Resenha Politica

Marcos Rocha e o secretário Fernando Máximo foram às redes sociais alertar para a dimensão do problema dessa segunda onda de contaminação – Por Róbson Oliveira

Os alertas bombaram nas redes sociais. Embora, ano passado, quando ainda seguiam a linha negacionista, os dois criticaram o lockdown que o prefeito da capital baixou para conter a disseminação do coronavírus. Antes tarde do que nunca

DESABAFO 

“Estou ficando ‘aporrinhado’ com tanto negacionismo. Enche o saco mesmo. Todo mundo está vendo a situação que o Brasil vive nesta pandemia. Aí aparece o ‘líder’ deste país, quase ficcional, vadiando com ideias absurdas”, com este desabafo o senador emedebista Confúcio Moura sintetiza a indignação de boa parte dos brasileiros que assistem atônitos o negacionismo presidencial contra o coronavírus, na medida que aumenta exponencialmente o número de óbitos no país.

PLANEJAMENTO 

Ninguém pode se queixar de desconhecimento da crise aguda que colapsou todo o sistema de saúde com o agravamento dos casos de Covid 19. Ano passado, diante de um relatório produzido por especialistas a pedido do CREMERO, que traçou um cenário sombrio de casos e mortes, a maioria das autoridades deu de ombros. Alguns setores, inclusive da imprensa da capital, zombaram e criticaram. Hoje, a realidade ali apontada se impõe e revela que nossas autoridades não planejaram as ações corretamente para combater a pandemia. Muitos, infelizmente, desativaram as UTIs acreditando que o pior havia passado, embora os cientistas tivessem alertado para uma segunda onda. Uma onda que está virando um tsunami.

KIT EMBUSTE 

Mesmo a comunidade científica alertando que o kit Covid (hidroxocloroquina, ivermectina) distribuído por autoridades não tinha serventia nenhuma na prevenção do vírus, tanto o governador de Rondônia, Marcos Rocha, quanto o Secretário de Saúde, Fernando Máximo, foram para ruas da capital distribuir o kit. Seguindo a mesma linha do nosso presidente que nega as recomendações da ciência.

ANTES TARDE DO QUE NUNCA 

Depois de superar a fase negacionista, ao que parece, o governador Marcos Rocha e o secretário Fernando Máximo foram às redes sociais alertar para a dimensão do problema dessa segunda onda de contaminação. As falas são bem elaboradas e com um conteúdo que merece elogios, especialmente porque chama a atenção dos jovens de que a doença não escolhe idade, condição social, raça nem credo para ceifar vidas. Além de que já não há leitos de unidade de terapia intensiva para atender a quantidade imensa de contaminados. Os alertas bombaram nas redes sociais. Embora, ano passado, quando ainda seguiam a linha negacionista, os dois criticaram o lockdown que o prefeito da capital baixou para conter a disseminação do coronavírus. Antes tarde do que nunca…

DESCARTE 

Ao trocar o PP (liderado no estado pela família Cassol) pelo PODEMOS (presidido pelo deputado federal Léo Moraes), a ex-vereadora Cristiane Lopes deixou irritado o patriarca do clã, ex-senador Ivo K-Sol. Lopes perdeu recentemente as eleições para prefeita da capital, mas obteve uma votação surpreendente anabolizada pelo apoio engajado de deputado federal Léo Moraes.

IRRITAÇÃO 

A irritação da “Cassolândia” é em razão do PP ter acreditado na postulação da ex-vereadora a prefeita no momento em que muitos não apostavam em sua viabilidade. Ademais, com a atual regra eleitoral, o desfalque de um nome eleitoralmente denso, afeta os cálculos dos pepistas em apresentar uma nominata matematicamente forte para eleger mais de um deputado federal.

DESABILITADO

Na hipótese da liminar concedida pelo ministro Kassio Marques, que modificou o entendimento do cálculo do cumprimento das sanções da lei da ficha limpa, seja confirmada no plenário do STF – o que esta coluna duvida – o ex-governador K-Sol estaria habilitado a concorrer nas eleições de 2022. Razão pela qual, nos últimos dias, o ex-governador e ex-senador começou a circular nos meios políticos, após o isolamento imposto pela lei que o tornou ficha suja.

