Teia Digital

MERCADO ESTIMA QUEDA MENOR DA ATIVIDADE ECONÔMICA ESTE ANO – por Silvio Persivo

O que vale é o resultado. “O mundo não está interessado nos temporais que você encontrou. Ele quer saber se você trouxe o navio”(William McFee).

AIRON PRETENDE ESTABELER PARCERIA COM A FECOMÉRCIO

Para estabelecer uma parceria com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia-Fecomércio Rondônia,  esteve ontem (01) com o presidente Raniery Coelho, o também presidente da Associação de Imprensa de Rondônia-Airon, Osmar Silva, acompanhado do presidente honorário, Ciro Pinheiro, do diretor de comunicação, Marco Aurélio Anconi  e do proprietário e jornalista do site “Rondônia ao Vivo”, Paulo Andreoli, quando acertaram que, junto com o SESC e SENAC, irão buscar formas de atender os jornalistas do interior, em primeiro lugar, com cursos que deverão ser identificados na área. Também, na ocasião, convidaram o Raniery Coelho para participar no 10 de setembro em Ariquemes, de uma rodada de palestras, feira em parceria com a Associação dos Profissionais da Imprensa do Vale do Jamari (Apimvaj), proferidas por profissionais de comunicação abordando temas que vão da tradicional linguagem para jornais impressos e eletrônicos, rádio, TV e até as novas mídias sociais na Internet.

 “FARINHA POUCA, MEU PIRÃO PRIMEIRO”

A segunda edição revista e ampliada do livro “Farinha Pouca, meu pirão primeiro: à mesa com os ribeirinhos” será lançada na sexta-feira da próxima semana, dia 5 de agosto, às 8 horas da noite, na Biblioteca Francisco Meirelles, em Porto Velho. A obra foi escrita em parceria entre as professoras Nair Ferreira Gurgel do Amaral, Neusa dos Santos Tezzari, Iracema Gabler e a bibliotecária Glória Valladares Grangeiro. De acordo com a professora Nair Gurgel, é fruto de pesquisas realizadas pelo Grupo de Estudos Integrados sobre a Linguagem, Educação e Cultura (GEAL), da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR), e resultado de um conjunto de outros livros já publicados em decorrência do Projeto Alfabetização de Ribeirinhos da Amazônia, realizado há mais de dez anos com o objetivo de motivar os professores a trabalharem leitura e escrita nas comunidades. Á primeira vista, o leitor mais desatento pode imaginar que se trata puramente de um livro de receitas, mas “Farinha Pouca, meu pirão primeiro: à mesa com os ribeirinhos” é também uma obra sobre cultura, um registro da cultura ribeirinha traduzida

em receitas.

PRODUÇÃO DE CAFÉ CONILON DEVE CRESCER

O pesquisador da Embrapa RO, Enrique Alves, estima uma queda de até 10% na produção de café da espécie Conilon cuaj estimativa da Conab era de que mais de 1,6 milhão de sacas beneficiadas. Segundo ele, “Apesar da estimativa de queda de produção em função dos efeitos da seca indicada no levantamento da Conab, técnicos da Emater-RO acreditam que o estado terá novamente um crescimento na produção de café, podendo superar as 1 milhão e 800 sacas de café. As novas áreas que entraram em produção nesta safra serão responsáveis por suplantar o efeito residual da seca”. O aumento da produtividade nos últimos anos, com a adoção de tecnologias como variedades clonais, irrigação e manejo adequado da lavoura será capaz de contrabalançar os efeitos da seca.

 XVI CONFERÊNCIA DO COMITÊ INTERNACIONAL PARA UMA NOVA MUSEOLOGIA-MINOM

Está prevista para entre os dias 3 a 6 de agosto de 2016, no Distrito de Nazaré, cerca de 200 km de Porto Velho, a XVII Conferência do Comitê Internacional para uma Nova Museologia (MINOM). A escolha da sede foi feita na última conferência do MINOM, que aconteceu em Cuba, na cidade de La Havana, em outubro de 2014. De acordo com os organizadores do evento, Nazaré sediará o primeiro museu ribeirinho do Estado de Rondônia, que tem como base os pressupostos da museologia social. A iniciativa parte da comunidade com apoio da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR), por meio do Programa de incentivo a Extensão Universitária (PROEXT), que é financiado pelo Ministério da Educação (MEC). A Conferencia é destinada a membros do MINOM, profissionais e estudantes de graduação em Museologia, Artes e áreas afins, e representantes das comunidades locais e dos movimentos sociais. O evento é uma realização da UNIR, através da Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Assuntos Estudantis (PROCEA) e dos Departamentos de Arqueologia (DARQ), Artes (DArts) e Ciências Humanas (DCS); com a Fundação Cultural e com a Secretaria de Educação do Município de Porto Velho; e com a Secretaria de Assistência Social e a Superintendência de Cultura do Estado de Rondônia. Para maiores informações está disponível o endereço eletrônico [email protected].

DIA DOS PAIS TERÁ VENDAS MENORES

Um estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que o varejo brasileiro deve movimentar R$ 4,2 bilhões em vendas no Dia dos Pais, o equivalente a 5,6% de todo o faturamento esperado para agosto. A projeção corresponde a uma retração de 9,4% em relação ao mesmo período do ano passado, o pior desempenho desde o início do estudo em 2004. – O Dia dos Pais figura entre as seis datas comemorativas mais importantes do calendário varejista. Porém, com taxas de juros ao consumidor batendo nove recordes nos últimos 12 meses, os segmentos mais dependentes das condições de crédito, como eletrodomésticos e produtos de informática, deverão se destacar negativamente – afirma o economista da CNC Fabio Bentes. A inflação dos preços é outro fator que deverá ditar o comportamento das vendas. Bens duráveis como microcomputadores, máquinas fotográficas e televisores deverão ser preteridos também em razão dos aumentos nos últimos 12 meses (+22,7%, +20,7% e +16,7%, respectivamente). Já itens como sapatos masculinos (+3,5%), tênis (+3,0%) e CDs e DVDs (+0,1%), além de pesarem menos nos bolsos dos filhos, registraram variações de preços menores no mesmo período. A oferta de 24,2 mil vagas temporárias em todo o varejo, esperada pela CNC, é 3,7% inferior ao contingente contratado no mesmo período do ano passado e a menor desde o Dia dos Pais de 2012, quando foram abertas 23,9 mil vagas.

MERCADO ESTIMA QUEDA MENOR DA ATIVIDADE ECONÔMICA ESTE ANO

As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) preveem um encolhimento um pouco menor da economia em 2016. A estimativa para a queda do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, caiu de -3,27% para -3,24%. Para 2017, a projeção de crescimento segue em 1,1% há duas semanas consecutivas. As projeções fazem parte de pesquisa feita todas as semanas pelo BC sobre os principais indicadores da economia, o Boletim Focus. A projeção das instituições financeiras para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi mantida em 7,21%. Para 2017, a estimativa caiu de 5,29% para 5,20%.,As estimativas estão distantes do centro da meta de inflação de 4,5%. Para este ano, a projeção ultrapassa também o limite superior da meta: 6,5%. O teto da meta em 2017 é 6%.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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