou agora, começou logo após as eleições, quando os efeitos da crise que ela negava existir, passaram a afetar o cotidiano dos brasileiros. Quando as mentiras começaram a vir à tona, o governo começou a afundar. O PT mentiu durante todo o processo eleitoral em um “vale tudo” desesperado para se manter no poder. Não entendeu o significado básico do processo democrático, que é a alternância no poder. O tal “projeto político” desenvolvido ainda no foro de São Paulo para a América Latina não funciona no Brasil por um detalhe, aqui não é a Venezuela nem Bolívia.

Tanto desconhece o processo

Que ainda insiste com a nomeação de Lula na Casa Civil e anda loteando cargos para tentar brecar o processo de impeachment. Pior, fica manobrando com chicanas jurídicas na Advocacia Geral da União para sabotar uma ação que é política. Que foram cometidos crimes, inclusive fiscais, não é nenhuma novidade. Dilma vai perder o cargo não por essas pedaladas, mas pela incapacidade de articulação, pela prepotência inerente aos petistas, pela incompetência administrativa e por ter mentido descaradamente durante as eleições de 2014. Se esses motivos para cassar um mandato não forem suficientes…

O lado positivo

É que com o impeachment chega ao fim essa política lulopetista, que implantou um socialismo hipócrita que atrasou o Brasil por pelo menos três décadas. Temer pode não ser lá grande coisa, mas tem um plano, coisa que o PT não tinha. Nossa economia já estava estagnada no primeiro governo de Dilma e despencou ladeira abaixo no segundo. Que venha o PMDB e que Sérgio Moro, tão logo encerre as investigações em relação aos petistas, volte sua atenção para os marginais tucanos, peemedebistas e das demais legendas.

Por aqui

O ex-deputado Tiziu Jidalias resolveu ressuscitar para a vida pública após sair de circulação desde que foi picado pela mosca azul e acreditou que poderia ser senador, isso em 2010. Na última segunda-feira filiou-se ao PMDB em solenidade que contou com a presença de vários nomes da legenda em Ariquemes e até falou em ser candidato a prefeito de Ariquemes esse ano. Mas ele vai ficar só na vontade. Tiziu está inelegível e a decisão transitou em julgado, ou seja, não cabe mais recurso. E ele fica nessa situação até 2018.

Explico

Tiziu foi condenado em ação junto com Ivo Cassol, Lindomar Garçon, João Cahúlla e Carlinhos Camurça, por um evento que eles comparecem no Clube Kabanas, em Porto Velho durante a campanha em 2010.Em fevereiro desse ano o ministro do Tribunal Superior Eleitoral Gilmar Mendes rejeitou o último recurso e manteve a sentença. Apesar de alguns dos condenados andarem tentando confundir os eleitores dizendo que ‘a sentença era de apenas 3 anos porque em 2010 não existia a Lei do Ficha Limpa” o caso é análogo ao de Expedito Júnior, cuja condenação começou em 2006, ele foi condenado em 2009 pelo Tribunal Superior Eleitoral em função de crimes cometidos nas eleições de 2006. Foi aplicada a Lei do Ficha Limpa porque o Supremo Tribunal Federal entendeu que a lei poderia retroagir nesses casos e ele ficou fora das eleições em 201o, estando apto apenas em 2014, dias antes da eleição.

O mesmo

Caso está sendo aplicado nessa condenação que envolve Tiziu e os demais políticos. O prazo só encerra em 2018, portanto, prefeitura, esse ano, eles podem esquecer.

Com isso

O provável candidato em Ariquemes pelo PMDB será o delegado Thiago Flores, que disputou uma vaga de deputado federal nas eleições de 2014 e teve expressiva votação. Ele não quer muito, preferia esperar para tentar de novo em 2018, mas aí vai deixar o partido desfalcado.

Enquanto isso

No presídio Pandinha, em Porto Velho está faltando toner para as impressoras e com isso os ofícios estão sendo redigidos à mão. Isso mesmo que você leu (e confere abaixo). E a situação anda tão séria por lá, que um advogado queixou-se de ter ido ao Pandinha no último sábado e não ter conseguido acesso ao cliente. Havia apenas uma arma disponível para os agentes, o que impossibilita buscar os presos nas celas. E esse não foi o primeiro caso relatado.

Ofícios estão sendo feitos "artesanalmente" nos presídios de Rondônia
Ofícios estão sendo feitos “artesanalmente” nos presídios de Rondônia

A crise no setor

É grave e os agentes estão se organizando para uma paralisação nos próximos dias. Nesta quarta-feira acontece reunião para definir algumas questões. O governo ainda não se mobilizou e o secretário da Sejus vem ignorando os problemas relatados pelos agentes penitenciários, que se queixam ainda de perseguição e assédio moral.

Mais um

E o PP deve ser o próximo a desembarcar do governo Dilma Roussef.  As bancadas do PP na Câmara dos Deputados e no Senado vão se reunir nesta quarta-feira (30) para discutir se a legenda, que comanda o Ministério da Integração Nacional, continuará aliada ao governo. O PP é uma das principais bancadas da base governista, com 49 deputados e seis senadores. O encontro das bancadas será com o presidente do partido, senador Ciro Nogueira (PP-PI), no gabinete dele no Senado. Segundo o deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), um dos articuladores da reunião, o objetivo é decidir quando será marcada a convocação do diretório nacional do partido, a quem caberá deliberar sobre a saída ou não do governo.

Falar o que?

Dilma Rousseff cancelou viagem a Washington, onde participaria da cúpula de segurança nuclear. Ela certamente não conseguiria tratar de outro assunto que não fosse a crise política e seu impeachment?

Clínica Mais Saúde informa – Tome sol e aumente a sua expectativa de vida

Tomar sol frequentemente aumenta a expectativa de vida ao reduzir o risco de morte por doenças cardiovasculares e outras condições não cancerosas. É o que indica um estudo publicado recentemente no periódico científico Journal of Internal Medicine. O trabalho, conduzido por pesquisadores do Hospital Universitário Karolinska e da Universidade de Lund, ambos na Suécia, acompanhou 29.518 mulheres durante 20 anos. Os resultados mostraram que aquelas que evitam o sol vivem de 0,6 a 2,1 anos menos do que as mulheres que tomam banho de sol com frequência. De acordo com os autores, a exposição ao sol reduz o risco de doença cardíaca e outras condições não cancerosas. Os resultados sugeriram, inclusive, que a falta de sol pode ter o mesmo impacto do tabagismo sobre a expectativa de vida. “Descobrimos que não fumantes que se não se expunham ao sol corriam um risco de morte semelhante ao de fumantes com alto índice de exposição solar. Isso indica que evitar a exposição ao sol pode ser um fator de risco da mesma magnitude do tabagismo”, disse Pelle Lindqvist, principal autor do estudo. Ainda são necessários outros estudos para saber os motivos. Uma das possibilidades a ser avaliadas é o efeito da vitamina D, composto produzido pelo organismo na exposição solar. Apesar dos resultados, os autores ressaltam que a exposição aos raios UV está diretamente relacionada ao aumento do risco de câncer de pele. Por isso, especialistas recomendam o uso diário de protetor solar 30 minutos antes da exposição ao sol.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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