GOLPE

Caso a população não atente para as manobras que estão sendo engendradas no Congresso Nacional, será surpreendida com mudanças substanciais das regras que estabelecem as eleições 2022. A famigerada coligação, flexibilização do financiamento de campanha e dos instrumentos jurídicos existentes hoje para prestação de contas serão suavizados ( para não dizer algo mais contundente) visando atender interesses inconfessáveis. Como diria o ministro do Meio Ambiente Sales: enquanto a mídia está voltada para a pandemia, “vamos passando a boiada”. Os deputados são profissionais em tocar o berrante sem que o som ecoe além do necessário. O golpe vem a galope.

ESTIMULANDO 

Um dos políticos que será instado a entrar na disputa pelo Governo de Rondônia é o ex-prefeito de Ariquemes, Thiago Flores. Não há atualmente movimento do ex-prefeito neste sentido, mas é bom não subestimar a capacidade que adquiriu nas urnas em sair vitorioso. Os caciques conhecem bem para onde o vento sopra, mesmo quando os céus mudam de direção inesperadamente. O mesmo assédio já começa a estimular o prefeito da capital, Hildon Chaves. Dois novatos na política que deram certo e vão ser decisivos nas eleições de 2022.

PROTAGONISMO 

O Conselho Regional de Enfermagem de Rondônia iniciou o ano mostrando a que veio com a nova gestão liderada pelo ex-presidente Nacional do Cofen, Manoel Carlos Neri. Em pouco mais de dois meses na gestão estadual, Neri protagonizou ações firmes na defesa do exercício dos profissionais nesta pandemia inscritos na autarquia e, portanto, fiscalizou os atos administrativos das nossas autoridades de saúde. Um exemplo concreto é o relatório que produziu na vistoria que realizou pessoalmente nas unidades de saúde de Guajará-Mirim, revelando o caos em que se encontra aquela área na pérola do Guaporé. Na presidência do COFEN foi uma voz de referência ouvida pelos principais veículos de comunicação na primeira onda da Covid 19.

OUTRO LADO 

Em razão da coluna da semana passada, quando criticamos a nomeação da ex-prefeita de Cacoal em um gabinete de um parlamentar filiado do Podemos, a direção do partido enviou à coluna sua versão sobre os fatos que em nome do bom jornalismo publicamos na íntegra.

“Na data de ontem, 23 de fevereiro de 2021, foi veiculado junto ao site tudorondonia, a coluna Resenha Política do jornalista Robson Oliveira, onde consta que ‘O PODEMOS, em Rondônia, tem se firmado com um discurso moralista prometendo fazer da política uma atividade limpa. O ato do parlamentar Deiró, até o momento, não recebeu nenhuma censura da direção partidária. Aguardemos!’.

O PODEMOS RONDÔNIA, neste ato representado por seu Presidente Estadual OSCAR DIAS DE SOUZA NETTO, informa que o deputado estadual CIRONE DEIRÓ realmente foi eleito para o cargo nas eleições gerais de 2018 por esta agremiação, porém, em reunião ordinária da Comissão Executiva Estadual, realizada no dia 30/03/2020, foi deliberada a sua desfiliação.

O deputado ingressou junto ao Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia, com uma Ação Declaratória de Desfiliação Partidária, a qual foi julgada procedente, por unanimidade, para que o mesmo deixe o partido e desde então a direção partidária não mantém qualquer contato com o deputado.

Dessa forma, pelo fato de o PODEMOS/RO ter adotado as medidas para a desfiliação do referido deputado desde o ano passado e não possuir mais qualquer relação com o parlamentar, torna incabível a adoção de qualquer (sic) medidas em face do evento noticiado, por parte desta agremiação partidária.

Registre-se, contudo, que o partido PODEMOS pauta sua atuação com  base nos preceitos republicanos, atuando sempre com lisura com a coisa pública, e não compactua com quaisquer subterfúgios que busquem violar os princípios norteadores da administração pública”.

OSCAR DIAS SOUZA NETTO – PRESIDENTE. 

Em tempo: a mesma coluna também é publicada simultaneamente nos sites: Rondônia Dinâmica, Gente de Opinião, Expresso Rondônia, Folha Rondoniense, Rondônia Notícias, Correio de Rondônia, Painel Político, Mais RO, Que Notícias Ariquemes, Eu Ideal, Chaddad, entre outros.

DOSE DUPLA 

A partir deste mês a coluna passa a ser atualizada nas terças e sextas-feiras. Exceto feriados.

AUTOR: RÓBSON OLIVEIRA –  COLUAN RESENHA POLITICA

  • A opinião dos colunistas colaboradores não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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