Teia Digital

O debate da TV Rondônia (Globo) foi desinteressante e frustrante -por Silvio Persivo

 Olha direito! “Ao ver um gigante, verifique antes a posição do sol; pode ser que seja a sombra de um pigmeu” (Novalis).

 MAIS UM DEBATE FRUSTRANTE

Não foi apenas o grande número de debates, nem a qualidade apenas, mas, também a quantidade de candidatos e a forma que fizeram com que, até mesmo o último da TV Rondônia, fosse, para quem estava interessado, desinteressante e frustrante. Nem mesmo as trocas, previsíveis, de farpas entre os candidatos melhorou muito o clima do debate. Do que é essencial, porém, os debates passaram longe que foi a questão de apresentar propostas concretas e o plano de governo que pretendem implantar. Em suma: debates demais e propostas de menos.

 WORKSHOP INTERNACIONAL MADEIRA E MOBILIÁRIO DE RONDÔNIA

A tecnologia e a inovação aplicada no processamento da madeira e na produção de móveis foi o assunto central do Workshop Internacional Madeira e Mobiliário de Rondônia, realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Centro Tecnológico Settore Legno-Arredo (Cosmob). O evento aconteceu na quarta-feira, 28, na Escola Senai Sebastião Camargo, com a participação de representantes de mais de 20 empresas locais do segmento. No workshop, que integrou a programação do Mundo Senai, o diretor geral do Cosmob, Alessio Gnaccarini, falou sobre o cenário e perspectivas internacionais, além de inovação e design para a competitividade  do setor de madeira e mobiliário. Gnaccarini expressou o desejo de colaborar com o processo de desenvolvimento da indústria de madeira e de móveis do estado. “Estamos desenvolvendo um projeto junto ao Senai a fim de agregar valor à produção local, com a utilização de novas tecnologias e design arrojado”. O diretor Regional do Senai-RO, Valério Duarte, ressaltou que o evento teve o intuito de fortalecer o segmento mobiliário local e que o primeiro passo para a resolução de desafios é a troca de conhecimento. Já o presidente do Sindicato das Indústrias do Mobiliário do Estado do Rondônia (Sindimóveis), José Carlos de Moura Lopes, apoiou e elogiou a iniciativa da Federação das Indústrias e do presidente Marcelo Thomé afirmando que “Agradecemos a colaboração do Senai em nos proporcionar um momento de atualização do conhecimento. Ao capacitarmos, estaremos aptos a atender as crescentes exigências do mercado”.

 ESTÁ NA HORA DA ONÇA BEBER ÁGUA

Estamos chegando na hora de definição dos votos para prefeito. O eleitor, ultimamente, está sendo bombardeado, de todos os lados, com pesquisas discutíveis e promessas mirabolantes, mas, terá que resolver em quem votar. Muita gente afirmando que vai votar em branco ou anular o voto. Esta eleição, de fato, chega ao final do primeiro turno cercada de incertezas e sem uma clareza sobre os candidatos que irão para o segundo turno. Qualquer resultado é possível ainda que dois ou três candidatos, de fato, sejam meros figurantes com escassas possibilidades de surpreender. Não somente pelo retrospecto, mas, pela falta de receptividade junto ao público.

 QUATRO EM CADA DEZ BRASILEIROS IRÃO COMPRAR PRESENTES NO DIA DAS CRIANÇAS

A pesquisa nacional da Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ)/Ipsos, prevê uma receita em torno de R$ 7,3 bilhões no comércio na compra de presentes para o Dia das Crianças. Os consumidores brasileiros, em média, vão desembolsar em torno de R$ 118,87 e só 40% dos consumidores brasileiros pretendem adquirir algum produto na data comemorativa. Os principais presentes que serão dados são brinquedos, 59%, 27% roupas, 7% calçados e 3% bicicletas. Também foi constatado que de sete em cada 10 consumidores brasileiros (71%) informaram que pretendem comprar os produtos. O percentual continua praticamente estável quando comparado ao mesmo período do ano passado, quando 73% dos brasileiros tinham esta intenção. A pesquisa foi realizada pela Fecomércio-RJ/Ipsos, no período de 30 de julho a 9 de agosto, com amostra de 1.200 entrevistados no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Vitória, Florianópolis, Salvador, Recife e em mais 65 municípios brasileiros.

AUMENTA ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA EM SETEMBRO

O endividamento de famílias brasileiras aumentou 0,2% de agosto para setembro, atingindo 58,2%. Apesar do pequeno crescimento, o resultado para o mês foi 5,3% menor, se comparado ao resultado de setembro do ano passado.  Naquela, ocasião, o nível de endividamento era de 63,5%. Os dados fazem parte da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Para o economista da CDC, Bruno Fernandes, o resultado apresenta dois aspectos. O aumento do número de famílias com contas ou dívidas em atraso manteve uma tendência de alta que vem desde o ano passado. Em setembro de 2015, o percentual de famílias com contas ou dívidas em atraso era de 23,1%. O índice subiu para 24,6% no mesmo período deste ano, após ter fechado agosto em 24,4%.  A inadimplência cresceu tanto na comparação mensal quanto na anual. O índice mede a quantidade de famílias que não tinham como pagar dívidas adquiridas com cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro ou seguro.  Em agosto, o índice era de 9,4%, passando para 9,6% em setembro. No mesmo período do ano anterior, as famílias que se diziam inadimplentes chegavam a 8,6%. No entanto,  a  proporção das famílias que se diziam muito endividadas caiu de agosto para setembro, o índice foi 0,2% menor, passando para 14,4%. Na comparação anual, houve um crescimento de 0,5%.

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Gomes Oliveira

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  • O QUE TODOS ESPERAM NA VERDADE, QUE VENHA SER ELEITO AQUELE QUE É DIGNO DE COMANDAR A FREFEITURA, COM OLHOS VOLTADOS AO PROBLEMA DA CAPITAL. CHEGA DE TANTO LENGA LENGA E POUCA AÇÃO. VEJA TAMBEM SE O SEU CANDIDATO É LIMPO COM A JUSTIÇA.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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