Teia Digital

Mantida a restrição de carga no Abunã – Por Sílvio Persivo

Ensinar é abrir janelas. “O bom professor abre os olhos dos aprendizes para novas questões, conexões e perspectivas que eles não consideraram antes, iluminando novas possibilidades para trabalhar e viver” (Richard Gunderman). 

FEIJOADA DO BURACO DO CANDIRU 

O nosso amigo Marcus Vinícius Danin, o CEO do Buraco do Candiru, anunciando que, no dia 02 de novembro, teremos a sua famosa feijoada completa, ou, como o quanto puder, no estilo Self-Service do nosso botequim de grife. Não se pode perder. Por sinal, nas sextas e sábados, do lado do Buraco do Candiru, você pode experimentar o “Tacacá Dois Irmãos”, a partir das 17:00 horas. Eles também possuem um delicioso vatapá. De segunda a sábado, o tacacá, também no mesmo horário, pode ser encontrado do lado do Supermercados Aguiar, na Pinheiro Machado. Mais informações sobre o tacacá e o vatapá podem ser obtidas no celular (69) 99373-5483. 

OLHA A SOPA!

Por falar em comida boa e barata uma opção para uma ótima sopa é o Coqueiros Caldos, na Rua Uruguai, 2570-Embratel. Também o local oferta churrasquinhos e grelhados, mas, sou fã mesmo é da sopa de carne. Excelente. Também atende pedidos pelo ifood ou pelo telefone 3301-1695. 

IV COLÓQUIO DE EDUCAÇÃO ESCOLAR E 35ª SEMANA DE PEDAGOGIA

No período de 25 a 29 de novembro acontecerá o IV Colóquio de Educação Escolar (COLEE) e a 35ª Semana de Pedagogia, sob a coordenação do Departamento de Ciências da Educação (DECED) e do Mestrado Profissional em Educação Escolar (MEPE) da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR), os eventos terão como temática principal “Educação Pública, Ciência e Formação Docente: resistências e desafios”. O IV COLEE é destinado a toda a comunidade científica, acadêmica e a profissionais da educação e áreas afins, como forma de possibilitar a discussão sobre a valorização da Educação Pública e das Ciências para a Formação Docente e apresentar estudos que reflitam sobre os desafios de consolidar discursos, ações e práticas docentes que contribuam para melhorar a qualidade da educação em Rondônia, na Amazônia e no Brasil. O evento será desenvolvido por meio de conferências, mesas-redondas e minicursos com participação de pesquisadores e pesquisadoras de diferentes instituições brasileiras e da Comunidade Regional. Serão realizadas defesas públicas de dissertações com apresentação de pesquisas intervencionistas e propositivas desenvolvidas pelo MEPE. Para a submissão de trabalhos (comunicações científicas, oficinas e minicursos), basta acessar o link http://www.eventos.unir.br/index.php/colee/COLEE/about/submissions#onlineSubmissions. A comissão organizadora informa que todos os participantes (com ou sem trabalho) deverão preencher o formulário de inscrição como ouvintes para terem direito ao certificado de participação geral no evento, a partir do link https://forms.gle/DJC2xkb95pKkqBQ66. Mais informações do IV COLEE estão disponíveis no sítio eletrônico http://www.eventos.unir.br/index.php/colee/COLEE/index. Possíveis dúvidas podem ser questionadas pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone: (69) 2182-2108.

MANTIDA RESTRIÇÃO DE CARGA NO ABUNÃ

Mesmo com uma leve elevação nos últimos dias, o nível da água segue baixo na região de Abunã, no caminho de Rondônia para o Acre. Assim, as balsas que fazem a travessia do Rio Madeira mantém a restrição de carga passando com apenas 30% da capacidade das embarcações. Esta restrição, que começou no dia 10 de agosto, quando o volume de água caiu para a menor profundidade é feita para assegurar a segurança da navegação, bem como, também, a Marinha do Brasil suspendeu, desde  aquela data, as navegações de comboios no período da noite, quando aumenta o perigo, por causa dos bancos de areia que se formam no meio do rio, para evitar acidentes. 

CRESCE OTIMISMO DO COMÉRCIO DE MANAUS 

O otimismo dos empresários do comércio de Manaus voltou a aumentar em outubro se situando acima da média nacional. O maior nível de confiança se refletiu também nas intenções de investir e contratar. Os dados são do Icec (Índice de Confiança do Empresário do Comércio) divulgado pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).   Com 135,2 pontos, o resultado é 9,3% superior ao do mesmo mês de 2018 (123,7) e 1,4% maior do que de setembro de 2019 (133,4%). Foi o segundo aumento seguido da capital no indicador e é o melhor número desde abril (137,8). Em nível nacional, o setor cravou 121,4 pontos, com acréscimos de 12,7% e de 0,1%, respectivamente, no melhor resultado desde maio. A pesquisa avalia condições atuais, expectativas de curto prazo e intenções de investimento. Pontuações abaixo de 100 representam insatisfação, enquanto valores acima de 100 e até 200 são considerados de satisfação. A CNC sondou em torno de 6.000 empresas de todas as capitais do país – 164 delas, em Manaus. O ICEC de Porto Velho, para se ter uma comparação, é maior ainda alcançando 138 pontos. 

O PÃO NOSSO DE CADA DIA CONTINUA SOBERANO 

Mesmo com tendência de queda de categorias de consumo massivo, o pão não perdeu espaço na mesa do brasileiro.  O alimento, cujo Dia Mundial é celebrado em 16 de outubro, tem 98,7% de penetração nos lares nacionais e está presente em quase 1/4 de todas as refeições, especialmente no café da manhã. É o que aponta a Kantar, líder global em dados, insights e consultoria. Apesar do pão artesanal ter mais de 80% de penetração, é o crescimento do industrializado que se destaca. Este segmento representa 10,6% do consumo da cesta de derivados de trigo e, mesmo com aumento de preço de 3,2%, registrou uma  expansão em 10,3% no volume e de 2,6 pontos de penetração de 2017 para 2018.

 

AUTOR; SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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