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Marcos Rogério pode ampliar domínio politico em Rondônia com Alan Queiroz e Jean Mendonça na disputa pela presidência da ALE-RO

Os deputados Alan Queiroz e Jean Mendonça, ambos do Partido Liberal, são apontados como protagonistas das negociações para o comando do Legislativo estadual nos próximos dois biênios.

A eleição de Marcos Rogério (PL) para o  Governo de Rondônia pode representar apenas o primeiro passo de uma reorganização das forças  políticas no estado. Com a vitória nas urnas, as atenções agora se voltam para a Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO), onde dois deputados estaduais do mesmo partido do governador eleito aparecem entre os nomes que ganham espaço nas articulações pela presidência da Casa.

Os deputados Alan Queiroz e Jean Mendonça, ambos do Partido Liberal, são apontados como protagonistas das negociações para o comando do Legislativo estadual nos próximos dois biênios.

A informação foi divulgada nesta terça-feira (20) pelo jornalista Herbert Lins, na coluna Falando Sério, do portal Rondônia Dinâmica, e abre espaço para uma discussão sobre o futuro equilíbrio de forças entre o Executivo e o Legislativo de Rondônia.

PL pode conquistar o Governo e o comando da Assembleia

A possibilidade de o PL assumir também a presidência da Assembleia ganha relevância diante do resultado das eleições estaduais.

Análise política Rondônia

A legenda conquistou sete das 24 cadeiras do Parlamento rondoniense, tornando-se a maior bancada da próxima legislatura.

Esse desempenho amplia a capacidade de negociação do partido e fortalece sua posição nas conversas sobre a composição da Mesa Diretora.

Caso as articulações avancem, Marcos Rogério poderá iniciar sua gestão contando com aliados em posições estratégicas tanto no Governo quanto no Legislativo.

Esse alinhamento poderá facilitar o diálogo sobre projetos prioritários, propostas orçamentárias e medidas administrativas encaminhadas pelo Executivo.

Entretanto, a presidência da Assembleia depende de uma eleição entre os deputados estaduais, e o resultado não está definido.

Alan Queiroz e Jean Mendonça entram no centro das negociações

Segundo as informações divulgadas por Herbert Lins, Alan Queiroz e Jean Mendonça vêm ganhando espaço nas articulações para os dois biênios da próxima legislatura.

A movimentação indica que o PL poderá trabalhar para manter influência sobre a presidência da Assembleia durante os quatro anos de mandato do próximo governador.

Embora os dois parlamentares sejam citados como nomes em ascensão, ainda não existe confirmação pública de um acordo definitivo sobre quem ocuparia a presidência em cada período.

As negociações também precisarão considerar os interesses dos demais partidos que conquistaram representação na Casa.

E como ficam Marcelo Cruz, Alex Redano e os demais deputados?

A movimentação do PL também coloca em evidência o papel de outras lideranças políticas da Assembleia Legislativa.

O deputado Marcelo Cruz (Avante), reeleito para mais um mandato, integra o grupo de parlamentares com experiência na articulação  política da Casa.

Alex Redano (Republicanos), também reeleito, é outro nome relevante na composição de forças do Legislativo estadual.

A eventual consolidação de uma candidatura do PL dependerá da construção de uma maioria parlamentar, o que poderá envolver negociações com deputados de diferentes legendas.

Não há, porém, elementos suficientes nas informações consultadas para afirmar que Marcelo Cruz, Alex Redano ou outros parlamentares tenham desistido de eventuais pretensões à presidência ou formalizado apoio a Alan Queiroz e Jean Mendonça.

Presidência da Assembleia será estratégica para o novo governo

O comando do Legislativo estadual exerce influência importante na organização dos trabalhos parlamentares, na condução das sessões e na tramitação das matérias.

Para Marcos Rogério, construir uma relação estável com a Assembleia poderá ser fundamental para implementar propostas nas áreas de saúde, educação, segurança pública e desenvolvimento econômico.

Durante reunião com sua equipe de transição, realizada na segunda-feira (19), o governador eleito apontou justamente saúde, educação e segurança como prioridades para o início de sua administração, conforme relatado pela coluna.

A existência de uma base aliada consistente poderá contribuir para a aprovação de projetos, mas também aumentará a importância da fiscalização independente dos atos do Executivo.

Disputa promete movimentar os bastidores políticos

Mesmo com o crescimento do PL, a definição da presidência da Assembleia está longe de ser uma simples formalidade.

Análise política Rondônia

A legenda possui sete deputados eleitos, enquanto a Casa é formada por 24 parlamentares. Portanto, será necessário buscar apoio além da própria bancada para conquistar o comando do Legislativo.

A distribuição de espaços na Mesa Diretora, os acordos entre partidos e a relação das lideranças estaduais com o futuro governo deverão influenciar as negociações.

O cenário indica que a disputa pelo comando da ALE-RO poderá se transformar em um dos principais capítulos da reorganização política de Rondônia após as eleições de 2026.

O JH  Notícias seguirá acompanhando as articulações para identificar quais grupos políticos conseguirão formar maioria e quem efetivamente assumirá a presidência do Parlamento estadual.

FONTE: JH NOTICIAS

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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