Teia Digital

CONSUMIDORES CONSIDERAM GASTOS COM BELEZA COMO PRIORITÁRIOS – Por Silvio Persivo

Tudo é mesmo muito relativo. “Não há fatos eternos, como não há verdades absolutas” (Friedrich Nietzsche).

FECOMÉRCIO AVISA SOBRE I MUTIRÃO DE NEGOCIAÇÃO FISCAL

O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia-FECOMÉRCIO-RO, Raniery Coelho, informa aos empresários e contribuintes rondonienses, que estejam com pendência fiscal, que o Governo do Estado estará realizando o I Mutirão de Negociação Fiscal, uma iniciativa Executivo estadual para colocar “Rondônia em Dia” através da  negociação de pendências de ICMS, IPVA, e ITCD gerados até 31 de dezembro de 2014. Segundo Raniery, a instabilidade econômica do País prejudicou pessoas físicas e jurídicas, afetando suas rendas, dificultando o acesso ao crédito, e, em alguns casos, levando-as à inadimplência. O Mutirão vista justamente dar oportunidade de resgate desses créditos tributários através de uma negociação das dívidas com excelentes percentuais de desconto.

FIERO FAZ REESTRUTURAÇÃO PARA EVITAR FECHAMENTO DE ESCOLAS

O aprofundamento da recessão econômica que assola o Brasil e a queda da atividade industrial têm efeito direto sobre os serviços ofertados pelo Sistema Indústria em vários estados. Em Rondônia, o presidente da Federação das Indústrias do Estado, Marcelo Thomé, anunciou na sexta-feira, 29, em Cacoal, a 410 quilômetros da Capital, durante reunião com o Conselho de Representantes da Fiero, presidido pelo empresário Chagas Neto, que está trabalhando na reestruturação do Sistema Fiero, com previsão de drástica redução de despesa, inclusive com a possibilidade de demissões, buscando caminhos para que nenhuma unidade do Sesi e do Senai sejam fechadas. Na segunda quinzena de julho,  a Confederação Nacional da Indústria (CNI) foi comunicada sobre o fechamento de várias unidades educacionais do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e do Serviço Social da Indústria (Sesi) em alguns estados do Nordeste, além de Minas, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. Outros estados percorrem o caminho da reestruturação e adequação aos novos tempos para reduzir a oferta de serviços sem precisar fechar unidades. O Sistema Federação das Indústrias de Rondônia, composto pelo Sesi, Senai e Instituto Euvaldo Lodi (IEL), tem unidades educacionais em Porto Velho, Ariquemes, Ji-Paraná, Cacoal e Vilhena e Pimenta Bueno. Atende a quase 20 mil alunos com ensino profissionalizante e ensino regular e médio, além de vários atendimentos de promoção da qualidade de vida do trabalhador e soluções técnicas e tecnológicas para a indústria rondoniense.

VAGAS PARA APRENDIZES

O CIEE está com inscrições abertas até sexta-feira, dia 5, para 12 vagas de aprendizes na Eletrobrás, nos municípios de Guajará-Mirim, Ariquemes, Ji-Paraná, Jaru, Ouro Preto, Colorado D’Oeste, Cacoal, Rolim de Moura e Vilhena. As vagas são voltadas para estudantes de 15 a 16 anos e 11 meses, que estejam cursando o ensino fundamental ou médio. A Eletrobrás oferece salário mínimo hora. Complementando o treinamento prático na empresa, os jovens participarão da capacitação teórica do programa Aprendiz Legal na modalidade Ocupações administrativas. Os candidatos devem comparecer nos postos da Eletrobrás nos municípios indicados, munidos de RG, CPF do candidato e de seu responsável legal, carteira de trabalho, boletim e declaração escolar, comprovante de residência e de renda familiar. Mais informações pelo telefone (69) 2182-0440.

 

CONSUMIDORES CONSIDERAM GASTOS COM BELEZA COMO PRIORITÁRIOS

Uma pesquisa nacional do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que mesmo em tempos de crise, os gastos com beleza são vistos como uma prioridade para os consumidores brasileiros. Assim mesmo com o orçamento das famílias mais apertado, o brasileiro optou por abrir mão de gastos com lazer em vez de diminuir as compras de produtos e serviços de beleza e estética. Os consumidores disseram que, com a crise,  os itens que mais sofreram cortes foram as idas aos bares e restaurantes (35,4%) e as viagens (30,9%). Somente em 3º lugar aparecem as compras de roupas, acessórios e sapatos (29,2%), seguidas por cortes na contratação de TV por assinatura (19,7%) e na diminuição do uso de telefones fixo e celular (18,8%). Cortes com gastos com salão de beleza são apenas a sexta alternativa mais citada, com 16,7% de menções. Academia (11,3%), cosméticos (6,8%) e tratamentos em clínicas de estética (6,4%) estão entre as últimas posições no ranking de cortes realizados em virtude da crise, ficando atrás de idas ao cinema e teatro (16,5%), despesas do lar (13,9%) e compra de doces, salgadinhos e bebidas (13,2%).

 

QUEDA DO VAREJO DESACELERA EM JUNHO

As vendas do varejo continuaram a apresentar queda em junho, de acordo com o SpendingPulse, relatório mensal da Mastercard de vendas do varejo, caindo 4,1% em relação a junho do ano passado. As vendas totais ao longo dos últimos três meses caíram 4,5% comparadas a 2015, ligeiramente acima da queda de 5,3% do primeiro trimestre. Porém, alguns setores têm mostrado pequenos sinais de que a desaceleração está perdendo força. Por exemplo, o canal de e-commerce cresceu 1,7% em junho em relação ao mesmo período do ano passado, uma ligeira melhora a partir da média de crescimento de -0,1% do segundo trimestre, comparado a 2015. Além disso, móveis e eletrônicos, bem como materiais de construção, apresentaram quedas menores no segundo trimestre de 2016 em comparação ao primeiro. Ainda assim, o varejo brasileiro continua a apresentar taxas de crescimento fracas. Vestuário, supermercados, artigos farmacêuticos e materiais de construção cresceram acima das vendas totais, mas, apenas um (materiais de construção) apresentou um crescimento no volume de vendas em junho em comparação a 2015. Enquanto isso, móveis e eletrônicos e artigos de uso pessoal e doméstico ficaram para trás nas vendas totais no varejo.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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